Paola tinha 22 anos quando decidiu se casar com um cara “certo” — um engenheiro chato e certinho que nunca imaginaria o que ela realmente era. Mas antes de colocar a aliança, ela quis uma despedida de solteira à altura da putinha que sempre foi.
Os primos Thiago e Rafa organizaram tudo. Alugaram uma suíte enorme em um resort discreto em Matinhos e reservaram a noite inteira no **Cabaré Lua Vermelha**, um lugar famoso no litoral paranaense por ser discreto, luxuoso e extremamente liberal. Luzes vermelhas, palco com pole dance, sofás de veludo preto, champagne caro e um público que sabia guardar segredo.
Paola chegou como a estrela da noite: vestido curto preto, decote profundo que quase deixava os seios à mostra, sem sutiã, e por baixo uma calcinha fio-dental vermelha. Os cabelos soltos, maquiagem forte e um sorriso de quem já sabia que ia ser destruída de prazer.
Quando entraram na sala VIP reservada para eles, o cabaré já estava animado. Havia uns 12 homens no total: os primos Thiago e Rafa, três amigos da faculdade dela, dois colegas de trabalho do noivo (que não faziam ideia de quem ela era de verdade), o salva-vidas Marcos de Caiobá (que os primos chamaram de surpresa), o instrutor Diego de Ipanema, e mais alguns caras que frequentavam o cabaré.
A música era alta, o ar cheirava a álcool e sexo.
Paola subiu no pequeno palco no centro da sala VIP. Tirou o vestido devagar, ficando só com a calcinha vermelha e os saltos altos. Os peitos firmes balançavam livres enquanto ela dançava, rebolando e abrindo as pernas para o público.
— Hoje eu não sou noiva de ninguém — disse ela ao microfone, voz rouca de tesão. — Hoje eu sou a putinha de vocês. Podem usar como quiserem.
Os aplausos e assobios encheram o lugar.
Primeiro foram os primos. Thiago e Rafa subiram no palco. Thiago sentou numa cadeira e Paola montou nele de frente, descendo devagar no pau grosso enquanto gemia alto. Rafa ficou atrás, lambuzando o cuzinho dela com saliva e enfiando devagar. Dupla penetração bem no meio do palco, com Paola gritando de prazer:
— Isso… me fodam os dois buracos… sou a vadia da família!
Os outros assistiam, já tirando a roupa. Marcos, o salva-vidas, foi o próximo. Puxou Paola para o sofá, colocou ela de quatro e meteu na buceta ainda aberta, batendo forte enquanto Diego enfiava o pau na boca dela.
— Lembra de Caiobá e Ipanema, sua safada? — provocou Marcos, dando tapas na bunda.
Paola só conseguia gemer, o corpo suado brilhando sob as luzes vermelhas.
A noite virou uma verdadeira suruba. Paola foi passada de mão em mão como a puta oficial da despedida. Um cara metia na boca enquanto outro fodia a buceta. Depois trocavam. Teve momento em que ela estava deitada no sofá grande, pernas abertas, sendo comida por três ao mesmo tempo: um na buceta, um no cu e um na boca.
— Mais forte! Me arrombem! — gritava ela, voz rouca, olhos revirando de prazer.
Gozo escorria pelo corpo dela: no rosto, nos peitos, na barriga, escorrendo da buceta e do cu. Paola gozava sem parar, o corpo tremendo, a boceta e o cuzinho pulsando.
Em determinado momento, os caras fizeram uma roda em volta dela. Paola ajoelhou no centro, nua, suada e coberta de porra, e chupou todos os paus um por um, olhando nos olhos de cada um enquanto engolia fundo.
— Eu sou a putinha desde novinha… e hoje tô me despedindo sendo a maior vadia possível — disse ela, rindo safada entre uma chupada e outra.
A madrugada já ia alta quando o último cara gozou na cara dela. Paola estava destruída: cabelo bagunçado, maquiagem borrada, corpo marcado de tapas e mordidas, buceta e cu vermelhos e inchados, gozo escorrendo por todos os lados.
Ela sentou no sofá, pernas abertas, passando o dedo na mistura de porra que escorria da sua boceta e levando à boca.
— Obrigada pela despedida, meninos… — murmurou, sorrindo exausta e satisfeita. — Acho que nunca mais vou ser tão puta assim… ou vou?
Thiago riu, acendendo um cigarro:
— Com você, priminha, a gente nunca sabe.
Paola olhou para o anel de noivado que ainda estava no dedo e sorriu maliciosamente.
A putinha desde novinha tinha acabado de ter a despedida de solteira que sempre mereceu.