O Micro que Mudou Tudo

Título: O Micro que Mudou Tudo
Ana tinha 32 anos, corpo esculpido por anos de academia e pilates: bunda redonda e empinada, cintura fina, seios fartos que desafiavam a gravidade mesmo sem sutiã. Casada há oito anos com o Bruno, ela sempre foi a "esposa certinha" — saias na altura do joelho, biquínis discretos na praia em família. Mas nos últimos meses, algo mudou. O tesão reprimido virou fome. Ela começou a comprar lingeries que nunca usava em casa, a se masturbar pensando em olhares alheios, em ser desejada como objeto.
Naquele fim de semana, o casal foi para uma praia de nudismo parcial em Santa Catarina — o tipo de lugar onde ninguém estranha corpos à mostra, mas também onde todo mundo olha. Bruno achava que era só "pra relaxar". Ana tinha outros planos.
Na mala, ela trouxe o micro biquíni que comprou online em segredo: fio dental minúsculo na frente, tecido preto brilhante que mal cobria os lábios da buceta, deixando a virilha lisinha e depilada quase toda exposta. Atrás, uma tirinha fina que desaparecia entre as nádegas. O top era dois triângulos minúsculos, amarrados por cordões finos, que mal seguravam os mamilos — qualquer movimento fazia eles escaparem.
Ela se trocou no quarto do hotel, de costas pro espelho. Virou devagar, admirando: o tecido grudava na pele úmida de protetor solar, marcando cada curva. Os lábios inchados apareciam nas laterais do fio dental. Os mamilos endurecidos cutucavam o tecido fino.
— Amor… isso é pequeno demais — disse Bruno, olhos arregalados, pau já meia-bomba na sunga.
Ana sorriu maliciosa, aproximou-se dele e roçou a coxa na ereção crescente.
— Pequeno é o ponto. Quero que todo mundo veja o que você tem em casa… e o que você não dá conta de satisfazer sozinho.
Ela saiu na frente, rebolando proposital. Bruno seguiu atrás, excitado e envergonhado ao mesmo tempo.
Na areia, o sol batia forte. Ana estendeu a canga devagar, de quatro, bunda empinada pro mar — a tirinha do biquíni sumindo completamente entre as nádegas, deixando as curvas expostas. Deitou de bruços primeiro, pernas ligeiramente abertas. O fio dental frontal afundava entre os lábios, delineando tudo. Uns caras jogando vôlei pararam de jogar pra olhar. Um grupo de surfistas passou devagar, olhos grudados.
Ela virou de barriga pra cima. Desamarrou o top devagar, deixando cair só o suficiente pra expor metade dos seios — mamilos rosados e duros apontando pro céu. Passou óleo bronzeador nas mãos, espalhou devagar pelos peitos, apertando, massageando os bicos entre os dedos. Gemeu baixinho, fingindo que era só conforto, mas alto o suficiente pra ser ouvido.
Bruno sentou ao lado, rosto vermelho, pau duro marcando na sunga.
— Ana… caralho… — murmurou ele.
Ela riu baixo, inclinou-se e sussurrou no ouvido dele:
— Olha pra eles olhando pra mim. Olha como querem me comer. E você só pode assistir.
Levantou, caminhou até a água. Andava devagar, quadril balançando, bunda tremendo a cada passo. Na beira do mar, molhou o corpo inteiro — água salgada escorrendo pelos seios, pelo ventre, molhando o micro biquíni até ficar quase transparente. O tecido grudou, revelando os contornos perfeitos da buceta depilada, o clitóris inchado marcando no fio dental.
Voltou pra canga pingando. Deitou de lado, perna dobrada, abrindo espaço entre as coxas. O biquíni frontal escorregou um pouco pro lado — um lábio rosado escapou, brilhando de água e óleo. Ela não ajeitou. Em vez disso, passou a mão devagar pela virilha, dedos roçando o tecido, como se ajustasse, mas na verdade esfregando de leve o clitóris.
Um cara de uns 40 anos, corpo malhado, passou perto e parou, fingindo olhar o mar. Ana olhou direto nos olhos dele, mordeu o lábio e abriu mais as pernas. O lábio escapou de vez. Ela sorriu, provocante.
Bruno gemia baixo, mão na sunga, se tocando discretamente.
— Quer que eu pare? — perguntou ela, voz doce e cruel.
— Não… continua… por favor…
Ana se levantou de novo. Foi até o bar da praia, pediu uma água de coco. Ficou de pé no balcão, costas arqueadas, bunda empinada pro público. Dois caras atrás dela comentavam alto: "Olha essa puta… micro desse tamanho… quer ser fodida na frente de todo mundo."
Ela virou, sorriu pra eles, piscou e voltou rebolando.
Deitou de novo, dessa vez de quatro, rosto na canga, bunda pro alto. A tirinha traseira sumida, buraco do cu e buceta delineados pelo tecido mínimo. Passou óleo nas nádegas, apertando a carne, abrindo levemente com as mãos — exibindo tudo.
Bruno não aguentou. Puxou ela pro hotel ali mesmo, meio caminho andando, pau duro roçando na bunda dela.
No quarto, ele a jogou na cama, rasgou o micro biquíni com pressa. Comeu ela de quatro, socando forte enquanto repetia:
— Você é uma vadia exibida… todo mundo viu… todo mundo quis…
Ana gozou gritando, imaginando os olhares da praia ainda em cima dela.
— Sim… sou sua vadia… e vou usar micro de novo… toda vez… pra eles babarem… e você gozar de ciúmes.
Depois daquela tarde, o micro biquíni virou ritual. Toda praia, toda piscina — Ana se exibia sem dó. E Bruno? Aprendeu a amar cada olhar alheio, porque no final, era ele quem a fodia até ela gritar.
Fim.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
O Micro que Mudou Tudo

Codigo do conto:
252622

Categoria:
Exibicionismo

Data da Publicação:
20/01/2026

Quant.de Votos:
5

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