A balada estava lotada, luzes piscando, grave batendo forte no peito. Camila, 29 anos, casada há quatro com o Rafael, tinha dito em casa que ia só “tomar um drink com as amigas”. Mentira. Ela precisava disso. Precisava se sentir desejada de novo, sem culpa, sem compromisso.
Vestido preto colado no corpo, curto o suficiente para mostrar as coxas grossas e a bunda empinada que o marido tanto gostava, mas que ultimamente mal tocava. Sem calcinha. Ela já tinha decidido isso antes de sair de casa.
No terceiro drink, o primeiro cara se aproximou. Alto, tatuado, sorriso safado. Não demorou dez minutos para ele estar com a mão por baixo do vestido dela, dedos grossos deslizando entre os lábios molhados.
— Caralho, você tá encharcada… — ele murmurou no ouvido dela.
Camila mordeu o lábio e sorriu.
— Então faz alguma coisa com isso.
Ele a puxou para um canto escuro perto do banheiro. Em menos de um minuto ela estava de quatro no sofá surrado da área VIP, o vestido levantado na cintura, levando as estocadas fortes enquanto gemia baixinho. Ele gozou dentro dela rápido, quente, sem camisinha. Ela sentiu o jorro e apertou a buceta em volta do pau dele, tremendo de prazer.
Mal ele saiu, outro já estava ali. Amigo do primeiro. Mais novo, pau mais grosso. Virou ela de frente, abriu as pernas dela e meteu de uma vez só, fundo. Camila agarrou o pescoço dele, unhas cravando na pele, enquanto ele socava sem parar.
— Porra, que puta gostosa… — ele grunhia.
Ela só conseguia gemer. Dois caras já tinham gozado dentro dela e a noite mal tinha começado.
Logo eram três. Um na boca, um na buceta, outro chupando e apertando os peitos dela por cima do vestido. Eles se revezavam sem pudor. Um gozava, saía, outro entrava no lugar. Camila estava suada, o rímel borrado, o vestido todo amassado e manchado de porra.
Em determinado momento, ela estava sentada no colo de um moreno forte, quicando devagar no pau dele, enquanto outro metia na boca dela com força. O terceiro filmava tudo com o celular, zoom na buceta inchada engolindo o pau grosso.
— Olha pra câmera, casada safada — ele ordenou.
Camila olhou, olhos vidrados de tesão, e abriu mais a boca para mostrar a língua enrolada no pau.
Quando o moreno gozou dentro dela, ela gozou junto, jorrando na coxa dele, o corpo inteiro tremendo. Mas não parou. Queria mais.
Perto das quatro da manhã, já tinha perdido a conta. Seis? Sete? Homens diferentes, paus diferentes, gozadas diferentes enchendo ela. A buceta vermelha, inchada, escorrendo porra pelas coxas. Os seios marcados de chupões. A garganta rouca de tanto gemer e chupar.
Ela saiu da balada cambaleando, pernas fracas, um sorriso satisfeito no rosto. O celular vibrou. Mensagem do marido:
“Chegou bem, amor? Tá tudo certo por aí?”
Camila digitou, ainda sentindo o gosto de porra na boca:
“Tudo ótimo. Já tô indo pra casa. Dorme, amanhã te conto como foi a noite.”
Ela guardou o celular, lambeu os lábios e chamou um Uber.
A noite tinha sido exatamente o que ela precisava.
E ela já estava pensando em voltar no próximo fim de semana.