O Amigo do meu filho me comeu na nossa cama, com o meu marido escondido no banheiro, até que....
A semana seguinte ao nosso encontro no motel foi um delírio digital. O Ian, o "menino", estava viciado. Aquele corpo de engenheiro de 24 anos tinha provado uma droga que ele não encontrava nas meninas da idade dele: uma mulher feita, experiente, sem pudores e, principalmente, proibida. Meu celular não parava. "Não consigo dormir, Luana. Fecho os olhos e sinto o seu cheiro." "Tô na obra olhando pro Pedro e só consigo imaginar você de quatro naquela cama." "Quando eu posso te ver de novo? Eu preciso descarregar em você. Tô subindo pelas paredes." Ricardo lia tudo. À noite, na nossa cama, eu passava o celular para ele. Ele lia as mensagens com a respiração ofegante, o pau endurecendo na mão. "Ele tá louco por você, patroa," Ricardo sussurrava, relendo a parte onde Ian dizia que queria 'arrombar a mãe do amigo'. "Ele não tem respeito nenhum por mim. Ele quer invadir a minha casa." "E você quer que ele invada, não quer, boneca?" "Quero... eu quero muito." Foi aí que o plano nasceu. O motel era excitante, mas era neutro. Levar o amante para a nossa casa, para a nossa cama, a cama onde dormíamos todas as noites, a "Cama do Corno"... isso era o ápice da humilhação e do prazer. Marcamos para uma quinta-feira à noite. Gisele foi dispensada mais cedo. Pedro estava viajando a trabalho (ironia do destino). A casa era o cenário perfeito. Eu mandei a mensagem fatal para o Ian: "O Ricardo viajou. Tô sozinha nessa casa enorme. A cama é king size, mas tá tão fria... Vem me esquentar?” A resposta foi imediata: "Tô indo agora." Ricardo estava uma pilha de nervos. Ele tomou banho, fez a chuca (ele aprendeu a estar sempre limpo e pronto), se perfumou. "Agora entra," eu ordenei, apontando para a porta do banheiro da nossa suíte. "Apaga a luz. Deixa só uma frestinha aberta. Você vai ouvir tudo. E quando eu der o sinal... ou quando você não aguentar mais... você sai." "Sim, senhora. Boa diversão, patroa." Ele entrou no banheiro, nu, apenas com o plug de metal no rabo (que eu fiz questão de colocar antes) para mantê-lo aberto e submisso. Eu fiquei no quarto. Preparei o ambiente. Luzes baixas, ar condicionado no 20. Vesti um robe de seda vermelho sangue, sem nada por baixo. Meus mamilos duros marcavam o tecido. A campainha tocou. Eu fui abrir. Ian estava lá. De jeans e camiseta preta, cabelo molhado de banho recém-tomado. Ele estava agitado, olhando para os lados, com medo de encontrar o amigo ou o "marido traído". "Entra," eu disse, puxando-o para dentro e trancando a porta. Ele me atacou ali mesmo na entrada. Me prensou na parede, me beijando com aquela fome juvenil, a língua invadindo minha boca, as mãos apertando minha bunda através da seda. "Caralho, Luana... você é louca... aqui? Na casa dele?" "Na casa minha, Ian. O Ricardo é só um detalhe." Eu o guiei pela sala. Passamos pelo sofá onde o Paulo tinha me comido. Passamos pela mesa de jantar. Entramos no corredor. Quando abri a porta da suíte master, Ian parou. Ele olhou para a cama enorme, com lençóis de algodão egípcio, os travesseiros fofos, as fotos do casal nos porta-retratos (eu virei alguns para baixo, mas deixei um ou dois, onde Ricardo sorria abraçado a mim). "Essa é a cama dele?" Ian perguntou, a voz falhando um pouco. O peso do tabu caiu sobre ele. "É a cama do corno," eu sussurrei no ouvido dele, mordendo o lóbulo. "E eu quero que você goze nela." Isso desligou o cérebro moral dele e ligou o cérebro reptiliano. Ele me jogou na cama. Ele arrancou a roupa numa velocidade impressionante. O corpo branco, definido, liso. O pau dele já estava duro, pulsando, aquela cabeça vermelha apontando para o teto. Eu abri o robe. "Vem, engenheiro. Faz a obra." Ele subiu em cima de mim. Ele estava marcando território. Ele beijou meus seios, chupou meus mamilos com força, deixando