Lucas estava de joelhos no chão da sala, nu exceto pela coleira preta que ela mesma tinha colocado nele mais cedo. A corrente fina pendia até o chão, e Marina segurava a ponta com dois dedos, como se fosse um acessório qualquer. — Olha pra mim quando eu falo, corno — ordenou ela, voz baixa e afiada. Ele ergueu o rosto. Marina estava de pé na frente dele, salto alto preto de 12 cm, meia-calça rasgada na virilha (de propósito), corpete de couro que apertava a cintura e empinava os seios. Batom vermelho sangue, unhas longas pretas. Ela parecia uma deusa que tinha descido para brincar de destruir alguém. — Hoje o Thiago vem às 22h em ponto. Você vai abrir a porta de quatro, beijar o sapato dele e agradecer por ele estar aqui pra me foder direito. Entendeu? — Sim, senhora — murmurou Lucas, voz tremendo de excitação e vergonha. Ela puxou a coleira com força, obrigando-o a se aproximar até o nariz quase encostar na coxa dela. — E se eu mandar você lamber o chão onde ele pisar, você lambe. Se eu mandar você filmar enquanto ele me come de quatro, você filma sem tremer a mão. E se eu quiser gozar na sua cara enquanto ele me enche, você abre a boca e agradece. Repete. Lucas repetiu tudo palavra por palavra, voz rouca. Cada frase fazia seu pau pulsar dentro da gaiola de castidade que ela tinha trancado há três dias. O interfone tocou. Marina nem olhou para ele. — Vai. De quatro. Agora. Lucas engatinhou até a porta, coração disparado. Abriu devagar, ficou na posição exata: testa no chão, bunda empinada, mãos atrás das costas. Thiago entrou. Alto, confiante, cheirando a perfume amadeirado caro. Olhou para baixo e deu um sorriso preguiçoso. — Boa noite, corno. Tudo arrumadinho pra mim? — Obrigado por vir foder minha esposa, senhor — disse Lucas, voz quase sumindo. Marina apareceu no corredor, rindo baixo. — Ele é obediente hoje, Thiago. Mas ainda precisa aprender a não tremer tanto. Ela estalou os dedos. Lucas rastejou de volta até os pés dela. Marina pisou de leve no ombro dele, usando-o como degrau para se aproximar do outro homem. Beijaram-se ali mesmo, devagar, língua visível, gemidos dela ecoando. A mão de Thiago já estava entre as pernas dela, dedos entrando sem cerimônia. Marina gemeu alto, olhando diretamente para Lucas. — Viu isso, corno? Ele nem precisa pedir. Ele pega o que quer. Diferente de você, que só ganha sobras quando eu decido. Ela empurrou Thiago contra o sofá, montou no colo dele sem tirar o corpete. Abriu o zíper da calça dele com uma mão, enquanto com a outra segurava a coleira de Lucas e puxava seu rosto para perto. — Fica aqui. Olhando. Sem piscar. Lucas obedeceu, a poucos centímetros, vendo tudo: a mão dela masturbando Thiago até ficar duro, o pau grosso e veioso aparecendo, Marina se posicionando e descendo devagar, engolindo centímetro por centímetro com um gemido longo e satisfeito. — Isso… isso é pau de verdade — ela sussurrou, começando a rebolar. — Sente a diferença, Lucas? Sente como ele me abre, como ele chega onde você nunca chega? Thiago segurou os quadris dela e começou a socar para cima. Marina jogou a cabeça para trás, rindo entre gemidos. — Fala, corno. Fala o que você é. — Eu sou seu corno… seu escravo… seu limpador de pau alheio… — recitou Lucas, olhos fixos na união dos dois. — E o que você faz quando ele gozar dentro de mim? — Eu limpo… com a boca… agradeço pelo privilégio… Ela gozou primeiro, gritando, unhas cravadas nos ombros de Thiago. O corpo convulsionou, mas ela não parou de rebolar. Quando Thiago gozou (gemendo rouco e enchendo ela até transbordar), Marina desmontou devagar, o sêmen escorrendo pela coxa. Ela se virou para Lucas, abriu as pernas na frente do rosto dele. — Limpa. Devagar. E não ouse engolir tudo. Quero que você sinta o gosto dele na boca o resto da noite. Lucas avançou, língua obediente, lambendo cada gota que escorria. O gosto salgado, quente, misturado com o dela. Marina segurava a cabeça dele com força, esfregando o rosto nele. — Isso… meu bom menino. Meu corno perfeito. Enquanto você lambe o que sobrou, eu já estou pensando na próxima vez. Talvez eu deixe ele dormir aqui. Talvez eu te mande dormir no chão do banheiro. Ela puxou a coleira, obrigando-o a olhar para cima. — Me agradece. — Obrigado, senhora… por me deixar ser seu corno… por me usar assim… Marina sorriu, satisfeita, cruel e linda. — De nada, amor. Agora vai preparar o café da manhã de amanhã. Quero na cama. E traz o café do Thiago também. Ele vai acordar aqui. Thiago riu baixo do sofá, já relaxado. Lucas se arrastou para a cozinha, coleira balançando, pau doendo dentro da gaiola, coração cheio de uma mistura doentia de humilhação e devoção. Porque era exatamente isso que ele queria: Uma rainha que mandasse. Um macho que tomasse. E ele, o corno que servia e amava cada segundo daquilo. Fim.
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