Num sábado à tarde, Paola foi visitar a tia Marlene (a mesma tia casada com o Sr. Marcos, que já tinha fodido ela na festa de família). A tia tinha saído pra fazer compras e deixou Paola em casa com os dois primos: Lucas (22 anos, alto, corpo definido de academia) e Bruno (20 anos, mais magrinho mas com pau grande e fome de novinha).
Os primos sempre tiveram tesão na prima mais nova. Assim que a tia saiu, Lucas não perdeu tempo. Puxou Paola pro quarto dele e começou a beijá-la com força, apertando aqueles peitos firmes por cima da regata fina.
— Porra, prima… você tá uma delícia — murmurou ele, já enfiando a mão por baixo da shortinho jeans.
Bruno entrou no quarto logo em seguida e sorriu malicioso ao ver a cena.
— Hoje a putinha da família vai levar dos dois, né?
Paola riu safada, já molhada só de imaginar. Em poucos minutos os três estavam pelados na cama de casal do Lucas. Ela ficou de quatro, engolindo o pau grosso do primo Lucas até o fundo da garganta enquanto Bruno metia devagar na bucetinha apertada dela por trás.
— Ai, primos… me fodam juntos… sou a vadia de vocês — gemia Paola, rebolando a bundinha.
Lucas segurava o cabelo dela e fodia sua boca com vontade. Bruno dava estocadas fundas, batendo as bolas na boceta molhada. Eles trocaram de posição várias vezes: Paola cavalgando Lucas enquanto chupava Bruno, depois os dois primos a viraram de lado e fizeram um sanduíche, um na buceta e o outro no cuzinho apertado.
O quarto estava cheio de gemidos, tapa na bunda e o barulho molhado de carne contra carne. Paola gozou pela segunda vez, tremendo, quando Bruno meteu tudo no cu dela enquanto Lucas enchia sua boca de porra quente.
Foi nesse exato momento que a porta do quarto abriu.
Tia Marlene estava parada na entrada, sacolas de compra na mão, olhos arregalados ao ver a sobrinha novinha sendo duplamente comida pelos próprios filhos.
— Mas que porra é essa?! — gritou ela, chocada.
Paola, ainda com o pau de Bruno no cu e esperma escorrendo do queixo, olhou pra tia com cara de safada em vez de assustada.
Lucas e Bruno congelaram, paus latejando dentro da prima.
Em vez de gritar mais ou expulsar todo mundo, tia Marlene fechou a porta devagar, respirou fundo e soltou as sacolas no chão. Seus olhos percorreram o corpo suado e marcado da sobrinha.
— Sua putinha descarada… — murmurou a tia, voz rouca. — Eu sabia que você era safada, mas com meus filhos? Na minha casa?
Paola sorriu, lambendo o canto da boca.
— A tia quer assistir… ou quer participar? Seu marido já me comeu, sabia?
Marlene hesitou por dois segundos, mas o tesão falou mais alto. Ela largou a bolsa, tirou a blusa e revelou os peitos grandes e maduros, ainda firmes apesar dos 42 anos.
— Se vocês vão foder a putinha da família, vão fazer direito — disse ela, tirando a saia.
A tia se aproximou da cama. Sentou na beira e puxou o rosto de Paola pra entre suas pernas, ainda de calcinha molhada.
— Chupa sua tia, sua vadia.
Enquanto Paola lambia a buceta da tia com fome, Lucas e Bruno voltaram a meter nela: um no cu, outro na boceta, agora com a mãe assistindo e gemendo. Marlene segurava a cabeça da sobrinha contra sua buceta, rebolando enquanto via os filhos arrombando Paola.
— Isso… fode ela bem gostoso… minha sobrinha é uma puta melhor que eu — gemia a tia.
A suruba subiu de nível. Marlene acabou cavalgando o pau do próprio filho Lucas enquanto Paola sentava no pau de Bruno e as duas se beijavam, peitos roçando um no outro. No final, os dois primos gozaram juntos: Lucas enchendo a buceta da mãe e Bruno jorrando no rosto de Paola e da tia.
Todas ficaram caídas na cama, suadas, meladas de porra e gozo, respirando pesado.
Tia Marlene, ainda ofegante, passou a mão no cabelo de Paola e sussurrou:
— Da próxima vez que vier aqui, avisa antes… pra eu mandar os dois tomarem banho e esperarem você pelados.
Paola sorriu, lambendo o esperma dos lábios.
— Pode deixar, tia. A putinha da família volta sempre.

