O sol da tarde queimava forte em Santa Catarina, refletindo na água azul da piscina. O marido de Paola só voltaria no domingo à noite, e os três trabalhadores — Seu Jorge (42 anos), Valter (39 anos) e Juninho (24 anos) — ainda estavam na casa terminando o serviço da parede dos fundos. Mas o trabalho havia sido completamente esquecido.
Paola, completamente nua, estava deitada na borda da piscina, pernas abertas, exibindo a boceta lisinha e ainda vermelha da foda anterior. Seus seios grandes e morenos brilhavam com óleo corporal e suor. Os três homens, também nus, paus semi-duros balançando, olhavam para ela como predadores.
— Vamos pra piscina — disse ela, voz manhosa, levantando-se e caminhando devagar até a escada. A bunda empinada balançava a cada passo, gotas de porra seca ainda visíveis nas coxas grossas.
Os três a seguiram. A água estava morna, perfeita para um ménage quente. Paola mergulhou primeiro, emergindo com os cabelos castanhos colados no corpo e os mamilos duros. Ela encostou-se na borda mais rasa, onde a água batia na cintura, e chamou com o dedo:
— Vem… quero os três aqui dentro comigo.
Seu Jorge foi o primeiro. Alto e forte, aproximou-se por trás, apertando os seios dela com as mãos grandes e calejadas. Beliscou os mamilos enquanto beijava o pescoço molhado. Valter veio pela frente, beijando a boca de Paola com fome, a língua dançando com a dela enquanto uma mão descia para esfregar o clitóris inchado debaixo d’água. Juninho ficou ao lado, masturbando o pau grosso, esperando a vez.
Logo o clima esquentou. Paola virou de frente para a borda, inclinando o corpo para fora da piscina, bunda empinada dentro da água. Seu Jorge posicionou-se atrás dela. Seu pau grosso e veioso esfregou na entrada da boceta molhada, depois entrou devagar, centímetro por centímetro, até estar todo enterrado.
— Aaaahhh… que rola grossa… me enche — gemeu Paola, apertando a borda da piscina.
Enquanto Jorge começava a meter com estocadas firmes, Valter subiu na borda, sentando-se na borda com as pernas abertas. Paola inclinou o tronco para frente e engoliu o pau longo e curvado dele, chupando com vontade, babando bastante mesmo com a água respingando.
Juninho, impaciente, entrou na água atrás de Jorge. Ele cuspiu na mão, esfregou no próprio pau e depois no cuzinho de Paola, que ainda piscava de tesão.
— Hoje vou comer esse cu gostoso enquanto o Jorge fode sua boceta — avisou o jovem.
Paola tirou o pau de Valter da boca só para implorar:
— Sim… coloca os dois… quero dupla penetração na piscina… me fode nos dois buracos ao mesmo tempo!
Jorge parou de meter por um instante, segurando os quadris dela firme. Valter segurou a cabeça de Paola, mantendo o pau na boca dela. Juninho pressionou a cabeça grossa do pau contra o anel apertado do cu. A água da piscina tornava tudo mais escorregadio. Ele empurrou devagar, sentindo a resistência, depois forçou um pouco mais. Paola soltou um gemido abafado pelo pau de Valter quando o pau de Juninho começou a entrar no cu.
Centímetro por centímetro, o pau jovem e grosso abriu o cuzinho dela. A sensação era intensa: a boceta já cheia do pau grosso de Jorge, e agora o cu sendo invadido pelo pau de Juninho. Os dois paus se encontravam dentro dela, separados por uma fina parede, roçando um no outro a cada movimento.
— Porra… tá tão apertado… — grunhiu Juninho, enterrando mais fundo.
Quando ele estava todo dentro, os dois homens começaram a meter. No começo devagar, para Paola se acostumar com a dupla penetração dentro da água. Jorge metia na boceta com estocadas profundas, fazendo a água balançar. Juninho metia no cu com movimentos mais curtos e fortes. A fricção era insana — Paola sentia cada veia, cada pulsação dos dois paus ao mesmo tempo.
— Aaaahhh… caralho… os dois me rasgando… tão cheio… sinto vocês roçando dentro de mim! — gritava ela entre chupadas no pau de Valter.
A água da piscina ajudava no deslize, mas também criava um som molhado e obsceno toda vez que os quadris batiam contra a bunda dela. Os seios grandes de Paola balançavam pesados, batendo contra a borda. Valter fodia a boca dela com vontade, segurando os cabelos molhados.
Os três homens aumentaram o ritmo. Agora fodiam sem piedade. Jorge e Juninho meteram em sincronia: quando Jorge entrava na boceta, Juninho saía do cu, e vice-versa. Depois começaram a meter os dois ao mesmo tempo, esticando os dois buracos ao limite. Paola gozou pela primeira vez assim, o corpo tremendo violentamente dentro da água. Um jato de squirt misturou-se à água da piscina enquanto a boceta e o cu apertavam os paus com força.
— Ela tá gozando pra caralho! — exclamou Jorge, dando tapas na bunda molhada.
Eles não pararam. Mudaram ligeiramente de posição. Jorge sentou no degrau submerso da piscina. Paola sentou nele de costas, o pau grosso deslizando de volta para a boceta. Juninho posicionou-se na frente dela, dentro da água, e enfiou o pau no cu novamente. Agora era uma dupla penetração de frente: boceta e cu sendo fodidos enquanto Paola estava sentada no colo de Jorge.
Valter ficou em pé na borda, bem na frente do rosto dela, fodendo sua boca com estocadas profundas, quase engasgando-a.
A água batia contra os corpos, criando ondas pequenas. Paola estava completamente preenchida — boceta, cu e boca. Os gemidos abafados dela ecoavam no quintal. Ela gozou mais duas vezes, o corpo convulsionando entre os três homens, pernas tremendo na água.
No final, os três decidiram gozar juntos.
Valter foi o primeiro: puxou o pau da boca e gozou forte no rosto e nos seios de Paola, jatos grossos e brancos contrastando com a pele morena molhada.
Jorge grunhiu e explodiu dentro da boceta, enchendo o útero de porra quente. Juninho, sentindo o pau de Jorge pulsando do outro lado, enterrou fundo no cu e gozou violentamente, inundando o intestino com sêmen abundante.
Quando os paus saíram, Paola ficou flutuando na água rasa, pernas abertas, boceta e cu abertos e vermelhos, um rio de porra branca escorrendo dos dois buracos e se misturando à água da piscina. O rosto e os seios dela estavam melados de sêmen. Ela sorriu, safada, passando os dedos na mistura e lambendo devagar.
— Que delícia… ser comida na piscina pelos três… — murmurou, voz rouca. — Amanhã quero de novo… mas dessa vez quero que vocês me fodam na boia, flutuando… e quero sentir dupla penetração enquanto flutuo na água.
Seu Jorge riu, passando a mão na bunda dela ainda dentro da água.
— Pode deixar, dona Paola. Amanhã a gente te transforma na puta da piscina. Vamos te encher tanto que você vai vazar porra o resto do dia.
Paola olhou para os três paus ainda semi-duros e lambeu os lábios.
— Mal posso esperar.


