A Rainha e o Corno Acorrentado

A Rainha e o Corno Acorrentado
Fernanda sempre soube que Rafael era fraco.
Não fraco de corpo — ele malhava, mantinha o shape decente —, mas fraco de alma.
Desde o namoro, ele se derretia quando ela erguia a voz, tremia quando ela o olhava com desprezo.
E quando ela descobriu o tesão dele por humilhação, por ver outros machos a possuírem, tudo mudou.
Ela virou Rainha.
Ele virou escravo.
Naquela noite, o quarto estava preparado como uma masmorra particular.
Luz vermelha baixa, correntes presas na cabeceira da cama king size, um banco de spanking no centro, chicote de couro, plugs, mordaça e o cinto de castidade de aço frio que Rafael usava há 47 dias sem alívio.
Fernanda entrou vestida de couro preto: corpete apertado que empinava os seios fartos, meia-calça rasgada nas coxas, botas de salto fino que ecoavam como chicotadas no piso.
Na mão, a coleira de couro com plaquinha gravada: Propriedade da Rainha Fernanda.
Rafael já estava nu, de joelhos no chão, mãos algemadas atrás das costas, pauzinho trancado latejando inutilmente contra as barras do cinto.
“Boa noite, corno manso”, ela disse com voz baixa e cortante.
“Hoje você vai assistir de perto o que um homem de verdade faz com a sua dona.”
Ela estalou os dedos.
A porta do banheiro se abriu e Bruno entrou.
O mesmo Bruno de antes: 1,92 m, tatuado, pau grosso já semi-duro balançando.
Mas dessa vez ele veio preparado — colarinho de submissão invertido no pescoço (só pra zoar), mas era claro quem mandava: Fernanda.
Ela puxou Rafael pela coleira até o banco de spanking e o amarrou de bruços, bunda empinada, rosto virado para a cama.
“Você fica aí, olhando. Sem piscar. Se eu vir sua cabecinha virando pro lado, chicoteio até sangrar.”
Bruno se aproximou de Fernanda e a beijou com fome, mãos grandes apertando a bunda dela por cima do couro.
Ela gemeu alto, de propósito, pra Rafael ouvir.
“Olha só, corno… esse pau aqui é livre. O seu? Preso como o lixo que é.”
Ela se ajoelhou na frente de Bruno, abriu a boca devagar e engoliu o pau dele inteiro, babando, fazendo barulho de sucção obsceno.
Rafael gemia baixo, o pauzinho vazando pré-gozo inútil no chão.
Fernanda parou, cuspiu na cara de Rafael.
“Lamber o chão, vadia. Limpa sua própria vergonha enquanto eu chupo rola de macho.”
Rafael obedeceu, língua no piso frio, lambendo o líquido transparente enquanto via a esposa ser erguida por Bruno e jogada na cama.
Bruno abriu as pernas dela, lambeu a buceta molhada, dedos grossos invadindo o cu ao mesmo tempo.
Fernanda gritava de prazer:
“Porra… isso… me abre toda… diferente do corno aí que nem sabe onde enfiar o dedinho!”
Ela olhou para Rafael, olhos brilhando de sadismo.
“Fala, escravo. Fala o que você é.”
Rafael, voz tremendo:
“Eu sou… seu corno manso… sua puta submissa… não sirvo pra foder… só pra assistir e limpar…”
“Exato. Agora assiste quietinho.”
Bruno meteu de uma vez, fundo, fazendo Fernanda arquear as costas e gritar.
Estocadas brutas, ritmadas, bolas batendo na bunda dela.
Ela gozou rápido, esguichando no pau dele, molhando os lençóis.
“Vira de quatro, Rainha. Quero foder olhando pro corno.”
Ela obedeceu, empinando a bunda na direção de Rafael, rosto a centímetros do dele.
Bruno meteu de novo, segurando os cabelos dela como rédea.
“Fala pra ele, Fernanda. Fala enquanto goza no pau de outro.”
Entre gemidos:
“Seu pau é uma piadinha, Rafael… nunca me fez gozar assim… Bruno me arromba… me enche… você só serve pra lamber a porra que sobra… corno inútil… corno patético…”
Rafael choramingava, pauzinho pulsando preso, lágrimas misturadas com tesão.
Bruno acelerou, grunhiu e gozou forte dentro dela, enchendo a buceta até transbordar.
Quando saiu, porra branca escorrendo pelas coxas de Fernanda, ela se arrastou até Rafael.
“Agora sua parte favorita, escravo.”
Ela sentou no rosto dele, esfregando a buceta gozada na boca e no nariz.
“Lambe tudo. Engole o sêmen do macho que me fode de verdade.”
Rafael lambeu desesperado, língua invadindo, engolindo o misto salgado e quente enquanto Fernanda ria.
Bruno, ainda duro, se aproximou por trás dela e meteu no cu dela devagar, fazendo-a gemer de novo.
“Dupla agora, corno. Buceta na sua boca, cu sendo fodido na sua frente.”
Fernanda gozou mais duas vezes assim, esmagando o rosto de Rafael, sufocando-o com a buceta enquanto Bruno a arrombava por trás.
No final, Bruno gozou no cu dela também.
Fernanda se levantou, pernas trêmulas, porra escorrendo dos dois buracos.
Ela pegou o chicote e deu cinco vergastadas leves nas costas de Rafael.
“Boa noite, corno. Amanhã você fica mais um mês no cinto.
E na próxima sessão… trago dois machos.
Ou três.
Depende do meu humor.”
Ela beijou Bruno na boca, vestiu um robe e saiu com ele, deixando Rafael acorrentado, sujo, humilhado e absurdamente excitado.
Ele ficou ali, sozinho no escuro, sussurrando pra si mesmo:
“Obrigado, Rainha… obrigado por me usar assim.”
Eles sabiam que o jogo só estava começando.
Fim. ??

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Ficha do conto

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Nome do conto:
A Rainha e o Corno Acorrentado

Codigo do conto:
256760

Categoria:
Cuckold

Data da Publicação:
12/03/2026

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