Era uma quinta-feira quente em Santa Catarina. O marido de Paola havia viajado cedo para Florianópolis a trabalho e só voltaria no domingo à noite. Ela acordou com o corpo ainda formigando da foda intensa que tivera com Marcos na cozinha dois dias antes. A boceta ainda estava sensível, mas o tesão não havia diminuído — pelo contrário, parecia ter aumentado.
Paola decidiu provocar. Vestiu um vestidinho soltinho de algodão branco, curto, sem sutiã e sem calcinha. O tecido fino marcava os bicos dos seios grandes e deixava as coxas grossas à mostra. Os cabelos castanhos caíam soltos sobre os ombros morenos. Ela saiu para o quintal regando as plantas, sabendo que os dois vizinhos estariam em casa.
Marcos, o vizinho de 38 anos com quem ela já havia traído, estava no quintal ao lado, fingindo consertar a cerca. Do outro lado, Lucas, 40 anos, amigo íntimo de Marcos, também casado, alto, pele bronzeada, corpo atlético de quem malha pesado e um sorriso perigoso, tomava café na varanda. Os dois trocaram um olhar cúmplice. Marcos já havia contado tudo para Lucas — e os dois haviam combinado que, se a oportunidade aparecesse, dividariam a vadia casada da casa ao lado.
— Bom dia, vizinha — disse Marcos, pulando a cerca baixa com facilidade.
Lucas fez o mesmo segundos depois, aproximando-se com passos lentos.
Paola sentiu o coração acelerar ao ver os dois homens juntos. Seus olhos desceram involuntariamente para as bermudas deles, já marcadas pelo volume crescente.
— Dois de uma vez? — perguntou ela, mordendo o lábio, a voz saindo rouca de excitação.
— Você aguenta? — provocou Lucas, parando bem perto dela, o cheiro dele invadindo o espaço.
— Vamos descobrir — respondeu Paola, sorrindo safada.
Sem mais palavras, os três entraram pela porta dos fundos. Assim que a porta se fechou, as mãos deles estavam nela. Marcos por trás, apertando os seios por cima do vestido, beliscando os mamilos já duros. Lucas na frente, segurando o rosto dela e beijando com fome, a língua invadindo a boca enquanto uma mão descia direto entre as pernas dela.
— Porra… sem calcinha… já molhada — grunhiu Lucas, deslizando dois dedos grossos entre os lábios inchados da boceta.
Paola gemeu dentro da boca dele, as pernas tremendo. Marcos puxou o vestido para cima e o tirou de uma vez, deixando-a completamente nua no meio da sala. Os dois homens recuaram um passo para admirar: os seios pesados e redondos, a cintura marcada, os quadris largos, a bunda empinada e a boceta lisinha brilhando de tesão.
— Que puta gostosa… — murmurou Marcos, tirando a camisa e revelando o peito definido.
Lucas fez o mesmo. Em poucos segundos, os dois estavam só de bermuda, os paus duros marcando o tecido. Paola se ajoelhou no tapete da sala, olhando para cima com olhos pidões. Abriu as bermudas dos dois ao mesmo tempo. Dois paus saltaram para fora: o de Marcos, grosso, veioso, uns 20 cm; o de Lucas, um pouco mais longo, uns 22 cm, mas mais fino, com a cabeça rosada e brilhando.
Ela segurou um em cada mão, masturbando devagar, alternando lambidas. Primeiro chupou a cabeça do pau de Marcos, girando a língua em volta, depois passou para o de Lucas, engolindo mais fundo, babando bastante. Os dois gemiam, segurando os cabelos dela.
— Olha como ela chupa gostoso… — disse Lucas, fodendo a boca dela com estocadas curtas.
— É uma boqueteira nata — completou Marcos, enfiando o pau na boca dela enquanto Lucas esperava a vez.
Paola alternava entre os dois, chupando um enquanto masturbava o outro, babando nos paus, olhando para cima com cara de vadia. Saliva escorria pelo queixo e pingava nos seios.
