Depois do intervalo quente no banheiro, Paola voltou pra sala com as pernas moles e a calcinha encharcada de porra. Sentou na carteira, cruzou as pernas e sentiu o esperma dos quatro escorrendo devagar pela parte interna das coxas. Ela sorriu discretamente quando Lucas, Matheus, Pedro e Rodrigo trocaram olhares cúmplices com ela. Mas o dia ainda estava só começando. No segundo intervalo, mais dois amigos da sala — o Bruno e o Vinicius — entraram no grupo do WhatsApp: Bruno: Ouvi o que rolou no banheiro do terceiro... Tô duro só de imaginar. Vinicius: A gente quer também. Paola: ?? Encontro com todo mundo no mesmo banheiro no próximo intervalo. Tragam quem mais quiser. Dessa vez foram seis garotos no total. Quando o sinal tocou, Paola já foi na frente, rebolando aquele bundão dentro da saia curta. Os seis entraram logo depois, trancando a porta do banheiro. Eles não tiveram paciência. Tiraram a blusa dela, deixaram os peitos grandes à mostra e a colocaram de joelhos no meio do círculo. Paola chupava um pau atrás do outro, babando muito, enquanto mãos apertavam sua bunda e dedos metiam na boceta e no cu já melados. — Sua putinha da sala... tá virando a vadia oficial — ria o Bruno, enfiando o pau grosso até o fundo da garganta dela. Eles a foderam sem ordem: um na boca, um na boceta, outro no cuzinho. Paola gemia abafado, sendo usada como um brinquedinho coletivo. Gozaram nela várias vezes — dentro da boceta, no cu, nos peitos, no rosto e até no cabelo. Ela estava uma bagunça deliciosa quando o segundo intervalo acabou. Mas o melhor ainda estava por vir. Na última aula do dia, o Professor Renato (42 anos, casado, alto, barba bem feita e fama de sério) percebeu que Paola estava diferente. O uniforme amarrotado, o cabelo bagunçado, o cheiro leve de sexo no ar... Ele ficou observando ela o tempo todo. Quando a aula terminou e a sala esvaziou, ele chamou: — Paola, fica um minuto. Quero falar com você. Assim que a porta fechou e ficaram sozinhos, ele foi direto: — O que aconteceu com você hoje? Tá parecendo que passou a tarde toda sendo comida. Paola não negou. Em vez disso, mordeu o lábio, levantou devagar da carteira e foi até a mesa dele, sentando na beirada. — E se eu disser que dei pra seis amigos da sala no banheiro, professor? O senhor ia fazer o quê? Os olhos do Professor Renato escureceram de tesão. Ele agarrou a coxa dela com força, subiu a mão até sentir a bocetinha inchada e melada. — Sua putinha safada... — murmurou ele, já abrindo o cinto. Ele a virou de bruços sobre a mesa da professora, levantou a saia e meteu o pau grande e grosso de uma vez só na boceta cheia de porra dos alunos. O contraste do homem maduro e experiente fodendo a aluna novinha era insano. Ele estocava forte, segurando o quadril dela, enquanto Paola gemia alto: — Me fode, professor... me usa como os garotos usaram... sou a puta da escola... Renato meteu na boceta, depois no cu, alternando com força. Quando estava quase gozando, ele a fez ajoelhar e gozou muito na boca dela, obrigando a engolir tudo. — Amanhã você vai ficar depois da aula de novo — ordenou ele, guardando o pau ainda semi-duro. — E pode trazer quantos amigos quiser. Quero ver você sendo comida na minha frente. Paola saiu da sala sorrindo, o gosto do professor ainda na boca, já imaginando o dia seguinte.
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