Uma noite, Henrique chegou em casa mais cedo que o normal. Tinha saído do trabalho com dor de cabeça e queria surpreender a esposa. Quando abriu a porta da mansão, ouviu gemidos altos vindo da sala de TV.
Ele caminhou devagar e parou no corredor, congelado.
Paola estava completamente nua, de quatro no sofá grande, sendo comida com força pelo próprio sogro, Sr. Augusto. O pau grosso do pai dele entrava e saía da boceta dela com estocadas brutas, enquanto ele dava tapas fortes na bundinha vermelha.
— Isso, sogro… mete mais fundo… seu filho nunca me fode assim! — gemia Paola alto, rebolando pra trás.
Augusto segurava o cabelo dela como rédea e grunhia:
— Cala a boca e toma a rola do homem da casa, sua putinha casada. Meu filho é um fracote, por isso você veio pra mim.
Henrique deixou a pasta cair no chão. O barulho fez os dois olharem.
Paola virou o rosto, viu o marido parado ali, boquiaberto, e em vez de parar, sorriu safada e rebolou ainda mais no pau do sogro.
— Oi, amor… chegou cedo hoje — disse ela, voz manhosa, gemendo enquanto o sogro continuava metendo sem parar.
Augusto nem diminuiu o ritmo. Olhou pro filho com desprezo e riu.
— Entra e senta, Henrique. Assiste como se faz. Sua mulher precisa de homem de verdade.
Henrique estava paralisado, pauzinho endurecendo apesar da humilhação. Paola esticou a mão pra ele:
— Vem, corno… senta aqui e olha seu pai me comendo. Você sempre soube que eu era puta, né?
O sogro puxou o pau pra fora da nora com um ploc molhado, brilhando de gozo dela, e mandou:
— Tira a roupa e senta naquela poltrona. Hoje você vai aprender seu lugar.
Henrique, tremendo de vergonha e tesão, obedeceu. Sentou nu na poltrona em frente ao sofá, pau pequeno latejando.
Paola se ajoelhou na frente do sogro, chupando o pau sujo da boceta dela com fome, olhando pro marido o tempo todo.
— Olha como eu engulo o pau do seu pai, amor… olha como ele é grosso… bem diferente do seu.
Augusto segurou a cabeça dela e fodeu sua garganta com força, fazendo ela babar inteiro. Depois colocou Paola de quatro virada pra Henrique, de frente pro marido, e meteu novamente na boceta.
— Olha bem, filho. Olha como sua mulher goza de verdade.
Paola gemia alto, olhando nos olhos do marido enquanto o sogro arrombava ela:
— Eu fodo com seu pai quase todo dia… e com seu irmão também… e com meu gerente no banco… você é só um corno mansinho, Henrique.
Augusto deu vários tapas fortes na bunda dela e meteu fundo, gozando dentro da nora com grunhidos altos. Quando tirou o pau, a porra escorreu da boceta aberta de Paola direto no chão.
— Vem cá, corno — mandou o sogro. — Limpa sua mulher.
Henrique, humilhado e excitado, ajoelhou entre as pernas da esposa e lambeu a porra do próprio pai da boceta dela. Paola segurava a cabeça dele, esfregando a buceta melada no rosto do marido.
— Isso, amor… lambe tudinho. Limpa a porra do seu pai da minha boceta de puta.
Enquanto Henrique lambia, Augusto sentou no sofá, pau ainda semi-duro, e Paola começou a chupar ele novamente, gemendo:
— Daqui pra frente as coisas vão ser assim. Você vai trabalhar, trazer dinheiro, e assistir eu sendo comida pelo seu pai, pelo seu irmão e por quem eu quiser. Entendeu, meu corno lindo?
Henrique, com o rosto melado de porra e gozo da esposa, só balançou a cabeça, humilhado:
— Sim… entendi.
Paola sorriu vitoriosa, deu um beijo molhado no marido (com gosto de porra do sogro) e sussurrou:
— Boa noite, corno. Amanhã seu irmão vem passar a tarde aqui… e você vai assistir de novo.




Já adoro ver minha mulher com outros machos, agora essa gostosa aqui é pra vc se aproximar dela sabendo que vai ser corno .muuuuito corno