Depois de alguns minutos, eles a levantaram. Marcos sentou no sofá e puxou Paola para cima dele, de costas. Ela abriu as pernas e desceu devagar, sentando no pau grosso dele. A boceta engoliu centímetro por centímetro até ele estar todo enterrado.
— Aaaahhh… que rola grossa… — gemeu ela, rebolando devagar.
Lucas se aproximou na frente, de pé. Paola inclinou o tronco para frente e voltou a chupar o pau dele enquanto Marcos segurava os quadris dela e começava a meter de baixo para cima, estocadas firmes e profundas.
O som molhado da boceta sendo fodida misturava-se com os gemidos abafados de Paola com a boca cheia. Lucas segurava a cabeça dela, fodendo sua garganta com vontade, enquanto Marcos dava tapas na bunda redonda toda vez que entrava fundo.
— Toma nas duas bocas, sua casada safada — grunhiu Marcos.
Eles mudaram de posição. Colocaram Paola de quatro no sofá. Lucas se ajoelhou atrás dela e enfiou o pau longo na boceta molhada com uma estocada só, fazendo ela gritar de prazer. Marcos ficou na frente, ajoelhado no sofá, e enfiou o pau na boca dela novamente.
Agora ela era fodida pelos dois ao mesmo tempo: Lucas metendo forte por trás, as bolas batendo contra o clitóris, e Marcos fodendo sua boca com ritmo. Os seios balançavam pesados a cada estocada. Paola gozou pela primeira vez assim, o corpo tremendo violentamente, a boceta apertando o pau de Lucas enquanto ela gemia em volta do pau de Marcos.
— Porra, ela apertou pra caralho — gemeu Lucas, acelerando.
Eles não deram descanso. Lucas deitou no chão e puxou Paola para cima dele, de frente. Ela sentou no pau dele, rebolando fundo. Marcos se posicionou atrás, cuspiu na mão, esfregou na rola e começou a pressionar a cabeça grossa contra o cuzinho apertado de Paola.
— Calma… vai devagar… — pediu ela, ofegante, mas empinando a bunda para facilitar.
Marcos entrou devagar no cu, centímetro por centímetro, até os dois paus estarem completamente enterrados — um na boceta, outro no cu. Paola soltou um gemido longo e rouco, sentindo-se completamente cheia, os dois buracos pulsando.
— Ai, meu Deus… os dois ao mesmo tempo… que delícia…
Os dois vizinhos começaram a meter em sincronia. Quando um saía, o outro entrava. Paola sentia as duas rolas roçando uma na outra através da parede fina. O prazer era avassalador. Ela gozou novamente, gritando, o corpo convulsionando entre os dois homens.
— Vou gozar… — avisou Lucas, apertando os quadris dela.
— Eu também — grunhiu Marcos.
Paola implorou, voz manhosa:
— Gozem dentro… os dois… me encham…
Lucas gozou primeiro, jatos quentes enchendo a boceta dela. Segundos depois, Marcos explodiu no cu, enchendo o intestino com porra grossa e quente. Paola sentiu os dois paus pulsando dentro dela, o sêmen transbordando pelos dois buracos.
Os três ficaram ali por um momento, ofegantes, suados. Paola ainda empalada nos dois paus, porra escorrendo pelas coxas e pela bunda.
Quando finalmente saíram, ela virou de lado no chão, pernas abertas, mostrando os dois buracos vermelhos e cheios de sêmen. Com um sorriso safado, passou os dedos na mistura e levou à boca, lambendo devagar.
— Vocês dois… são viciantes — murmurou ela. — Meu marido volta só no domingo. Quero os dois aqui de novo amanhã… e talvez eu traga óleo e brinquedos.
Marcos riu, passando a mão na bunda dela.
— Amanhã a gente te fode a manhã inteira. E dessa vez vamos gravar… pra você assistir depois enquanto o corno dorme do seu lado.
Lucas completou, beijando a boca dela:
— E vamos te deixar tão cheia de porra que você vai vazar o dia todo.
Paola sorriu, olhos brilhando de tesão renovado.
— Combinado. Minha boceta e meu cu agora têm dois donos novos.


