Numa noite de sábado, Paola recebeu uma mensagem no WhatsApp de um dos seus “tios” casados: o Sr. Roberto (aquele do estacionamento). Ele e mais três amigos casados da mesma roda de poker tinham alugado uma casa de campo discreta e queriam “relaxar”. Paola já sabia o que isso significava.
Ela chegou vestindo um cropped minúsculo, saia plissada curtíssima e nada por baixo. Os quatro homens casados estavam esperando:
- **Roberto** (48 anos)
- **Marcos** (52, marido da tia dela)
- **Carlos** (45, vizinho)
- **Eduardo** (50, chefe do pai dela)
Todos tinham esposa e filhos em casa. Quando Paola entrou, os quatro paus já estavam duros dentro das calças.
— Olha a putinha novinha que veio servir os maridos — disse Roberto, puxando ela pro centro da sala.
Não teve conversa. Em menos de um minuto Paola estava de joelhos no tapete, cercada pelos quatro paus. Ela chupava um enquanto masturbava dois, revezando a boca gulosa entre eles. Babava bastante, olhos lacrimejando enquanto engolia fundo o pau grosso do Marcos e depois o veioso do Eduardo.
— Que boca boa… melhor que a da minha mulher — grunhia Carlos, segurando a cabeça dela e fodendo sua garganta.
Eles a colocaram no sofá de quatro. Roberto meteu na boceta, Marcos no cuzinho apertado. Dupla penetração logo de cara. Paola gritava de prazer, voz rouca:
— Me arrombem, seus cornos… me usem como uma vadia barata!
Enquanto isso, Carlos enfiava o pau na boca dela e Eduardo mamava e apertava seus peitos, beliscando os mamilos. Os quatro machos casados revezavam sem piedade. Trocaram de buraco várias vezes: um na buceta, outro no cu, outro na boca, o quarto batendo punheta na cara dela.
Paola gozou pela primeira vez quando Roberto e Marcos gozaram juntos dentro dela — um enchendo a boceta, o outro jorrando fundo no cu. O esperma escorria pelas coxas enquanto Eduardo tomava o lugar e metia no buraco melado.
Eles a foderam por quase duas horas sem parar.
- Fizeram ela cavalgar dois paus ao mesmo tempo (um na buceta, outro no cu).
- Colocaram ela deitada na mesa de jantar com as pernas bem abertas enquanto os quatro se revezavam metendo.
- No final, fizeram uma roda em volta dela: Paola de joelhos, língua para fora, enquanto os quatro machos casados batiam punheta e gozavam no rosto, peitos, boca e cabelo da novinha.
Paola ficou completamente destruída: cabelo grudado de porra, rosto melado, boceta e cu vermelhos e vazando esperma dos quatro. Ela ria, lambendo o que conseguia alcançar com a língua.
— Obrigada, tios… eu adoro leite de macho casado — murmurou ela, voz manhosa.
Roberto pegou o celular e tirou uma foto da cara dela toda gozada.
— Isso vai ficar entre nós… senão suas tias e mães vão querer te matar. Mas semana que vem tem mais. O padre e o diácono também querem participar.
Paola sorriu, passando a mão na buceta cheia e lambendo os dedos.
— Podem trazer quem quiserem. Quanto mais casados, mais eu gozo.



