Ela vestiu o mesmo biquíni vermelho fio-dental, daqueles que mal cobriam os lábios inchados da sua boceta, e foi sozinha para a praia. Os primos ainda dormiam, e os tios tinham saído para comprar peixe fresco.
A areia já estava quente quando ela chegou. Caminhou devagar até a cadeira alta do salva-vidas, rebolando mais do que o necessário. O salva-vidas do posto 3 era um moreno alto, uns 28 anos, corpo definido de quem passava o dia no sol e no mar. Peito largo, barriga tanquinho, pele bronzeada e um calção vermelho justo que marcava um volume interessante.
O nome dele era **Marcos**. Paola já tinha reparado nele nos dias anteriores — e ele também tinha reparado nela.
Ela parou bem em frente à cadeira, olhando para cima com aqueles olhos grandes e inocentes que escondiam pura safadeza.
— Oi... tá muito quente hoje, né? — disse ela, passando a mão no próprio corpo como se estivesse passando protetor, apertando de leve os peitos por cima do biquíni.
Marcos desceu o olhar pelo corpo dela e sorriu de lado.
— Tá perigoso andar assim por aqui, garota. Esse biquíni é quase nada.
Paola mordeu o lábio inferior e respondeu baixinho:
— Então... você não quer me proteger?
Ele riu, mas o olhar já estava faminto. Olhou para os dois lados da praia — ainda estava cedo, tinha pouca gente. Desceu da cadeira e falou:
— Vem comigo. Tem uma cabana de material atrás do posto. É mais fresco lá.
Paola sentiu a bucetinha pulsar só de ouvir. Seguiu ele até a pequena cabana de madeira usada para guardar pranchas e material de salvamento. Assim que entraram e fecharam a porta, o calor abafado do lugar misturado com o cheiro de mar e suor deixou tudo ainda mais excitante.
Marcos não perdeu tempo. Prendeu Paola contra a parede e enfiou a mão por baixo do biquíni, encontrando a boceta dela já encharcada.
— Caralho, menina... você tá molhada pra caralho — grunhiu ele, enfiando dois dedos grossos de uma vez.
Paola gemeu alto, agarrando o ombro dele.
— Eu sou assim... uma putinha desde novinha. Gosto de pau grande... e o seu parece bem grande.
Ele puxou o calção para baixo. O pau saltou para fora: grosso, venoso, com a cabeça inchada e já babando pré-gozo. Paola caiu de joelhos na areia que tinha entrado na cabana e engoliu quase metade dele na primeira bocada, babando tudo, chupando com fome.
— Porra... que boca gulosa — gemeu Marcos, segurando o cabelo dela com as duas mãos e fodendo sua garganta devagar.
Paola engasgava, lágrimas de tesão escorrendo, mas não parava. Olhava para cima com aquela cara de vadia safada enquanto o pau grosso entrava e saía da sua boca.
Depois de alguns minutos, Marcos a levantou, virou de costas e puxou o fio do biquíni para o lado. Sem aviso, meteu tudo de uma vez na bucetinha apertada dela.
— Aaaahhh... que pauzão! — gritou Paola, apoiando as mãos na parede de madeira.
Ele metia forte, batendo a pelve na bunda redonda dela, o som molhado ecoando dentro da cabana. Uma mão dele apertava o seio, a outra dava tapas na bunda enquanto ele sussurrava no ouvido dela:
— Que putinha novinha... vindo pra praia só pra levar pau de salva-vidas, né?
— Sim... me fode... me usa como sua vadia de praia — respondia ela, rebolando contra ele, sentindo o pau bater bem fundo.
Marcos a virou de frente, levantou uma perna dela e meteu novamente, olhando nos olhos enquanto fodiam de pé. Paola gozou pela primeira vez ali, tremendo toda, apertando o pau dele com a buceta.
Ele não aguentou muito mais. Tirou o pau e mandou ela se ajoelhar de novo.
— Abre a boca, putinha.
Paola obedeceu, língua para fora, olhos pidões. Marcos gozou forte: jatos grossos e quentes acertando a língua, o rosto e os peitos dela. Ela engoliu o que pôde, lambendo os lábios depois, sorrindo satisfeita.
— Posso voltar amanhã? — perguntou ela, ainda de joelhos, o gozo escorrendo pelo queixo.
Marcos riu, passando o pau ainda semi-duro nos lábios dela.
— Pode vir todo dia, sua safada. Mas traz os primos também... eu vi vocês três ontem atrás das pedras.
Paola sorriu maliciosamente, limpando o gozo do peito com o dedo e chupando.
— Pode deixar... eles vão adorar te conhecer melhor.