Na quarta-feira seguinte, Paola chegou à catequese com a buceta ainda latejando da suruba da semana anterior. Dessa vez, a sala estava mais cheia: além de Lúcia, Letícia, Ana Clara e Sofia, tinham aparecido dois homens casados da comunidade — o Diácono Renato (47 anos, casado, barrigudinho mas com pau grosso) e o Sr. Valter (51 anos, marido da coordenadora da igreja, conhecido por ser “devoto”).
Lúcia trancou a porta da sala de catequese assim que o último fiel saiu da missa.
— Hoje a lição vai ser prática — anunciou ela, voz rouca. — Vamos aprender sobre tentação, entrega total e pecados da carne.
Paola foi a primeira a se oferecer. Tirou a blusinha branca e ficou só de saia curta, peitos empinados à mostra. Lúcia não resistiu: puxou a novinha e enfiou a língua na boca dela enquanto apertava seus peitos. As outras garotas logo se juntaram, beijando e se tocando.
Os dois homens assistiam com os paus já duros dentro das calças.
— Venham, seus cornos devotos — provocou Paola, ajoelhando no chão. — A putinha da igreja quer leite de macho casado.
Renato e Valter não aguentaram. Tiraram os paus para fora. Renato tinha uma rola curta e grossa, Valter era mais comprido e veioso. Paola engoliu o de Renato até o fundo, babando bastante, enquanto Valter metia na boca de Letícia ao lado.
Lúcia sentou numa cadeira, abriu as pernas e mandou Ana Clara e Sofia chuparem sua buceta e cu ao mesmo tempo. Enquanto isso, Renato pegou Paola de quatro sobre o tapete da sala, levantou a saia e enfiou tudo na bocetinha apertada dela.
— Porra... que novinha gulosa... minha mulher nunca deu uma boceta assim — grunhia ele, estocando forte, batendo as bolas na bundinha dela.
Valter trocou de boca e meteu na Paola por trás, enquanto Renato enfiava o pau melado na boca da garota. Eles a foderam no meio: uma rola na buceta, outra na garganta. Paola gemia abafada, baba escorrendo pelo queixo.
— Me fode, diácono... me usa, seu corno — pedia ela entre uma estocada e outra.
Lúcia, já nua, se juntou. Colocou Paola deitada na mesa grande da catequese, abriu as pernas dela bem abertas e sentou sua buceta molhada no rosto da novinha, rebolando enquanto chupava o pau do Sr. Valter.
As outras garotas não ficaram de fora: Letícia cavalgava o diácono Renato, Ana Clara e Sofia se lambiam enquanto assistiam. A sala inteira cheirava a sexo, gemidos e “Amém” safados.
O ponto alto veio quando os dois homens decidiram dobrar Paola. Valter deitou na mesa e Paola sentou no pau dele, enfiando tudo na buceta. Renato, por trás, cuspiu no cuzinho dela e forçou a rola grossa devagar até entrar. Paola gritou de prazer, completamente cheia nos dois buracos.
— Ai caralho… me arrombem… sou a puta da igreja! — berrou ela, rebolando desesperada.
Lúcia e as meninas se aproximaram: uma chupava os peitos de Paola, outra lambia o clitóris dela enquanto os dois machos casados metiam sem piedade. Renato e Valter gozaram quase juntos — um enchendo a boceta, o outro jorrando fundo no cu da novinha.
Paola gozou tão forte que squirtou na mesa, tremendo inteira, esperma escorrendo dos dois buracos.
Depois foi a vez das outras garotas. Lúcia foi comida pelos dois homens enquanto as novinhas lambiam tudo: buceta, cu, paus e bolas. A suruba durou quase duas horas. No final, todas as garotas estavam com o rosto, peitos e bucetas meladas de porra de macho casado.
Antes de saírem, Lúcia sorriu, limpando o canto da boca:
— Semana que vem o padre vai participar da “reunião de jovens”. Ele também é casado… e tem uma rola enorme que eu já provei escondido.
Paola saiu da igreja com a calcinha destruída, pernas bambas e o cu e a buceta vazando esperma, sorrindo satisfeita. Quanto mais gente da igreja, mais tesão ela sentia.