Paola tinha apenas 15 anos quando descobriu o poder que tinha entre as pernas. Cabelos castanhos longos, pele morena clara, corpo já formado com peitos firmes e redondos, bunda empinada e uma carinha de anjo que escondia o demônio dentro dela.
Tudo começou em casa. Seus pais trabalhavam o dia todo e ela ficava sozinha com o irmão mais velho, Lucas, de 19 anos. Paola adorava provocar. Andava pela casa só de shortinho curto e regata fina, sem sutiã, deixando os bicos dos seios marcando o tecido. Sabia que Lucas olhava.
Uma tarde quente, ela entrou no quarto dele sem bater.
— Lucas... tô com calor — disse ela, com voz manhosa, enquanto se deitava na cama dele de bruços, empinando a bunda.
Lucas tentou ignorar, mas Paola não deixava. Virou de lado, passou a mão na coxa dele e sussurrou:
— Você já transou, né? Eu quero aprender...
Naquela mesma tarde, Lucas perdeu o controle. Paola abriu as pernas sem vergonha nenhuma, revelando a calcinha molhada. Ele puxou o tecido para o lado e enfiou a língua nela. Paola gemeu alto, segurando a cabeça do irmão:
— Isso... chupa minha bucetinha... eu sou uma putinha, né?
Ela gozou pela primeira vez na boca dele, tremendo toda, os olhinhos revirando de prazer.
A partir daí, Paola não parou mais.
Na escola, ela escolhia as saias mais curtas do uniforme. Sentava na última carteira e abria as pernas para o professor de matemática, um homem casado de 40 anos. Um dia, depois da aula, trancou a porta da sala e se ajoelhou na frente dele.
— Professor... eu sei que o senhor fica duro olhando pra mim. Deixa eu chupar seu pau?
O professor resistiu dois minutos. Depois, Paola estava com a boca cheia, engasgando no pau grosso dele, babando tudo, olhando pra cima com aqueles olhos inocentes e safados ao mesmo tempo.
— Eu sou sua putinha agora, professor... pode gozar na minha boca.
Ele gozou. Paola engoliu tudo, lambendo os lábios depois, sorrindo satisfeita.
Aos 16 anos, ela já tinha experimentado quase tudo. Gostava de ser usada. Gostava de sentir pau entrando fundo, de levar tapa na bunda, de ser chamada de vadia enquanto era fodida.
Uma noite, convidou dois amigos do irmão pra casa. Enquanto os pais dormiam no quarto ao lado, Paola estava no sofá da sala, de quatro, sendo comida por um e chupando o outro.
— Olha que putinha gulosa — dizia um deles, metendo forte.
— Mais fundo... me fode mais forte — pedia ela, voz abafada pelo pau na boca.
Gozo escorria pelas coxas dela, mas Paola ainda queria mais. Virava a noite sendo passada de mão em mão, gemendo baixinho pra não acordar ninguém, mas sentindo um prazer sujo e delicioso que a fazia se sentir viva.
Paola não tinha limite. Quanto mais proibido, melhor. Quanto mais safado, mais molhada ela ficava.
Ela era, desde novinha, uma verdadeira putinha. E adorava ser assim.