Fixo da Paola

Depois daquela primeira noite no motel, Gustavo não sumiu. Ele mandou mensagem no dia seguinte: “Gostei da sua buceta, casada. Quero de novo. Mesma hora, mesma tarifa, mas agora sem limite de tempo.” Paola leu a mensagem no café da manhã, com Roberto do outro lado da mesa, e sentiu a buceta pulsar só de lembrar do pau dele. Mostrou o celular pro marido, sorrindo maliciosa.
— Olha, corno. Ele quer repetir. E quer mais tempo. O que eu faço?
Roberto engoliu em seco, pau já endurecendo na calça do pijama.
— Aceita… por favor.
Ela respondeu na hora: “Combinado. Sexta, 20h. Te espero no mesmo motel. Traga dinheiro extra se quiser gozar duas vezes.”
E assim começou. Gustavo virou fixo. Toda sexta-feira, às 20h em ponto. Às vezes no motel, às vezes num hotel bom no centro (ele pagava upgrade), e uma vez — a mais humilhante — no carro estacionado num estacionamento deserto, com Paola chupando ele enquanto contava pro Roberto pelo viva-voz.
Paola adorava contar tudo depois. Sempre voltava pra casa cheirando a sexo, perfume masculino e porra seca nas coxas. Roberto esperava na sala, nu, de joelhos, gaiola trancada, como ela mandava.
Na sexta seguinte à décima vez, ela entrou em casa jogando a bolsa no sofá, tirou o vestido ali mesmo na sala e ficou só de calcinha preta encharcada e salto.
— Vem cá, corno. Senta no chão e ouve direitinho.
Roberto obedeceu, olhos fixos na mancha escura na calcinha dela.
Paola sentou na beirada do sofá, abriu as pernas bem devagar.
— Hoje o Gustavo me pegou no hotel. Quarto 512. Ele chegou com uma garrafa de uísque caro e disse: “Hoje eu quero te foder devagar, pra você sentir cada centímetro e lembrar que meu pau é o que te satisfaz de verdade.” Ele tirou minha roupa devagar, beijando cada pedaço de pele. Chupou meus peitos até ficarem vermelhos, mordeu os bicos enquanto falava: “Seu maridinho não faz isso, né? Ele nem chega perto.”
Ela passou a mão na própria buceta por cima da calcinha, gemendo baixo.
— Depois me deitou na cama, abriu minhas pernas e lambeu devagar. Língua no clitóris, dois dedos curvados batendo no ponto G. Eu gozei na boca dele em menos de cinco minutos, Roberto. Gritei “Gustavo! Amor! Tô gozando!” bem alto, pensando em você aqui em casa, trancado, esperando migalhas.
Roberto gemia, pau vazando na gaiola, corpo tremendo.
— Ele meteu de lado primeiro. Eu deitada, perna levantada no ombro dele. Entrou devagar, me fazendo sentir cada veia, cada pulsação. “Olha como sua buceta engole meu pau, Paola. Tá viciada nele, né?” Eu respondi: “Sim… viciada… não paro de pensar no seu pau a semana inteira.” Ele acelerou, socando fundo, batendo a cabeça no útero. Eu gozei de novo, apertando ele todo, molhando o lençol.
Ela tirou a calcinha devagar, mostrou a buceta aberta, vermelha, ainda brilhando.
— Olha o estrago de hoje. Ele gozou duas vezes. A primeira dentro, enchendo tudo como sempre. Saiu, esperou dois minutos e meteu de novo, dessa vez de quatro. Me puxou pelo cabelo, deu tapa na bunda e disse: “Você é minha puta fixo agora. Toda sexta é minha.” Gozou no fundo outra vez, me deixou pingando. Depois me beijou na boca — sim, corno, ele beija na boca, coisa que você quase não faz mais — e falou: “Semana que vem quero te levar pra um jantar antes. Quero te exibir como minha acompanhante.”
Paola se aproximou, sentou no colo dele, esfregando a buceta melada no peito nu de Roberto.
— E sabe o que eu respondi? “Pode, amor. Meu corno cuida das crianças e fica esperando eu voltar cheirosa de você.” Ele riu e disse que vai me dar um colar com pingente de coração — pra eu usar em casa, só pra você ver e saber que é dele.
Ela segurou o rosto de Roberto com as duas mãos, obrigando ele a olhar nos olhos dela.
— Agora lambe, corno. Lambe as duas gozadas do Gustavo que ainda tão quentes dentro de mim. Enquanto você limpa, eu tô pensando no jantar da semana que vem. Talvez eu deixe ele me comer no carro depois, no estacionamento do restaurante. Talvez eu grave áudio gemendo pra você ouvir no trabalho.
Roberto mergulhou a língua, lambendo devagar, gemendo de humilhação e tesão. O gosto forte, salgado, grosso — duas cargas dele. Paola rebolava no rosto dele, gozando de novo só de ver o marido assim: quebrado, devoto, viciado nas sobras.
— Isso… meu corno perfeito. Limpa tudo. Porque Gustavo é fixo agora. Ele me fode toda semana, me enche, me marca. E você? Você só ganha o direito de lamber e ouvir os detalhes.
Ela desceu, beijou a boca suja dele com carinho misturado com desprezo.
— Boa noite, amor. Amanhã eu mostro a foto que ele tirou da minha buceta depois da segunda gozada. Você vai gozar na gaiola só de olhar.
Roberto ficou ali no chão, coração disparado, pau doendo, mente cheia dela e dele.
Porque Paola tinha encontrado seu macho fixo.
E Roberto tinha encontrado seu lugar: ouvindo, lambendo e amando cada palavra safada que ela contava.
Fim (por enquanto).
Foto 1 do Conto erotico: Fixo da Paola

Foto 2 do Conto erotico: Fixo da Paola

Foto 3 do Conto erotico: Fixo da Paola


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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fixo da Paola

Codigo do conto:
252598

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
20/01/2026

Quant.de Votos:
3

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