Camila chegou em casa às 5h47 da manhã. O sol já estava nascendo. Ela tentou entrar silenciosa, mas as pernas ainda tremiam e a buceta latejava a cada passo. O vestido preto estava amarrotado, com manchas brancas secas na barra e no decote. O cabelo desgrenhado, o batom borrado, cheiro forte de sexo, suor e porra alheia.
Rafael estava sentado no sofá da sala, luz acesa, celular na mão. Ele não tinha dormido. Quando a viu, o rosto dele mudou de preocupação para choque.
— Porra, Camila… o que aconteceu com você?
Ela parou no meio da sala, tentando fingir naturalidade, mas o cheiro dela entregava tudo.
— Bebi demais, amor. Dancei muito, suei… vou tomar banho.
Rafael se levantou e se aproximou. O nariz dele franziu. Ele conhecia aquele cheiro. Não era só suor. Era porra. Muita porra.
Ele segurou o braço dela com firmeza.
— Tira o vestido.
— Rafa… não agora, tô cansada.
— Tira. Agora.
A voz dele estava baixa, mas dura. Camila sentiu um frio na espinha… misturado com um tesão inesperado. Devagar, ela puxou o vestido para cima e tirou pela cabeça. Estava completamente nua por baixo. Os seios cheios marcados com chupões roxos, mordidas, marcas de dedos. A buceta inchada, vermelha, os lábios abertos e brilhando. Um filete grosso de porra escorria lentamente pela coxa esquerda até o joelho.
Rafael ficou paralisado olhando. Os olhos dele desceram para a buceta dela e viram o estrago: estava destruída, aberta, escorrendo sêmen de vários homens.
— Quantos? — ele perguntou, a voz rouca.
Camila baixou os olhos, mas não conseguiu mentir. O tesão da noite ainda estava fresco demais.
— Não sei… perdi a conta. Seis… sete… talvez oito.
Rafael respirou fundo. Ele deu um passo mais perto, colocou dois dedos na buceta dela e abriu. Um grande glóbulo de porra branca escorreu e caiu no chão da sala. Ele tirou os dedos e viu que estavam cobertos de uma mistura leitosa.
— Sem camisinha… — murmurou ele, quase para si mesmo.
Camila mordeu o lábio inferior. Estava envergonhada, mas a buceta pulsava só de ver a reação do marido.
— Eles gozaram tudo dentro… um atrás do outro. Eu deixei.
Rafael ficou em silêncio por alguns segundos. Então, sem dizer nada, ele abaixou a calça do pijama. O pau dele estava duro como pedra, latejando, a cabeça brilhando de pré-gozo.
Ele empurrou Camila contra a parede da sala, abriu as pernas dela com o joelho e meteu de uma vez só na buceta toda melada e cheia de porra alheia. O barulho foi obsceno: molhado, escorregadio, cheio de porra de estranhos.
— Porra… tá tão aberta… tão cheia… — ele grunhia enquanto socava com força. — Eles te foderam bem, né? Te usaram como uma vadia…
Camila gemeu alto, cravando as unhas nas costas dele.
— Sim… me usaram… me encheram toda… gozaram tanto dentro de mim…
Rafael metia cada vez mais forte, o pau deslizando fácil na mistura de porras. Ele segurou o cabelo dela e virou o rosto dela para ele.
— Olha pra mim enquanto eu fodo essa buceta de puta que você virou.
Ela gozou primeiro, tremendo inteira, apertando o pau do marido com a buceta inchada. Rafael não aguentou mais. Com um gemido rouco, ele gozou forte dentro dela, misturando a porra dele com toda a porra dos desconhecidos da balada.
Os dois deslizaram para o chão, ofegantes.
Rafael ainda dentro dela, olhou nos olhos da esposa e perguntou baixinho:
— Você vai voltar lá no próximo fim de semana?
Camila sorriu devagar, ainda sentindo o pau dele pulsar dentro da buceta destruída.
— Só se você quiser assistir dessa vez…
Rafael deu uma risada baixa e beijou a boca dela, sentindo o gosto dos outros paus que ela tinha chupado a noite inteira.
— Então marca. Eu vou junto.