Era um culto de domingo à noite, daqueles bem longos e quentes. A igreja estava lotada, o pastor gritando aleluia no púlpito e o ar-condicionado mal dava conta do calor que subia das pessoas. Aninha, 28 anos, casada há seis com o irmão João, estava sentada na terceira fila, vestida como sempre: saia longa floral, blusa comportada de botão até o pescoço e salto baixo. Mas por baixo daquela roupa de “esposa exemplar”, a calcinha já estava molhada desde o momento em que eu entrei e troquei um olhar com ela. Eu era o novo obreiro que ajudava com o som. Alto, forte, voz grossa. Todo mundo achava que eu era um homem de Deus. Aninha sabia que não. No meio do louvor, quando todo mundo estava de olhos fechados e mãos levantadas, ela se levantou discretamente e caminhou até o corredor dos fundos. Passou por mim roçando o corpo de leve e sussurrou quase sem mexer os lábios: — Banheiro feminino. Agora. Meu pau já começou a latejar dentro da calça social. Esperei uns trinta segundos e fui atrás. O banheiro da igreja era antigo, com três cabines e uma pia grande. Entrei e tranquei a porta principal. Ouvi o barulho de uma cabine se abrindo no fundo. Aninha estava lá, saia já levantada até a cintura, calcinha branca de renda puxada pro lado. A bucetinha inchada, rosada, brilhando de tesão. Ela me olhou com aqueles olhos de santa que vira puta em segundos: — Rápido… meu marido tá lá fora cantando no coral. Não falei nada. Só abri o zíper, tirei meu pau grosso e pesado pra fora e empurrei ela contra a parede fria da cabine. Aninha gemeu baixinho quando sentiu a cabeça grossa roçando na entrada melada. — Arromba logo… me fode gostoso — pediu, voz tremendo de desejo e medo de ser pega. Eu segurei aqueles quadris carnudos de casada e meti tudo de uma vez. A buceta dela era apertada pra caralho, quente, escorregadia. Aninha mordeu o próprio braço pra não gritar enquanto eu começava a socar fundo, sem piedade, fazendo aquele barulho molhado ecoar no banheiro vazio. — Ai meu Deus… que pauzão… tá me arrombando todinha — ela gemia baixinho, olhos revirando. Eu segurava ela pelos cabelos, puxando a cabeça pra trás enquanto metia cada vez mais forte. A saia subia e descia no ritmo das estocadas. Tirei um dos peitos dela pra fora do sutiã e belisquei o bico duro, fazendo ela rebolar no meu pau como uma vadia desesperada. — Você é uma putinha casada, né Aninha? Vem pra igreja rezar mas quer é levar rola no banheiro… — Sou… sou sua putinha… arromba mais… me faz gozar antes que alguém venha… Aumentei o ritmo, batendo fundo, sentindo as paredes da buceta dela apertando meu pau. Aninha começou a tremer, as pernas fraquejando. Eu tapei a boca dela com a mão quando ela gozou forte, gemendo abafado, esguichando um pouco no chão do banheiro da igreja. Não parei. Continuei metendo até sentir minhas bolas apertarem. Tirei o pau na hora certa e gozei grosso em cima da bundinha redonda dela, jatos quentes escorrendo pela pele clara enquanto ela ainda ofegava. Aninha virou o rosto, me deu um beijo rápido e safado, limpou a porra com papel higiênico e ajeitou a saia como se nada tivesse acontecido. — Daqui a pouco volto pro culto… se meu marido perguntar, diz que eu tava passando mal — disse com um sorrisinho safado. Saiu rebolando leve, com a bucetinha ainda latejando e meu gozo escorrendo devagar pela coxa por baixo da saia. Eu fiquei lá mais um minuto, pau ainda semi-duro, sabendo que no próximo culto ela ia voltar pedindo mais.
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