Depois daquela noite com Júnior e Rafael na sala de casa, Bruno mudou completamente. Ele não era mais o marido traído e enganado. Agora era o marido que sabia, que aceitava e, principalmente, que queria ver mais. Os dois conversaram muito nos dias seguintes. Bruno confessou que ver Paola sendo usada por outros homens tinha sido a coisa mais excitante da vida dele. Paola, por sua vez, confessou que sempre sonhou em ser puta na frente do marido. — Quero que você participe também — disse ela uma noite, deitada nua no peito dele. — Quero que você me veja sendo fodida… e depois quero que você me foda logo em seguida, sentindo a porra deles ainda dentro de mim. Bruno ficou duro só de ouvir. Uma semana depois, eles marcaram algo maior. Paola chamou Kauã, o dotado de Guaratuba, e mais um amigo dele chamado Victor, um negro alto e musculoso de 30 anos que também era muito bem dotado. Os dois aceitaram o convite imediatamente quando souberam que o marido iria assistir… e participar. Eles combinaram para uma sexta-feira à noite, na própria casa do casal. Bruno preparou tudo: deixou a sala bem iluminada, colocou uma cadeira confortável para ele assistir de perto, e comprou uma garrafa de uísque para relaxar os nervos. Paola se arrumou como a puta que era: lingerie vermelha transparente, salto alto, maquiagem forte e o plug anal já colocado. Quando Kauã e Victor chegaram, o clima ficou elétrico. Paola recebeu os dois na porta, beijou cada um na boca e levou-os para a sala. Bruno estava sentado na poltrona, já com o pau para fora, batendo devagar. — Amor, esses são Kauã e Victor. Kauã é o dotado que eu te contei… e Victor também não fica atrás — disse ela com um sorriso safado. Os dois homens tiraram a roupa. Quando os paus enormes saltaram para fora, Bruno arregalou os olhos. Eram realmente impressionantes — grossos, longos, veiosos. Muito maiores que o dele. Paola se ajoelhou no meio da sala e começou a chupar os dois ao mesmo tempo, alternando, babando muito, olhando para o marido o tempo todo. — Olha bem, amor… olha como eu engulo esses paus grandes — gemeu ela, engasgando no pau de Kauã enquanto Victor batia o dele no rosto dela. Bruno masturbava-se mais rápido, respirando pesado. Depois de deixar os dois bem duros, Paola deitou no sofá grande e abriu as pernas. — Kauã… vem me foder primeiro. Quero que meu marido veja esse monstro entrando em mim. Kauã posicionou a cabeça grossa na buceta dela e empurrou devagar. Paola soltou um gemido alto quando o pauzão começou a abri-la. — Aaaahhh… tá me rasgando… olha amor, olha como ele tá me abrindo! Bruno levantou da cadeira e se aproximou para ver de perto. Viu centímetro por centímetro do pau enorme desaparecer dentro da esposa. Paola tremia, gozando só da penetração. Enquanto Kauã metia fundo e forte, Victor enfiou o pau na boca dela. Paola era usada nos dois buracos, gemendo sem parar, olhando para Bruno com olhos pidões. — Quer participar agora, amor? — perguntou ela entre um gemido e outro. Bruno não pensou duas vezes. Tirou toda a roupa e se aproximou. Kauã saiu de dentro dela por um momento. Bruno colocou o pau na buceta melada da esposa — estava quente, aberta e escorregadia por causa do outro homem. — Porra… tá tão larga… tão molhada… — gemeu Bruno enquanto metia. Paola sorriu: — Isso… fode sua putinha depois que o dotado abriu ela pra você. Bruno meteu alguns minutos, sentindo a diferença. Depois Kauã voltou, e eles começaram a revezar: um metia na buceta enquanto o outro recebia uma mamada gulosa. Victor foi para trás e tirou o plug anal de Paola. Cuspiu e enfiou o pau grosso no cuzinho dela. Agora Paola estava completamente cheia: pau na buceta (Kauã), pau no cu (Victor) e chupando o marido ao mesmo tempo. Ela gozava sem parar, o corpo tremendo violentamente, gemendo abafada pelo pau de Bruno. — Sou a puta de vocês três… me usem… me encham de porra! Os três homens se revezaram por quase uma hora. Paola foi fodida em todas as posições: de quatro, cavalgando, de lado, de pé. Bruno assistia de perto, às vezes participava, às vezes só batia punheta vendo a esposa ser destruída. No final, os três ficaram em volta dela, que estava de joelhos no chão da sala, suada, vermelha, com a buceta e o cu abertos e pingando. — Gozem em mim… marquem sua putinha casada — pediu ela. Kauã, Victor e Bruno gozaram quase ao mesmo tempo. Jatos grossos cobriram o rosto, os peitos, a barriga e a boca de Paola. Ela engoliu o que pôde, lambendo os paus um por um, inclusive o do marido. Quando acabou, Paola olhou para Bruno com um sorriso cansado e satisfeito: — E aí, amor? Gostou de ver e participar? Bruno, ainda ofegante, respondeu: — Quero mais. Quero ver você sendo ainda mais puta… com mais homens… e quero participar sempre. Paola riu baixinho, passando o dedo na porra que escorria pelo seu corpo e levando à boca. — Então prepare-se, amor. Porque agora a putinha desde novinha tem um marido que adora assistir… e ajudar. A partir daquela noite, o casamento deles nunca mais foi o mesmo.
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