> “Fica até mais tarde. Reunião especial na sala de reunião principal. Não usa calcinha.”
Paola já chegou molhada só de ler. Ela trocou de roupa no banheiro: ficou só com a saia lápis preta, blusa social branca semi-aberta e os saltos. Quando entrou na sala de reuniões do último andar, a cena já estava armada.
Dr. Marcelo estava sentado na cabeceira da grande mesa de vidro. Ao lado dele, mais quatro homens casados do banco:
- **Dr. Roberto** (45 anos, gerente de crédito, casado)
- **Dr. Fernando** (50 anos, diretor financeiro, corno assumido)
- **Seu Jorge** (48 anos, chefe da segurança, casado há 20 anos)
- **Lucas** (29 anos, analista, recém-casado)
Os cinco paus já estavam pra fora, duros, esperando a putinha da empresa.
— Hoje não tem cliente pra atender… só você — disse Marcelo com um sorriso safado. — Mostra pra esses senhores por que você ganhou aumento tão rápido.
Paola não falou nada. Apenas sorriu, tirou a blusa devagar e deixou os peitos firmes à mostra. Depois virou de costas, levantou a saia e mostrou a bundinha empinada e a bocetinha lisinha brilhando.
A suruba começou ali mesmo.
Ela foi colocada de quatro em cima da mesa de vidro. Marcelo meteu primeiro na boceta, estocando forte enquanto Roberto enfiava o pau na boca dela. Fernando e Jorge mamavam nos peitos, beliscando os mamilos. Lucas gravava tudo com o celular, pau na mão.
— Olha essa putinha… casada e ainda vem pro banco pra levar rola — grunhia Marcelo, batendo fundo.
Eles revezavam sem parar. Trocaram de buraco várias vezes:
- Dois paus ao mesmo tempo (buceta + boca, cu + boca, buceta + cu).
- Seu Jorge, o mais grosso, arrombou o cuzinho dela enquanto Dr. Fernando metia na boceta — dupla penetração em cima da mesa, com os outros batendo punheta em volta.
- Paola cavalgava Marcelo na cadeira do presidente enquanto chupava dois paus ao mesmo tempo, babando na gravata deles.
A sala ecoava com gemidos, tapas na bunda e o barulho molhado de carne.
— Me fode, seus cornos… sou a puta do banco inteiro! — gritava ela entre uma estocada e outra.
No ponto alto, colocaram ela deitada de costas na mesa, pernas bem abertas. Os cinco homens se revezaram metendo nela sem camisinha. Cada um fodeu a boceta e o cu por uns minutos, depois saía e deixava o próximo. Paola gozou várias vezes, squirtando na mesa de vidro.
No final, fizeram a roda clássica: Paola ajoelhada no chão da sala de reuniões, língua pra fora, olhos lacrimejando de tesão. Os cinco machos casados bateram punheta em volta dela.
Um por um gozaram:
- Marcelo encheu a boca dela.
- Roberto e Fernando jorraram no rosto e nos peitos.
- Jorge e Lucas gozaram na buceta e no cu, que já estavam abertos e melados.
Paola ficou no chão, completamente destruída: rosto, cabelo, peitos e corpo cobertos de porra grossa e quente. Ela lambia o que conseguia, sorrindo satisfeita.
Marcelo tirou uma foto dela toda gozada e disse:
— Essa é a nova imagem oficial da “funcionária do mês”. Toda quinta-feira depois do expediente vai ter reunião assim. E se você se comportar, vamos chamar mais alguns gerentes da filial.
Paola, ainda ofegante, passou os dedos na porra que escorria da boceta e lambeu, olhando pra todos eles:
— Pode chamar quem quiser… eu amo ser a putinha do banco.




Oie. Se eu soubesse que escritórios bancários são tão divertidos, talvez não fosse Comissária de Vôo e iria nessa carreira. Rrrrss... Parabéns pelo invejável divertimento. Bxos.
Que casada VADIA PUTA SAFSDA