Dr. Ricardo (49 anos, casado, dono de uma rede de concessionárias)
Eng. Paulo (52 anos, casado, empresário do ramo imobiliário)
Os três homens casados esperavam Paola na sala de estar da suíte enorme. Ela entrou vestindo apenas um baby-doll preto transparente, salto alto e nada por baixo. Os três paus já estavam duros.
— Essa é a putinha que eu te falei — apresentou Marcelo, dando um tapa forte na bunda dela. — Hoje ela vai servir os três.
Paola caiu de joelhos no centro da sala, cercada pelos três paus maduros. Chupava um enquanto masturbava os outros dois, revezando a boca gulosa, babando bastante e olhando pra cima com cara de vadia.
— Que boquinha boa… melhor que qualquer puta de luxo — grunhia Ricardo, fodendo a garganta dela.
Eles a colocaram no sofá grande. Marcelo meteu na boceta, Ricardo no cuzinho e Paulo na boca. Suruba completa. Paola gemia alto, completamente cheia nos três buracos:
— Ai caralho… me arrombem… sou a putinha do banco… fodem sua puta casada!
Os três homens revezavam sem dó. Trocaram de posição várias vezes:
Dupla penetração na buceta e no cu enquanto ela chupava o terceiro.
Fizeram ela cavalgar um enquanto outro metia no cu por trás.
Colocaram ela de quatro no tapete e se revezavam metendo nos dois buracos, batendo tapas fortes na bunda que ficava vermelha.
Paola gozou várias vezes, tremendo e squirtando no sofá. Os homens estavam impiedosos. No clímax, os três a cercaram novamente: Marcelo gozou dentro da boceta, Ricardo no cu e Paulo jorrou no rosto e na língua dela. Paola engoliu o que conseguiu, o resto escorrendo pelo queixo, peitos e cabelo.
Mas eles ainda não tinham terminado.
Depois de um breve descanso com uísque, voltaram pra segunda rodada. Dessa vez mais bruto: amarraram os pulsos dela com o cinto de Marcelo, foderam ela de pé, contra a parede, na mesa de jantar e até no banheiro da suíte. Cada um gozou mais uma vez — dois creampies e um no rosto novamente.
Quando terminaram, Paola estava destruída: deitada no sofá, pernas abertas, boceta e cu vermelhos e vazando porra dos três machos casados, rosto melado, cabelo grudado.
Marcelo passou a mão no cabelo dela e sorriu:
— Bom trabalho, assistente. Amanhã de manhã tem mais uma reuniãozinha antes de voltarmos. E você vai atender pelada debaixo da mesa.
Paola, ofegante e sorrindo fraco, lambeu o canto da boca cheia de porra e respondeu:
— Pode deixar, doutor… sua putinha está sempre pronta.
