Eles levaram Paola para o quarto principal — a cama de casal que ela dividia com o marido. O lençol branco contrastava com a pele morena dela. Deitaram-na de costas, pernas bem abertas. Seu Jorge, o pedreiro chefe de 42 anos, subiu primeiro. Seu pau grosso, veioso e escuro deslizou fácil na boceta encharcada de Paola, que já pingava de tesão e saliva.
— Olha como engole tudo… — grunhiu ele, enterrando-se até o fundo com uma estocada lenta e profunda. Paola arqueou as costas, gemendo alto.
Valter, 39 anos, o pedreiro mais magro e comprido, posicionou-se ao lado. Ele cuspiu generosamente na mão, esfregou no próprio pau longo e curvado, depois cuspiu mais uma vez direto no cuzinho rosado e apertado de Paola. Com o polegar, massageou o anelzinho, abrindo devagar.
— Relaxa o cu, dona Paola… hoje ele vai levar rola junto com a boceta — disse Valter, voz rouca.
Paola mordeu o lábio, olhos semicerrados de luxúria.
— Vai… coloca os dois… quero sentir os dois paus me rasgando ao mesmo tempo…
Juninho, o ajudante de 24 anos, ficou de joelhos ao lado da cabeça dela, masturbando o pau grosso enquanto assistia.
Valter pressionou a cabeça rosada do pau contra o cuzinho. Empurrou devagar, sentindo a resistência inicial. Paola soltou um gemido longo e rouco quando o anel apertado cedeu e a cabeça grossa entrou. Valter parou um instante, deixando ela se acostumar, depois continuou empurrando centímetro por centímetro. O pau longo deslizava para dentro do cu quente e apertado, enquanto o pau grosso de Jorge permanecia imóvel, bem fundo na boceta.
Paola sentiu uma sensação indescritível de plenitude. Os dois paus estavam separados apenas por uma fina parede de carne. Ela podia sentir cada veia, cada pulsação. A pressão era enorme — quase dolorosa no começo, mas rapidamente se transformando em um prazer avassalador.
— Aaaahhh… caralho… tão cheio… sinto os dois roçando um no outro dentro de mim… — gemeu ela, a voz tremendo.
Quando Valter finalmente enterrou tudo, os dois homens começaram a se mover. No início, devagar e coordenados: Jorge saía da boceta enquanto Valter entrava mais fundo no cu. Depois invertiam. O ritmo aumentava gradualmente. A cama rangia forte. O som molhado e obsceno de pele contra pele, dos paus entrando e saindo dos dois buracos encharcados, enchia o quarto.
Paola gritava de prazer, unhas cravadas nos ombros de Jorge.
— Mais forte! Fodem minha boceta e meu cu ao mesmo tempo! Me usam como uma puta!
Os dois pedreiros aceleraram. Agora metiam com força, sem sincronia perfeita — às vezes os dois entravam juntos, esticando os dois orifícios ao limite. Paola sentia as bolas de Jorge batendo contra sua boceta e as de Valter contra sua bunda. Cada estocada dupla fazia seus seios grandes balançarem violentamente. O clitóris inchado roçava na barriga de Jorge a cada movimento.
Ela gozou pela primeira vez na dupla penetração de forma explosiva. O corpo inteiro convulsionou, a boceta apertando o pau de Jorge como um torno, o cu piscando e massageando o pau de Valter. Um jato quente de squirt escapou ao redor do pau grosso, molhando a barriga dos dois homens.
— Porra… ela tá esguichando! — exclamou Juninho, batendo punheta mais rápido.
Os homens não pararam. Continuaram fodendo os dois buracos com estocadas profundas e pesadas. Paola mal conseguia respirar entre os gemidos. Lágrimas de prazer escorriam pelo canto dos olhos.
— Vocês vão me quebrar… mas não parem… quero mais… mais fundo…
Eles mudaram de posição para uma dupla penetração ainda mais intensa. Jorge deitou de costas na cama. Paola foi colocada por cima dele, de costas para o peito dele. O pau grosso deslizou novamente para dentro da boceta. Ela desceu até o fundo, rebolando devagar.
Valter se posicionou entre as pernas dela, agora abertas ao máximo. Ele empurrou o pau longo de volta para o cu, entrando mais fácil dessa vez. Agora os dois paus estavam novamente enterrados, mas na posição “sanduíche”. Juninho subiu na cama e enfiou o pau na boca de Paola, abafando os gemidos dela.
Os dois pedreiros meteram com tudo. Jorge segurava os quadris dela por baixo, levantando e abaixando o corpo dela nos dois paus. Valter metia o cu com estocadas longas, quase saindo completamente antes de enfiar tudo novamente. Paola estava sendo literalmente empalada pelos dois paus ao mesmo tempo, o corpo subindo e descendo como uma boneca sexual.
A sensação era insana: a boceta cheia do pau grosso e curto, o cu sendo arrombado pelo pau longo que batia fundo. Os dois roçavam constantemente na parede interna, criando uma fricção que fazia Paola ver estrelas.
— Olha como a casada aguenta DP gostoso… — provocou Valter, dando um tapa forte na bunda dela.
— Meu marido nunca me fodeu assim… nunca me encheu assim… — balbuciou Paola entre chupadas no pau de Juninho.
Ela gozou mais duas vezes seguidas, o corpo tremendo descontroladamente, boceta e cu contraindo com força ao redor dos paus invasores. Os homens gemiam alto, suor escorrendo.
No clímax final, os três decidiram gozar juntos dentro dela.
Juninho puxou o pau da boca e gozou primeiro, jatos grossos e brancos acertando o rosto, os seios e a boca aberta de Paola.
Logo depois, Jorge grunhiu e explodiu dentro da boceta, enchendo o útero de porra quente e abundante. Valter, sentindo o pau de Jorge pulsando do outro lado, não aguentou: enterrou fundo no cu e gozou violentamente, jatos longos e quentes inundando o intestino de Paola.
Ela sentiu tudo — as pulsações, o calor, o volume de sêmen sendo despejado nos dois buracos ao mesmo tempo. Quando os paus finalmente saíram, devagar, um rio de porra branca e grossa escorreu da boceta e do cu abertos e vermelhos. Paola ficou deitada de pernas abertas, ofegante, corpo brilhando de suor e sêmen, dedos instintivamente descendo para espalhar a mistura pelos lábios inchados.
— Olha o estado da minha boceta e do meu cu… — murmurou ela, voz rouca e satisfeita, mostrando os dedos melados. — Amanhã vocês voltam cedo… e eu quero mais dupla penetração. Quero que me fodam assim por horas… e quero que o Juninho grave tudo de perto.
Seu Jorge sorriu, passando a mão na coxa dela ainda tremendo.
— Pode deixar, dona Paola. Amanhã vamos te arrombar de verdade. Vamos deixar esses dois buracos tão usados que você vai lembrar da gente toda vez que sentar ao lado do seu marido.
Paola lambeu os dedos sujos de porra, olhos brilhando de tesão renovado.
— É isso que eu quero… ser a puta particular de vocês três até meu marido voltar.

