Depois da segunda festa, onde quase foi pega no meio da sala sendo duplamente penetrada pelos primos, Paola ficou ainda mais viciada em risco. Bruno, cada vez mais ocupado no trabalho, sugeriu uma viagem de casal para “reavivar a chama”.
— Vamos pra Guaratuba, amor? Ouvi que tem praias lindas e mais tranquilas que Caiobá — disse ele.
Paola sorriu por dentro. Guaratuba era perfeita: praia grande, calçadão movimentado, muitos bares e, o mais importante, um lugar onde ela poderia “conhecer gente nova” sem levantar muita suspeita.
Mas Paola já tinha um plano. Meses antes, em um grupo secreto de swing e putaria no WhatsApp, ela começou a conversar com **Kauã**, um cara de 28 anos que morava em Curitiba mas frequentava o litoral. Ele se autodenominava “o dotado” — e as fotos que enviava não mentiam. Um pau preto, grosso, veioso, com mais de 23 cm e uma cabeça enorme que fazia Paola babar só de olhar as mensagens.
— Quero sentir esse monstro dentro de mim enquanto meu marido dorme do lado — escreveu ela para ele.
Kauã topou na hora. Combinaram tudo: Bruno e Paola ficariam em uma pousada charmosa na Praia Central de Guaratuba. Kauã alugaria um quarto no mesmo andar, duas portas depois.
A viagem começou romântica. No primeiro dia, Bruno e Paola caminharam de mãos dadas na areia, tomaram água de coco, fizeram amor lento no quarto com vista pro mar. Paola fingiu gemer de prazer, mas por dentro só pensava no pauzão que a esperava.
Na segunda noite, enquanto Bruno tomava banho, Paola mandou mensagem:
“Quarto 212. Meu marido vai dormir cedo. Vem.”
Kauã apareceu às 23h30. Alto, moreno, corpo definido de academia, short folgado que já marcava o volume absurdo.
Assim que a porta fechou, Paola caiu de joelhos como a putinha gulosa que era. Puxou o short dele e o pau saltou pesado, batendo no rosto dela.
— Caralho… é maior que nas fotos — gemeu ela, olhos brilhando.
Ela tentou engolir, mas mal cabia metade na boca. Babava tudo, engasgava, lambia as bolas pesadas enquanto massageava o comprimento com as duas mãos.
— Devagar, vadia… seu marido tá no banheiro ainda — sussurrou Kauã, segurando o cabelo dela.
Bruno saiu do banho, deitou na cama e logo apagou, cansado do dia de praia. A luz do abajur ficou ligada baixa.
Paola trancou a porta do banheiro por dentro (caso Bruno acordasse), mas deixou a porta do quarto entreaberta só um dedo — o suficiente pra aumentar o risco.
Ela subiu na cama ao lado do marido dormindo e abriu as pernas. Kauã posicionou a cabeça grossa na entrada da buceta já encharcada e empurrou devagar.
— Aaaahhh… porra… tá me abrindo toda — gemeu Paola baixinho, mordendo o travesseiro.
Centímetro por centímetro, o pau dotado entrava fundo, esticando a bucetinha dela como nunca antes. Quando chegou no fundo, Paola tremia inteira, gozando só da pressão.
Kauã começou a meter mais forte, mas controlado. A cama balançava levemente. Bruno ressonava ao lado, a menos de meio metro.
— Olha pro seu marido enquanto eu te fodo com esse pauzão — ordenou Kauã no ouvido dela.
Paola virou o rosto, olhando para Bruno dormindo tranquilamente, enquanto era arrombada por um pau muito maior que o dele. O som molhado da buceta ecoava baixinho no quarto.
— Mais fundo… me rasga… sou sua puta agora — sussurrava ela.
Kauã virou ela de lado, de conchinha, bem colada no marido. Metia por trás, uma mão tapando a boca de Paola pra abafar os gemidos. O pau batia tão fundo que ela sentia na barriga.
Ela gozou mais duas vezes, o corpo convulsionando, suco escorrendo pelas coxas e molhando o lençol.
No final, Kauã não aguentou. Tirou o pau e gozou forte: jatos grossos e quentes acertando a barriga, os peitos e o rosto de Paola. Ela abriu a boca, pegando o que conseguia, lambendo os dedos depois.
Kauã saiu silenciosamente. Paola ficou deitada ao lado do marido, coberta de porra, buceta vermelha e aberta, ainda pulsando.
De manhã, Bruno acordou, viu a esposa “suada” e sorriu:
— Dormiu bem, amor? Você tá toda marcada…
Paola deu um beijo nele, ainda com gosto de pau na boca, e respondeu:
— Dormi ótima. Guaratuba tá sendo incrível.
Durante os quatro dias da viagem, Paola encontrou Kauã mais três vezes: uma rapidinha no carro dele no estacionamento da praia enquanto Bruno comprava souvenir, outra suruba pequena com um amigo dele na Praia do Brejatuba à noite, e a última, a mais safada, quando ela deixou Bruno na piscina da pousada e foi pro quarto de Kauã chupar e cavalgar o pau dotado por quase uma hora.
Na volta pra Curitiba, no carro, Bruno dirigindo feliz, Paola olhava pela janela com um sorrisinho satisfeito, sentindo a buceta ainda dolorida e cheia de lembranças.
A putinha casada tinha acabado de adicionar mais um capítulo à sua coleção de traições.
E já planejava a próxima viagem… talvez com mais de um dotado.