marcas. "Gostosa... puta que pariu, que velha gostosa..." Ele desceu a mão e encontrou minha buceta encharcada. "Tá molhada pro amigo do filho, é? Tá querendo o pau do novinho na cama do marido?" "Tô... me fode, Ian... me fode agora..." Ele se posicionou entre minhas pernas. E entrou. Aquela sensação deliciosa de preenchimento. Ele era duro, viril. Ele começou a meter com força. A cama rangeu. O som da pele dele batendo na minha coxa ecoava no quarto. Eu gemia alto. De propósito. "ISSO! METE! METE FUNDO! NA CAMA DELE!" "Toma! Toma essa porra! Quem manda nessa cama agora sou eu!" ele falava, batendo sua carne em mim. Eu olhei para a porta do banheiro. Estava entreaberta. Eu sabia que Ricardo estava lá, no escuro, vendo os flashes de movimento, ouvindo o som molhado da foda, ouvindo o garoto xingar a esposa dele. "Vira," Ian ordenou. "De quatro. Eu quero ver você empinada onde ele dorme." Eu me virei. Fiquei de quatro, de frente para o banheiro. Ian se ajoelhou atrás de mim. Ele segurou minha cintura e entrou de novo, por trás. As estocadas eram violentas. Ele puxava meu cabelo. "Olha pra lá," ele dizia, sem saber. "Olha pro espelho." Mas eu olhava para a porta. Eu vi a maçaneta girar devagar. Ian estava no auge. Ele gemia, suava, metia com raiva e tesão. "Vou arrombar... vou deixar oco..." A porta do banheiro se abriu. Ricardo saiu. Ele estava completamente nu. O pau mole balançando. O plug de metal brilhando no rabo. Ele caminhou silenciosamente pelo tapete felpudo. Eu vi o Ricardo. Ian, focado na minha bunda, não viu. Ricardo parou a dois metros da cama. Ele se ajoelhou no chão, como um espectador na primeira fila. Ele começou a se masturbar, olhando o pau do Ian entrando e saindo de mim. "Ian," eu gemi. "Ian..." "Que foi? Tá gostoso, puta?" "Tem... tem gente olhando." Ian parou por um milésimo de segundo. "O quê?" Ele olhou para a frente. Para onde eu olhava. Ele viu. Ele viu o Ricardo. O pai do Pedro. O dono da casa. Ajoelhado, nu, batendo punheta enquanto chorava de emoção. Ian congelou. O pau dele deu uma pulsada dentro de mim, mas não amoleceu. O susto foi enorme, mas a cena... a cena era erótica demais. "Dona Luana..." Ian sussurrou, assustado. "É o... seu marido." "Continua, Ian," eu ordenei, olhando nos olhos do Ricardo. "Não para." Ricardo, vendo que o garoto tinha parado, falou. A voz dele era trêmula, patética e suja. "Por favor... não para," Ricardo implorou, sem parar de bater punheta. "Não para de comer a minha esposa, Ian. Por favor. Eu gosto de ver." Ian olhou para mim. Olhou para o Ricardo. O choque inicial passou. E deu lugar a uma sensação de poder absoluto. Ele, o garoto de 24 anos, estava comendo a mulher do amigo, na cama dos pais dele, e o pai estava ali, implorando para assistir. Ian sorriu. Um sorriso perverso. "Você gosta de ver, é, corno?" Ian disse, a voz mudando. Ficou mais grossa. "Gosto... gosto muito..." Ricardo gemia. Ian segurou minha cintura com mais força. "Então olha," Ian falou. E ele voltou a meter. Mas agora, era diferente. Era uma performance. Ian metia com mais força, fazendo questão de fazer barulho. PLAFT! PLAFT! "Olha aqui, Ricardo!" Ian gritava. "Olha o pau do novinho entrando na tua mulher! Olha como ela gosta!" "Eu tô vendo! Eu tô vendo!" Ricardo respondia, acelerando a punheta. "Isso! Arromba ela! Ela é sua!" Eu estava no meio do fogo cruzado. Sendo fodida pelo amigo do meu filho, assistida pelo meu marido. "Chega mais perto, boneca," eu disse para o Ricardo. "Vem ver de perto." Ricardo veio engatinhando. Ele parou bem ao lado da cama, na altura da minha bunda e da virilha do Ian. Ele sentia o cheiro do sexo. Ele via os pelos loiros do Ian roçando na minha pele. "Que pau lindo..." Ricardo sussurrou, hipnotizado pela rola do Ian entrando e saindo. "Branquinho... duro..." Ian olhou para baixo. Viu o marido da amante admirando o pau dele. "Quer tocar, corno?" Ian