A lua de mel foi pra **Ilha do Mel** — escolha do marido, que queria algo “romântico e tranquilo”. Eles ficaram numa pousadinha charmosa na Vila Nova Brasília, perto da Praia da Fortaleza. Areia branca, mar esmeralda, pouca gente, trilhas na mata e aquele clima selvagem que deixava Paola ainda mais molhada.
No primeiro dia, o marido (chamado **Bruno**) quis fazer amor romântico: luz baixa, velas, beijos lentos. Paola fingiu gostar. Gozou, mas foi fraco. Quando ele dormiu, ela saiu sozinha pra praia de noite, só de saída de praia transparente por cima do biquíni.
Na beira do mar, sob a luz da lua, ela encontrou um grupo de quatro rapazes acampando — surfistas de 20 e poucos anos que tinham vindo de barco de Pontal do Sul. Eles reconheceram ela imediatamente.
— Caralho… você não é aquela gata da despedida que os caras comentaram no grupo? — perguntou um deles, alto e tatuado, chamado **Lucas**.
Paola sorriu, tirou a saída de praia e ficou só de biquíni.
— Sou eu mesma. A putinha recém-casada. Meu marido tá dormindo na pousada… e eu tô com saudade de pau de verdade.
Não precisou dizer mais nada.
Eles levaram ela pra uma clareira atrás das dunas, perto da mata. Estenderam as cangas no chão e Paola virou o centro da festa. Primeiro chupou os quatro paus em roda, alternando, babando, engasgando, olhando pra cima com aqueles olhos safados que nunca mudavam.
— Goza na minha cara… marca a noiva — pedia ela, voz rouca.
Dois gozaram no rosto e nos peitos. Os outros dois viraram ela de quatro na areia. Um meteu na buceta, o outro no cu. Dupla penetração forte, sem piedade, enquanto os outros dois assistiam e se masturbavam.
— Isso… me arrombem os dois buracos… sou casada mas continuo sendo a maior vadia — gemia Paola, rebolando, gozando forte, o corpo tremendo sob a luz da lua.
Eles se revezaram a noite inteira. Paola foi comida de todas as formas: de quatro, cavalgando, de lado, de pé contra uma árvore. Gozo escorria pela buceta, pelo cu, pelo rosto, pelos cabelos. Ela engolia, pedia mais, lambia tudo que sobrava.
Quando o céu começou a clarear, ela voltou pra pousada andando devagar, pernas bambas, corpo marcado de tapas e mordidas, cheiro de sexo misturado com mar. Entrou no quarto, tomou um banho rápido e deitou ao lado do marido ainda dormindo.
Bruno acordou, abraçou ela por trás e sentiu a buceta ainda inchada e molhada.
— Você tá tão quente… — murmurou ele, excitado.
Paola sorriu no escuro, abriu as pernas e deixou o marido entrar. Enquanto ele metia devagar e romântico, ela fechava os olhos e lembrava dos quatro paus grossos que tinham acabado de usar ela como puta na praia.
— Me fode mais forte, amor… — sussurrou ela, fingindo que era pra ele.
Naquela semana na Ilha do Mel, Paola escapou quase todo dia: rapidinha na trilha pra Praia do Farol com um barqueiro local, suruba pequena na Praia Grande com os mesmos surfistas, e até uma chupada atrás do Farol das Conchas enquanto o marido tirava fotos turísticas.
No último dia, antes de pegar o barco de volta, ela encontrou os quatro surfistas de novo na Praia da Fortaleza. Dessa vez Bruno estava na pousada arrumando as malas.
Paola se afastou com eles pra um canto mais isolado, tirou o shortinho e a blusa e falou:
— Última vez antes de virar esposa comportada. Me usem bem forte.
Eles fizeram. Metendo um atrás do outro, enchendo ela de porra mais uma vez, chamando de “putinha casada”, “vadia da Ilha do Mel”.
Quando voltou pro barco, Paola sentou ao lado do marido, deu um beijo doce na bochecha dele e sorriu inocente.
Por dentro, a putinha desde novinha sabia que a história estava só começando.