Era uma tarde abafada de verão em Santa Catarina. O sol forte batia na casa geminada e o ar-condicionado do marido de Paola estava quebrado há dias, deixando tudo ainda mais quente e incômodo. Paola, 32 anos, corpo cheio de curvas generosas — seios grandes e firmes, cintura marcada, quadris largos e uma bunda redonda e empinada —, decidiu ficar em casa com o mínimo de roupa possível. Vestia apenas uma regata branca fina, quase transparente de tão gasta, sem sutiã, e um shortinho jeans bem curto que mal cobria a metade das coxas grossas e macias. Seus cabelos castanhos longos estavam presos em um rabo de cavalo alto, e a pele morena dourada brilhava com uma leve camada de suor.
Do quintal ao lado, Marcos, o vizinho casado de 38 anos, observava tudo. Ele era alto, de ombros largos, braços definidos pelo trabalho na construção, barba bem aparada e um olhar que carregava desejo contido há meses. Sua esposa estava viajando para visitar a mãe, e o marido de Paola saía cedo e voltava tarde do escritório. A oportunidade batia à porta.
Paola estava regando as plantas da varanda quando sentiu o olhar dele. Virou-se devagar, fingindo surpresa, mas o sorriso safado que deu entregava tudo.
— Tá calor hoje, hein, vizinha? — disse Marcos, apoiando os braços na cerca baixa que separava as casas.
— Um inferno — respondeu ela, passando a mão pela nuca suada, o que fez a regata subir um pouco e revelar a parte de baixo dos seios. — Meu marido só volta lá pelas oito. E o seu ar-condicionado?
Marcos sorriu, os olhos descendo sem disfarce para os mamilos marcando o tecido fino.
— O meu tá funcionando perfeitamente. Quer vir tomar uma água gelada lá em casa?
Paola mordeu o lábio inferior, sentindo um calor diferente subir entre as pernas. Fazia meses que o sexo com o marido era mecânico e rápido. Marcos, por outro lado, olhava para ela como se quisesse devorá-la.
— Melhor você vir aqui — respondeu ela, voz baixa e rouca. — Ninguém vai ver.
Marcos não pensou duas vezes. Pulou a cerca com facilidade e entrou pela porta dos fundos que Paola deixou aberta. Assim que a porta se fechou, o clima mudou. Ele a prensou contra a parede da cozinha, uma mão grande segurando a cintura dela, a outra subindo direto para os seios. Apertou com vontade, sentindo o peso e a maciez através do tecido fino.
— Porra, Paola... você não tem ideia de quanto tempo eu quis fazer isso — murmurou ele contra o pescoço dela, beijando e mordendo de leve.
Paola gemeu baixinho, arqueando as costas para pressionar os seios contra a palma dele.
— Então para de falar e faz — provocou ela, já sentindo a ereção dele, grossa e dura, pressionando contra sua barriga.
Marcos puxou a regata para cima com urgência, expondo os seios grandes e morenos, mamilos escuros e duros de excitação. Baixou a cabeça e chupou um deles com fome, a língua girando em volta do bico enquanto a mão massageava o outro. Paola soltou um suspiro longo, enfiando os dedos nos cabelos curtos dele.
— Ai, caralho... assim...
Enquanto chupava, a mão livre dele desceu, abrindo o botão do shortinho jeans e enfiando os dedos por dentro da calcinha fina. Sentiu a boceta dela já molhada, os lábios inchados e escorregadios. Dois dedos deslizaram facilmente para dentro, fazendo Paola gemer mais alto e abrir mais as pernas.
— Tão molhada pra mim... — grunhiu Marcos, movendo os dedos devagar, curvando-os para acertar o ponto certo. — Seu marido não te fode direito, né?
Paola balançou a cabeça, ofegante.
— Não... ele nunca me deixa assim... continua, por favor...
Marcos tirou os dedos, lambeu-os na frente dela com um olhar safado, depois puxou o shortinho e a calcinha para baixo de uma vez. Paola ficou completamente nua da cintura para baixo, a boceta lisinha e brilhando de tesão. Ele se ajoelhou rapidamente, abriu as coxas grossas dela e enterrou o rosto entre elas. A língua quente lambeu devagar do períneo até o clitóris, depois sugou o botão inchado com vontade.
