Depois de alguns meses casada, morando na mansão do sogro e comendo o marido, o cunhado e o próprio sogro, Paola decidiu que queria “independência”. Arrumou um emprego de recepcionista em um banco grande no centro da cidade.
No primeiro dia, ela já apareceu vestida pra provocar: saia lápis preta bem justa e curta, blusa social branca com dois botões abertos, mostrando o decote dos peitos firmes, e salto alto. O gerente geral, **Dr. Marcelo**, 47 anos, casado, pai de dois filhos, não tirou os olhos dela durante a reunião de boas-vindas.
Marcelo era o típico corno poderoso: alto, bem vestido, voz autoritária e pau grande. No final da primeira semana, ele chamou Paola na sala dele.
— Sente-se, Paola — disse ele, apontando o sofá ao lado da mesa. — Você tem um perfil… bem interessante pra trabalhar aqui.
Enquanto falava, os olhos dele desciam pro decote. Paola cruzou as pernas devagar, deixando a saia subir, e sorriu inocente.
— Eu faço de tudo pra agradar meus superiores, doutor.
Não demorou nem dez minutos. Marcelo trancou a porta, puxou ela pra perto e enfiou a mão por baixo da saia. Encontrou a bocetinha sem calcinha, já molhada.
— Sua putinha… veio trabalhar sem calcinha no primeiro mês? — rosnou ele, enfiando dois dedos grossos.
Paola gemeu baixinho e abriu mais as pernas.
— Eu sabia que o senhor ia querer usar sua nova funcionária…
Marcelo sentou no sofá, abriu o zíper e tirou um pau grosso, grande e veioso. Paola caiu de joelhos imediatamente e engoliu até o fundo, babando na gravata dele, chupando com fome enquanto olhava pra cima.
— Isso… chupa o pau do seu gerente, sua vadia — murmurava ele, segurando o cabelo dela.
Daquele dia em diante, Paola virou a putinha particular do gerente. Quase todos os dias, durante o expediente:
- Ele a chamava na sala, mandava ela ficar de quatro sobre a mesa e metia forte na boceta enquanto ela abafava os gemidos com a própria mão.
- Às vezes ele sentava na cadeira, ela cavalgava ele de frente ou de costas, rebolando a bundinha enquanto ele apertava os peitos e beliscava os mamilos.
- Outras vezes ele simplesmente mandava ela ficar debaixo da mesa chupando enquanto ele atendia clientes importantes no telefone.
Uma tarde, Marcelo a fodeu especialmente forte. Colocou ela inclinada na janela de vidro fumê da sala (com vista pra cidade), levantou a saia e meteu no cu sem aviso. Paola mordia o próprio braço pra não gritar enquanto ele estocava fundo.
— Você é minha putinha do banco agora — grunhia ele no ouvido dela. — Meu filho estuda com seu marido… e eu tô aqui arrombando sua bundinha casada.
Paola gozou tremendo, apertando o pau dele no cu.
— Sim, doutor… sou sua puta do expediente… me usa quando quiser.
Marcelo gozou fundo no cu dela, depois mandou ela limpar o pau com a boca. Paola obedeceu, lambendo tudo com carinha de safada.
No final do mês, o gerente já tinha aumentado o salário dela “por bom desempenho” e liberado várias folgas. Sempre que a esposa dele ligava no escritório, Paola estava de joelhos ou sentada no pau dele.
Ela adorava a sensação: casada, comendo o sogro e o cunhado em casa… e agora sendo a putinha oficial do gerente no trabalho.




