Uma noite de quarta-feira, Paola decidiu ir à catequese na igreja do bairro. Ela tinha 19 anos e, apesar de toda a putaria que fazia, ainda mantinha as aparências em casa. Vestiu uma saia plissada curta, blusinha branca justa que marcava os bicos dos seios e uma calcinha fio-dental por baixo. “Só pra disfarçar”, pensou, sorrindo sozinha. A professora era a Dona Lúcia, uma mulher de 38 anos, casada, corpo maduro, peitos grandes e quadril largo. Tinha fama de devota, mas Paola já tinha reparado nos olhares demorados que ela dava nas garotas mais novas do grupo. Naquela noite, eram só quatro garotas presentes: Paola, a morena Letícia (18 anos), a loirinha Ana Clara (19) e a ruiva Sofia (18). Depois da leitura bíblica, Lúcia dispensou o resto do grupo mais cedo, alegando que ia fazer uma “conversa particular” com as meninas. Quando ficaram sozinhas na sala pequena e mal iluminada, o clima mudou. — Vocês são tão jovens, tão cheias de vida... — murmurou Lúcia, passando a mão no próprio pescoço, visivelmente excitada. — Às vezes eu penso em como o corpo de vocês deve ser quente... puro pecado. Paola não perdeu tempo. Levantou-se, foi até a professora e sentou no colo dela, abrindo as pernas por cima das coxas grossas de Lúcia. — A senhora quer provar, professora? — sussurrou, roçando a bocetinha na perna dela. Lúcia gemeu baixinho e agarrou a bunda de Paola por baixo da saia, apertando forte enquanto a beijava com fome. A língua dela era experiente, invadindo a boca da novinha. Letícia, Ana Clara e Sofia assistiam boquiabertas, mas logo estavam tocando os próprios corpos, excitadas com a cena. Paola tirou a blusa, deixando os peitos firmes à mostra. Lúcia chupou um mamilo, depois o outro, mordiscando enquanto enfiava dois dedos na boceta molhada da garota. — Tão apertadinha... tão safada... — gemia a professora. As outras meninas se aproximaram. Letícia beijou Paola na boca enquanto Ana Clara ajoelhava entre as pernas de Lúcia, puxando a saia dela pra cima e lambendo a calcinha encharcada da mulher mais velha. Sofia, a mais tímida, mamava nos peitos de Paola por trás, apertando-os. Logo todas estavam nuas. Paola foi colocada no centro da mesa grande da sala. Lúcia se ajoelhou entre as pernas dela e devorou sua bocetinha com vontade, enfiando a língua fundo enquanto dois dedos fodiam o cuzinho apertado. Letícia sentou no rosto de Paola, rebolando a bucetinha lisinha enquanto gemia alto. Ana Clara e Sofia se beijavam e se masturbavam assistindo, depois se juntaram: uma chupando os peitos de Paola, a outra lambendo o clitóris da professora. — Ai, professora... me come... sou sua putinha de catequese — gemia Paola, voz abafada pela boceta de Letícia. Lúcia meteu três dedos na novinha, fodendo rápido, até Paola gozar jorrando na boca dela. Depois foi a vez de Letícia: de quatro na mesa, levou a língua e os dedos de Lúcia no cu enquanto Paola sentava no rosto da professora. Elas se revezaram por quase uma hora. Brincaram com os dedos, línguas e bocetas molhadas. Lúcia gozou gritando quando as quatro garotas se revezaram lambendo sua buceta e bundinha ao mesmo tempo. Paola terminou cavalgando o rosto de Ana Clara enquanto Letícia enfiava a língua no seu cu. Quando terminaram, todas suadas e com cheiro de sexo no ar, Lúcia limpou a boca e sorriu, ainda ofegante: — Semana que vem tem mais catequese particular, meninas. E tragam segredo... e bastante tesão. Paola saiu da igreja com a calcinha encharcada, o gosto das amigas e da professora ainda na boca, já pensando em quantas outras “lições” poderia ter ali.
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