Três meses depois da primeira festa, Paola já não conseguia mais se contentar com traições discretas. O risco tinha se tornado o maior afrodisíaco dela. Bruno comentou casualmente que queria fazer outro churrasco, dessa vez maior, para comemorar o aniversário dele. — Vamos fazer em casa mesmo, amor. Convida bastante gente — disse Paola, com um sorriso doce que escondia pura maldade. Bruno ficou animado. Convocou uns 25 pessoas: amigos do trabalho, primos, vizinhos do prédio e até alguns conhecidos da academia. Paola se encarregou da organização… e dos detalhes safados. Ela escolheu um vestidinho branco curtíssimo, quase transparente quando a luz batia de certo ângulo, sem sutiã e, novamente, sem calcinha. Mas dessa vez foi além: colocou um plug anal pequeno de metal com uma pedrinha brilhante na base, só pra se sentir ainda mais puta durante a festa. A festa começou às 20h. A varanda e a sala estavam lotadas. Bruno, como sempre, ficava na churrasqueira, orgulhoso, servindo carne e cerveja. Paola circulava entre os convidados, rindo, servindo drinks e deixando que mãos “acidentais” tocassem sua bunda ou coxas. Dessa vez, o nível subiu rápido. Primeiro, no corredor escuro que levava ao banheiro social, o chefe Roberto encostou ela na parede, levantou o vestido e enfiou dois dedos na buceta já encharcada. — Sua vadia… tá molhada desde que a festa começou? — sussurrou ele. — Desde antes — respondeu Paola, rebolando nos dedos dele. — Quero mais hoje. Roberto meteu o pau nela ali mesmo, rápido e forte, enquanto Bruno conversava a menos de 8 metros de distância, na varanda. Paola teve que morder o braço pra não gemer alto quando gozou. Mas o verdadeiro risco veio depois da meia-noite. A música estava alta. Muita gente dançando na sala. Bruno estava sentado no sofá principal, um pouco alto de bebida, rindo com dois amigos. Paola decidiu que era hora de ir além. Ela chamou o primo Thiago e o cunhado Matheus para “dançarem” com ela. Os três ficaram bem no meio da sala, a poucos passos do marido. Paola de costas para Bruno, dançando colada entre os dois primos. Thiago levantou o vestido dela por trás, bem devagar. Matheus abriu o zíper da bermuda discretamente. Enquanto todos dançavam e cantavam, Paola sentiu o pau de Thiago entrar na buceta e o pau de Matheus pressionar contra o plug anal. — Calma… devagar — sussurrou ela, sorrindo como se estivesse só dançando. Thiago meteu devagar, fundo, enquanto Matheus tirou o plug e substituiu pelo pau. Dupla penetração bem no meio da festa, cercada de gente, com Bruno sentado logo atrás, a menos de três metros. Paola rebolava entre os dois, fingindo dançar, mordendo o lábio inferior com força. O plug anal brilhante estava agora no chão, esquecido. Os dois paus entravam e saíam ritmadamente, um na buceta, outro no cu, enquanto a música cobria os gemidinhos baixos que escapavam dela. — Porra… você é louca pra caralho — grunhiu Thiago no ouvido dela. — Me fodem… gozem dentro… quero sentir porra escorrendo enquanto converso com meu marido — respondeu Paola, voz trêmula de prazer. Bruno olhou para o trio e sorriu, levantando o copo: — Tá gostando da festa, amor? Paola virou o rosto levemente, olhos semicerrados de tesão, e respondeu com a voz mais doce possível: — Tá ótima, meu bem… nunca estive tão… cheia de energia. Nesse exato momento, Thiago e Matheus gozaram quase juntos. Jatos quentes enchendo a buceta e o cuzinho dela ao mesmo tempo. Paola sentiu o orgasmo subir forte, o corpo tremendo entre os dois. Ela fingiu que era só a batida da música, rebolando mais devagar enquanto o gozo dos dois escorria pelas coxas e pingava no chão da sala. Quando os primos saíram de dentro dela, Paola puxou o vestido pra baixo, sentiu a mistura de porra escorrendo pelas pernas e caminhou casualmente até o marido. Sentou no colo de Bruno, deu um beijo molhado na boca dele e sussurrou: — Parabéns, amor. Adorei sua festa. Bruno abraçou a cintura dela, sem notar que a esposa estava literalmente vazando porra de dois homens na própria casa, na frente de todo mundo. Mais tarde, já quase de manhã, quando restavam só uns poucos convidados, Paola ainda arrumou tempo pra uma última safadeza: chupou o chefe Roberto no banheiro, de joelhos, enquanto Bruno ajudava a recolher garrafas na cozinha. Quando todos foram embora, Bruno puxou ela pra cama, excitado. — Você tava tão gostosa hoje… — disse ele, entrando nela. Paola abriu as pernas, sentindo a buceta e o cu ainda melados e inchados. — Me fode bem forte, amor — gemeu ela. — Hoje eu tô especialmente safada. Enquanto o marido metia, achando que era só tesão dela por ele, Paola sorria no escuro, sentindo o gozo dos outros homens misturado com o dele. A festa tinha sido um sucesso. E a putinha casada já pensava na próxima… ainda mais perigosa.
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