Era uma sexta-feira quente de verão. O Cabaré Lua Vermelha estava lotado como nunca. Seu Valter tinha divulgado uma noite especial: “A Noite da Putinha Principal – Paola abre as pernas para quem pagar o preço”.
O preço era alto: cada homem que quisesse participar pagaria R$ 500 só para entrar na sala VIP reservada para o evento. Quem quisesse gozar dentro ou na cara dela pagaria mais. Paola havia pedido pessoalmente: queria uma noite realmente pesada, sem limite.
Às 22h em ponto, as luzes vermelhas do salão principal diminuíram. Paola desceu as escadas usando apenas um robe curto de seda preta transparente, salto 15 cm e nada por baixo. O salão inteiro aplaudiu quando ela apareceu.
Seu Valter anunciou pelo microfone:
— Senhores… hoje a nossa rainha vai receber 15 homens escolhidos. Sem camisinha, sem limite de tempo, sem piedade. Quem quiser assistir de perto, pode pagar o extra.
Paola subiu no palco central, tirou o robe devagar e ficou completamente nua sob as luzes. Seu corpo bronzeado brilhava: peitos firmes, bunda empinada, buceta lisinha e já molhada só de imaginar o que viria.
Os 15 homens foram entrando na sala VIP um por um. Eram de todas as idades e tamanhos: alguns jovens musculosos, outros mais velhos e experientes, dois negros bem dotados, um loiro alto, um casal de amigos que sempre vinha junto… todos com o pau já duro só de olhar para ela.
Paola deitou-se na grande cama redonda no centro da sala, abriu bem as pernas e falou com voz rouca e safada:
— Podem vir. Hoje eu não sou pessoa. Sou só um buraco pra vocês gozarem. Me usem até eu não aguentar mais.
A noite começou pesada.
Os dois primeiros subiram juntos. Um negro de pau grosso meteu na buceta dela sem aviso, fundo e forte. O outro enfiou na boca, fodendo a garganta. Paola gemia alto, já gozando nos primeiros minutos.
Em menos de meia hora, ela já tinha sido penetrada por 8 homens. Eles se revezavam sem parar: buceta, cu, boca. Dupla, tripla penetração. Paola estava de quatro, sendo comida por trás enquanto chupava dois paus ao mesmo tempo. Gozo escorria pelo seu corpo — no rosto, nos cabelos, nos peitos, escorrendo da buceta e do cu.
— Mais… quero mais… me encham toda! — gritava ela, voz rouca, olhos revirando.
Aos 40 minutos de foda intensa, veio o momento mais pesado da noite.
Paola foi colocada de bruços na cama, bunda bem empinada. Cinco homens formaram uma fila atrás dela. Um atrás do outro, metiam no cu dela sem parar. O cuzinho dela já estava vermelho, aberto e pingando porra. Cada um metia uns dois ou três minutos e saía para dar lugar ao próximo.
Enquanto isso, outros três fodiam a boca e a buceta dela ao mesmo tempo.
Paola perdeu a conta de quantas vezes gozou. O corpo dela tremia sem controle, suco misturado com porra escorrendo pelas coxas, formando uma poça no lençol.
— Eu sou a puta mais safada dessa porra de cabaré! — gritava ela entre um pau e outro. — Me destruam!
Por volta das 2h da manhã, os 15 homens já tinham gozado pelo menos uma vez cada. Alguns gozaram duas. Paola estava destruída: cabelo grudado no rosto por causa do gozo, maquiagem completamente borrada, buceta e cu vermelhos, inchados e abertos, corpo inteiro coberto de porra seca e fresca.
Mas ela ainda queria mais.
Seu Valter perguntou se ela queria parar. Paola, com a voz fraca mas cheia de tesão, respondeu:
— Ainda não. Quero todos ao mesmo tempo em volta de mim.
Os 15 homens formaram uma roda em volta da cama. Paola ficou de joelhos no centro, exausta, mas com um sorriso de vadia satisfeita. Um por um, eles batiam punheta olhando para ela. Paola abria a boca, mostrava a língua e pedia:
— Gozem na sua putinha… me banhem de porra.
E eles gozaram. Todos os 15, quase ao mesmo tempo. Um verdadeiro banho de porra caiu sobre Paola: no rosto, nos olhos, na boca, nos cabelos, nos peitos, na barriga, nas coxas. Ela engolia o que conseguia, tossia, ria, tremia de prazer.
Quando acabou, ela estava irreconhecível — uma massa melada, branca e brilhante de porra.
Paola deitou na cama, pernas abertas, sentindo o gozo escorrer de todos os buracos, e murmurou com um sorriso fraco:
— Essa foi a noite mais pesada da minha vida… e eu quero mais assim toda semana.
Seu Valter aplaudiu junto com os homens. A partir daquela noite, Paola ganhou o apelido definitivo dentro do cabaré:
**“A Rainha da Porra”**.
E ela adorava ser chamada assim.


Oie. Impressionante e sensacional! Essa é, nada mais e nada menos, que a minha fantasia da vida. Morri de inveja da Paola e minha bucetinha nipocoreana ficou ensopada de tanto tesão, só de me imaginar no lugar dessa sortuda. Sonho e desejo que um dia isso aconteça comigo. Parabéns. Bxos.
delicia de conto e fotos