Paola Contou Tudo

Roberto estava sentado na poltrona do quarto, nu, mãos amarradas atrás das costas com a própria gravata, pau duro preso numa gaiolinha de plástico que Paola tinha trancado há uma semana. Ele não gozava desde então. Ela adorava isso: ver o marido implorando com os olhos, o pau latejando inutilmente contra as grades.
Paola entrou no quarto ainda com o cheiro dele na pele. Vestido vermelho curto, cabelo bagunçado, batom borrado, coxas marcadas de dedos fortes. Ela nem tirou o salto alto. Foi direto até Roberto, sentou no braço da poltrona, abriu as pernas devagar e deixou ele ver: a buceta vermelha, inchada, brilhando de porra fresca escorrendo pelas coxas.
— Olha o que o Gustavo fez comigo hoje, corno — disse ela, voz doce e venenosa ao mesmo tempo. Passou dois dedos na entrada melada, trouxe pra perto do rosto dele. — Cheira. Cheira o pau dele que ainda tá dentro de mim.
Roberto respirou fundo, trêmulo. O cheiro forte de sexo alheio invadiu as narinas dele. Pau pulsou dolorosamente na gaiola.
— Ele me pegou no motel da BR-101, sabe? Aquele que a gente já foi uma vez, lembra? Só que dessa vez eu não tava com você. Eu tava de quatro na cama king, empinando pra ele enquanto ele rasgava minha calcinha nova. Aquela preta de renda que você comprou pra mim no Dia dos Namorados. Rasgou e jogou no chão como se fosse lixo.
Ela riu baixo, esfregando os dedos sujos no nariz de Roberto.
— Ele é grosso, amor. Muito mais grosso que você. Quando ele meteu a cabeça, eu senti minha buceta abrindo toda, esticando. Gritei alto, Roberto. Gritei “porra, que pau gostoso!” bem alto, pra ver se alguém no quarto ao lado ouvia. Ele riu e meteu tudo de uma vez. Chegou no fundo, batendo no colo do útero. Senti ele pulsar lá dentro, sabe? Pulsando como se quisesse me marcar.
Roberto gemeu, olhos vidrados na buceta dela. Uma gota de porra escorreu e pingou na coxa dele.
— Continua… por favor… — implorou ele, voz rouca.
Paola sorriu, cruel.
— Ele me fodeu de quatro primeiro. Segurando meu cabelo como rédea, socando forte. Cada estocada fazia meus peitos balançarem, batiam um no outro. Eu rebolava pra trás, empurrando contra ele, pedindo mais. “Mete mais forte, Gustavo! Me arromba! Faz eu esquecer meu maridinho corno!” Ele deu tapa na minha bunda, deixou vermelha. Depois virou eu de costas, pernas no ombro dele. Metia olhando nos meus olhos, falando sacanagem: “Sua buceta é minha agora, sua puta casada. Seu marido que se foda.”
Ela se inclinou, colou a boca no ouvido de Roberto.
— Eu gozei duas vezes assim, amor. A primeira foi quando ele esfregou o clitóris enquanto metia fundo. Meu corpo todo tremeu, eu gritei o nome dele. “Gustavo! Gustavo! Tô gozando no seu pau!” A segunda foi quando ele me virou de bruços, deitou em cima de mim com todo o peso, metendo devagar e fundo, sussurrando que ia gozar dentro. Eu implorei: “Goza, amor! Enche minha buceta de porra! Marca ela pra meu corno lamber depois!”
Roberto tremia inteiro, pau vazando gotinhas transparentes pela gaiola.
— E ele gozou… — continuou Paola, voz baixa e excitada. — Gozou muito. Senti os jatos quentes batendo lá no fundo, enchendo tudo. Quando ele saiu, a porra escorreu toda, grossa, branca. Ele me deu um tapa leve na buceta e disse: “Boa puta. Semana que vem eu quero de novo.” Eu sorri e respondi: “Pode vir, amor. Meu corno libera.”
Ela desceu da poltrona, ficou de quatro na frente dele, bunda empinada, abrindo as nádegas com as mãos.
— Olha o estrago, Roberto. Olha como ele me deixou aberta. Tá vendo o buraco piscando? Tá vendo a porra escorrendo? Vem cá… lambe. Lambe tudo que sobrou do macho que me fodeu hoje.
Roberto se arrastou no chão, língua pra fora, obediente. Começou lambendo devagar as coxas, subindo até a entrada melada. O gosto salgado, quente, misturado com o dela. Paola gemeu, empurrando a bunda contra o rosto dele.
— Isso… lambe direitinho, corno. Limpa a porra do Gustavo da buceta da sua esposa. Enquanto você lambe, eu tô pensando nele me comendo de novo amanhã. Talvez eu chame ele pra vir aqui em casa. Talvez eu te amarre na cadeira da sala e deixe ele me foder no nosso sofá. Você ia gostar, né? Ver outro macho gozando na nossa cama, enquanto você fica aí, trancado, ouvindo eu gemer.
Roberto gemia contra a buceta dela, língua trabalhando rápido, limpando cada gota.
Paola virou de frente, sentou no rosto dele, esfregando a buceta melada na boca e no nariz.
— Fala, corno. Fala o que você é.
— Eu sou seu corno… seu limpador de porra… amo ver você sendo fodida por outro… amo lamber o que sobra… — recitou ele, voz abafada.
Ela gozou na boca dele, tremendo, apertando as coxas em volta da cabeça.
Depois desceu, beijou a boca suja dele com carinho.
— Boa noite, meu amor. Amanhã eu conto mais. Talvez até traga foto. Ou vídeo.
Roberto ficou ali, amarrado, pau doendo, coração acelerado, completamente rendido.
Porque Paola era safada demais pra parar.
E ele amava cada palavra que ela contava.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Paola Contou Tudo

Codigo do conto:
252597

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
20/01/2026

Quant.de Votos:
1

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