Ana tinha dezenove anos, pele clara salpicada de sardas delicadas e um cabelo ruivo flamejante que caía em ondas até o meio das costas. Era a prima mais nova de Clara, e todo mundo na família dizia que ela era “a versão perigosa” da irmã. Mais magra, mais ousada, com um corpo pequeno mas bem torneado: seios firmes, cintura fina e uma bunda redonda que chamava atenção mesmo debaixo das roupas mais comportadas.
Naquela noite, Clara estava viajando com as amigas. Lucas, o namorado dela há quase dois anos, ficou para o churrasco da família. Ana percebeu o olhar dele desde o momento em que chegou. Ele tentava disfarçar, mas sempre que ela se inclinava para pegar algo na mesa, os olhos dele deslizavam pelo decote do vestidinho preto justo.
— Tá calor, né? — Ana murmurou quando os dois ficaram sozinhos na cozinha, lavando louça.
Lucas engoliu seco.
— Tá... muito.
Ela sorriu, maliciosa, e deixou a água escorrer pelos braços, molhando a frente do vestido. Os bicos dos seios marcaram o tecido fino. Lucas não conseguiu desviar o olhar.
— Você sempre me olha assim quando a Clara não tá? — perguntou ela baixinho, aproximando-se.
Ele hesitou apenas um segundo.
— Sempre.
Ana mordeu o lábio inferior e pegou a mão dele, guiando-a por baixo do vestido. Não usava calcinha. Os dedos de Lucas encontraram a bocetinha lisinha, já molhada de tesão. Ele soltou um gemido rouco quando sentiu o calor úmido.
— Porra, Ana...
Ela se virou de costas para ele, empinando a bundinha contra o pau duro que já marcava a calça jeans. Lucas apertou os quadris dela com força, esfregando-se contra ela.
— A gente não pode... — murmurou ele, mas já estava abrindo o zíper.
— Então para — provocou ela, olhando por cima do ombro com aqueles olhos verdes cheios de fogo.
Lucas não parou. Empurrou o vestido para cima, expondo a bunda branca e redonda. A cabeça grossa do pau roçou na entrada molhada dela antes de entrar devagar, centímetro por centímetro. Ana soltou um gemidinho manhoso, agarrando a borda da pia.
— Ai, Lucas... você é bem maior que eu imaginava...
Ele começou a meter com força, uma mão no cabelo ruivo dela, puxando a cabeça para trás enquanto a outra apertava o seio por cima do vestido. O som molhado dos corpos se chocando enchia a cozinha. Ana rebolava, apertando ele por dentro, gozando pela primeira vez com o pau grosso esticando sua bocetinha apertada.
— Me fode mais forte... — pediu, quase sem fôlego. — Quero sentir você todo.
Lucas obedeceu. Segurou os quadris dela com as duas mãos e meteu fundo, rápido, até sentir as bolas batendo na boceta encharcada. Ana gozou de novo, tremendo, apertando ele com força. Ele não aguentou mais: puxou o pau para fora no último segundo e gozou forte nas costas dela, jatos grossos e quentes escorrendo pela pele clara e pelas sardas.
Os dois ficaram ali, ofegantes, o pau ainda roçando na bundinha melada de porra.
Ana virou o rosto, sorriu com aquele ar inocente e safado ao mesmo tempo e sussurrou:
— Quando a Clara voltar... a gente faz de novo?
Lucas só conseguiu rir, sem fôlego, sabendo que estava completamente perdido.


