O sábado seguinte chegou rápido demais. Camila estava nervosa e excitada ao mesmo tempo. Rafael dirigia em silêncio, mas a mão dele apertava a coxa dela com força. Ele havia escolhido a roupa da esposa: um vestido vermelho curtíssimo, decote profundo, sem sutiã e, claro, sem calcinha. Os chupões da semana anterior ainda estavam levemente visíveis nos seios.
Eles entraram na mesma balada. Rafael pagou uma mesa na área VIP com vista privilegiada para o lounge escuro. Sentou-se no sofá de couro preto, um copo de uísque na mão.
— Vai — disse ele, voz baixa e firme. — Quero ver tudo.
Camila respirou fundo, deu um beijo rápido na boca do marido e desceu para a pista. Em menos de quinze minutos já tinha dois caras em cima dela. Um loiro alto e um negro musculoso. Eles dançavam colados, mãos subindo por baixo do vestido, dedos invadindo a buceta molhada.
Rafael observava de longe, pau já duro dentro da calça. Viu quando o loiro virou Camila de costas, levantou o vestido e meteu nela ali mesmo, no meio da pista, enquanto o negro enfiava o pau na boca dela. As pessoas ao redor olhavam, alguns filmavam. Camila gemia alto, saliva escorrendo pelo queixo.
Depois de gozarem (um na boca, outro dentro da buceta), mais dois se aproximaram. Logo eram quatro homens ao redor dela. Eles a levaram para o mesmo canto escuro da semana passada. Rafael se levantou e foi atrás, ficando a poucos metros, escondido na penumbra, assistindo tudo.
Camila estava de quatro no sofá. Um cara metia nela por trás com força bruta. Outro estava ajoelhado na frente, fodendo a boca dela sem piedade. Os outros dois apertavam os peitos, beliscavam os mamilos e filmavam. A cada estocada, porra da semana anterior misturada com a nova escorria pelas coxas dela.
— Olha pra câmera, sua casada safada — gritou um deles.
Rafael ouviu claramente a esposa responder, voz rouca de tesão:
— Me fode… me enche toda… meu marido tá em casa esperando eu chegar cheia de porra…
Os caras riram e meteram ainda mais forte. Um atrás do outro gozaram dentro dela. Quando o quinto homem estava terminando, Rafael não aguentou mais só olhar.
Ele se aproximou. Os caras pararam por um segundo, surpresos. Camila virou o rosto, olhos vidrados, e sorriu ao ver o marido.
— Ele é meu marido… pode assistir… ou pode participar.
Rafael olhou para os homens, depois para a esposa toda melada, buceta aberta e escorrendo porra de estranhos. Sem dizer nada, ele abriu a calça, tirou o pau duro e sentou no sofá.
— Vem cá — ordenou.
Camila montou nele de frente, de costas para os outros. Desceu devagar, sentindo o pau do marido entrar na buceta completamente destruída e cheia. O barulho molhado foi obsceno. Ela começou a quicar, gemendo no ouvido dele:
— Tá sentindo? Tá tudo cheio deles… gozei tanto hoje…
Rafael segurou a bunda dela e abriu bem as nádegas. Um dos caras entendeu o recado e se posicionou atrás. Cuspiu no pau e meteu no cu de Camila sem aviso. Ela gritou de prazer, agora completamente preenchida: buceta no pau do marido, cu no pau do estranho.
Os outros assistiam e se masturbavam. Logo outro se aproximou e enfiou o pau na boca dela. Camila estava sendo usada pelos três ao mesmo tempo, enquanto o marido a olhava nos olhos, socando por baixo.
— Você é uma puta… minha puta — Rafael grunhia, excitado como nunca.
Camila gozou violentamente, jorrando na barriga do marido. Os dois paus dentro dela explodiram quase juntos: primeiro o estranho no cu, depois Rafael enchendo a buceta já transbordando.
Quando terminaram, os outros três ainda queriam mais. Rafael sorriu para a esposa, limpou uma gota de porra do lábio dela com o dedo e disse:
— Continua. Quero ver você levar mais uns três ou quatro. Depois eu te como de novo em casa, bem devagar, sentindo tudo que eles deixaram dentro de você.
Camila sorriu, cansada, destruída e completamente feliz.
— Sim, amor.
E voltou para o meio dos homens, agora sabendo que o marido não só aceitava… como adorava assistir e participar.
A noite ainda estava longe de acabar.