Paola gritou de prazer, as pernas tremendo. Segurou a cabeça dele com as duas mãos, rebolando contra a boca dele.
— Isso... chupa minha boceta... ai, Marcos... que língua gostosa...
Ele não parou. Lambeu, sugou e penetrou com a língua, os dedos voltando a foder devagar enquanto a boca trabalhava no clitóris. Paola gozou pela primeira vez em menos de dois minutos, o corpo inteiro convulsionando, um jato leve de prazer molhando o queixo de Marcos. Ele continuou lambendo até ela parar de tremer.
Quando se levantou, Paola estava com os olhos vidrados de desejo. Ajoelhou-se na frente dele, abriu o cinto e o zíper da bermuda com pressa. O pau de Marcos saltou para fora — grosso, veioso, com uns 20cm, a cabeça rosada e brilhando de pré-gozo. Ela lambeu os lábios e o pegou com as duas mãos, masturbando devagar enquanto olhava para cima.
— Que pau lindo... meu marido tem metade disso...
Sem esperar, ela abriu a boca e engoliu o máximo que conseguiu, chupando com vontade, a cabeça indo e vindo enquanto a mão massageava a base. Marcos gemeu alto, segurando os cabelos dela, fodendo sua boca com estocadas controladas.
— Porra, Paola... que boca gulosa...
Depois de alguns minutos, ele a puxou para cima, virou-a de costas e a inclinou sobre a mesa da cozinha. A bunda empinada e redonda ficou perfeitamente exposta. Marcos deu um tapa forte, fazendo a carne tremer, depois outro e mais outro, até a pele ficar rosada.
— Abre mais as pernas — ordenou ele.
Paola obedeceu, gemendo. Ele esfregou a cabeça grossa do pau na entrada molhada da boceta dela, provocando, depois empurrou devagar, centímetro por centímetro, sentindo as paredes quentes e apertadas o engolirem.
— Aaaahhh... que delícia... vai fundo... — implorou Paola.
Quando estava todo dentro, Marcos segurou os quadris dela com força e começou a meter com ritmo pesado. O som molhado de pele contra pele enchia a cozinha. Cada estocada fazia os seios de Paola balançarem contra a mesa, os mamilos roçando na madeira fria. Ele metia fundo, saindo quase todo e entrando com força, a barriga batendo contra a bunda dela.
— Toma essa rola, vadia... essa boceta agora é minha — grunhiu ele, acelerando.
Paola gemia alto, sem se importar se alguém pudesse ouvir.
— Sim... fode minha boceta... mais forte... me usa...
Marcos mudou de posição. Puxou uma perna dela para cima, abrindo-a mais, e continuou metendo enquanto uma mão descia para esfregar o clitóris inchado. Paola gozou pela segunda vez, a boceta apertando o pau dele como um punho, gemendo o nome dele entre soluços de prazer.
Ele não parou. Virou-a de frente, colocou-a sentada na mesa, abriu bem as pernas dela e voltou a entrar fundo. Agora olhavam nos olhos um do outro enquanto ele fodia com estocadas longas e profundas. Paola cravava as unhas nas costas dele, mordendo o ombro musculoso.
— Goza dentro... eu tomo anticoncepcional... enche minha boceta...
Marcos acelerou, o suor escorrendo dos dois. Com um grunhido rouco, ele gozou forte, jatos quentes e grossos enchendo a boceta de Paola até transbordar. Ficaram assim por um momento, ofegantes, o pau ainda pulsando dentro dela.
Quando ele saiu, um fio grosso de porra escorreu pela coxa morena dela. Paola sorriu, safada, passando os dedos na mistura e lambendo devagar.
— Amanhã meu marido viaja cedo pra Florianópolis e só volta na sexta. Você vem aqui de manhã... e eu quero que você me foda a manhã inteira.
Marcos beijou a boca dela com fome.
— Pode deixar. Vou trazer óleo pra massagear esse corpo todo e depois te foder em todas as posições que você quiser. Essa boceta casada agora tem dono novo.
Paola riu baixinho, ainda tremendo de prazer.
— Ótimo... porque eu já tô viciada nessa rola de vizinho.
