A Fome que o Marido Não Matava Julia tinha 29 anos, corpo de violão bem desenhado, pele clara que ficava rosada com facilidade e um apetite sexual que parecia aumentar a cada ano. Casada há quatro com Roberto, um engenheiro de 38 anos, bom provedor, carinhoso... mas completamente incapaz de acompanhar o fogo da esposa. As noites deles eram previsíveis. Roberto gozava em menos de cinco minutos, muitas vezes antes mesmo de Julia começar a sentir prazer de verdade. Depois virava de lado, exausto, e dormia. Ela ficava acordada, coxas apertadas, bucetinha latejando de desejo insatisfeito, tocando-se em silêncio para não acordá-lo. — Amor, você é tão gostosa que eu não aguento... — ele murmurava, já quase dormindo. Julia sorria por fora. Por dentro, fervia. Tudo mudou numa tarde de sexta. Roberto estava em viagem de trabalho. Julia decidiu ir à academia do condomínio. Usava um shortinho preto justo e top esportivo que mal continha os seios cheios. Estava suada na esteira quando sentiu o olhar. Era o Lucas, personal trainer novo do prédio. Alto, pele morena, braços grossos e um volume impressionante na bermuda mesmo em repouso. Ele sorriu quando seus olhares se cruzaram. — Precisa de ajuda com a postura? — perguntou, voz grave. Julia sentiu um calor subir pela barriga. Fazia meses que não era bem comida. Naquela mesma tarde, depois do treino, ele a convidou para "alongamento" na sala reservada. A porta mal fechou e Lucas já estava com a mão grande apertando a bunda dela por baixo do short. — Caralho, Julia... você é casada, né? — murmurou ele, roçando o pau duro contra a barriga dela. — Sou... — ela respondeu, ofegante. — Mas meu marido não me fode direito. Foi o suficiente. Lucas não perdeu tempo. Sentou ela na mesa de massagem, arrancou o shortinho e a calcinha encharcada de uma vez. Ajoelhou-se e enterrou o rosto entre as coxas dela. Lambeu com fome, língua grossa passando devagar pelo clitóris inchado, depois enfiando fundo na buceta molhada. Julia agarrou os cabelos dele, gemendo alto, sem medo de ser ouvida. — Isso... assim... porra, que língua gostosa... Quando ela já estava tremendo, quase gozando na boca dele, Lucas se levantou. Puxou o pau para fora. Era grosso, veioso, bem maior que o do marido. Julia arregalou os olhos, salivando. Ele não pediu permissão. Segurou as coxas dela abertas e meteu tudo de uma vez. Julia soltou um gemido longo, quase um grito. Sentiu a buceta sendo aberta, preenchida como nunca. — Ai meu Deus... tá tão fundo... Lucas começou a foder com força. Estocadas profundas, ritmadas, batendo o saco pesado contra a bundinha dela. Os seios de Julia pulavam para fora do top. Ele chupava um mamilo enquanto metia, apertando o outro com força. — Essa bucetinha é minha agora, entendeu? — rosnou ele no ouvido dela. — É sim... me fode... me usa quando quiser... Julia gozou duas vezes seguidas, corpo convulsionando, esguichando um pouco no pau dele. Lucas só aumentou o ritmo. Quando estava quase gozando, puxou o pau e gozou forte sobre a barriga e os seios dela, jatos grossos e quentes. Aquela foi a primeira vez. Depois disso, virou rotina. Sempre que Roberto saía para trabalhar ou viajava, Lucas aparecia. Às vezes na academia, às vezes no apartamento mesmo — Julia o recebia de camisola curta, sem calcinha. Ele a fodia no sofá, na cozinha, no banheiro. Uma vez a comeu contra a parede da sala, enquanto o marido mandava áudio de voz no celular dela: “Chego amanhã à noite, amor. Te amo.” Julia respondia com a voz manhosa, enquanto Lucas metia devagar por trás, mão tapando a boca dela para abafar os gemidos. — Também te amo, meu bem... — dizia ela, rebolando contra o pau grosso que a invadia. O melhor era quando Lucas a fazia gozar enquanto ela falava com o marido. Sentada no colo dele, buceta completamente cheia, rebolando devagar. Roberto nunca desconfiava. Achava que a esposa estava só “com saudades”. Julia descobriu o prazer de ser puta escondida. Adorava o risco. Adorava sentir o cheiro do outro homem na pele quando o marido chegava. Às vezes deixava a buceta ainda melada, e quando Roberto tentava transar, ela simplesmente dizia que estava cansada. Por dentro, sorria. Porque agora ela tinha o que precisava. Um marido que pagava as contas e lhe dava segurança... e um amante que sabia exatamente como destruir sua bucetinha de tesão. E Roberto, coitado, continuava achando que tinha a esposinha mais fiel do mundo.
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