perguntou, audacioso. Ricardo olhou para mim, pedindo permissão. Eu assenti. Ricardo estendeu a mão trêmula. Ele tocou as bolas do Ian, que balançavam a cada estocada. "Isso..." Ian gemeu, gostando da adoração. "Massageia minhas bolas enquanto eu encho tua mulher." A cena era o caos perfeito. Ian me fodendo, Ricardo acariciando o saco do amante, eu gemendo para os dois. "VOU GOZAR! VOU GOZAR NA CAMA DELE!" Ian avisou, o ritmo ficando frenético, os músculos do pescoço retesados. "Goza! Goza dentro dela!" Ricardo pediu, ajoelhado ao lado da cama, batendo punheta desesperado. Ian enterrou tudo. Ele segurou meu cabelo com força, jogando minha cabeça para trás. Ele tremeu. E gozou. Eu senti os jatos quentes do garoto me inundando. A juventude dele sendo bombeada para dentro de mim, uma carga vital e proibida. "AAAARRRGGHH!" Ian rugiu, colapsando em cima de mim por alguns segundos. Ricardo, vendo o gozo acontecer, não aguentou. Ele soltou um gemido choroso e gozou também. O jato dele voou e caiu no tapete, sujando o chão do próprio quarto. Ian saiu de dentro de mim devagar. O som foi molhado, schlock. O pau dele saiu brilhando, sujo dos meus fluidos e do próprio gozo que começava a escorrer de volta. Ele se sentou na beira da cama, ofegante, as pernas abertas, o pau amolecendo levemente, mas ainda grosso e pesado, repousando na coxa. Eu fiquei deitada, de pernas abertas. O leite do Ian começou a escorrer pela minha virilha, descendo para o lençol branco. Ricardo, que já tinha recuperado o fôlego, olhou para aquela bagunça. Os olhos dele brilharam com uma fome doentia. "Vem, boneca," eu ordenei, apontando para a minha buceta. "Vem limpar a sujeira que o homem fez na sua esposa." Ricardo não esperou. Ele rastejou até o meio das minhas pernas. Ian observava, incrédulo, enquanto o marido da amante enfiava a cara na buceta dela. Ricardo lambeu. Ele lambeu com vontade, com gratidão. Ele passava a língua, recolhendo o sêmen do Ian que escorria de mim. Ele gemia, saboreando o "leite novinho", engolindo a prova da traição. "Isso é bom... isso é muito bom..." Ricardo murmurava, com o queixo todo sujo de porra e secreção. Quando ele me deixou limpa, brilhando de saliva, ele se afastou um pouco. Mas ele não se levantou. Ele se virou para o Ian. Ian estava sentado, observando a cena com um sorriso de superioridade e choque. O pau dele estava ali, sujo, mole, pendurado. Ricardo olhou para o pau do garoto. Olhou para o Ian. A submissão dele atingiu o nível máximo. "Senhor..." Ricardo sussurrou, a voz trêmula, olhando nos olhos do amigo do filho. "Eu posso... eu posso limpar o senhor também?" Ian arqueou uma sobrancelha. Ele olhou para mim. Eu sorri e assenti. Ian olhou de volta para o Ricardo. Ele relaxou os ombros, abriu mais as pernas e colocou as mãos para trás, apoiando-se na cama. "Pode, corno. Deixa limpinho." Ricardo foi até ele. Ele segurou o pau do Ian com as duas mãos, com uma delicadeza reverente. E ele abocanhou. Não foi um boquete qualquer. Foi uma limpeza. Ricardo chupou a cabeça, limpando os restos de gozo que ainda saíam. Ele lambeu o eixo, limpando a minha lubrificação que tinha ficado nele. Ele chupou as bolas do garoto. Ian fechou os olhos e soltou um suspiro longo. "Caralho... o pai do Pedro chupa bem..." Ian deixou escapar. Ricardo se empenhou. Ele enfiou o pau mole na boca, fazendo vácuo, sugando a alma do menino. Ele limpou tudo. Não deixou uma gota, um cheiro, nada. Ele deixou a ferramenta do engenheiro polida. Quando terminou, Ricardo soltou o pau, que caiu limpo e flácido na coxa do Ian. Ricardo limpou a boca com as costas da mão, olhando para cima com adoração. "Obrigado, senhor," Ricardo disse. Ian se levantou. Ele parecia tonto. A realidade do que tinha acabado de acontecer bateu nele. "Vocês... vocês são fodas," ele disse, rindo nervoso, pegando a calça jeans do chão. Ele se vestiu rápido. Ricardo permaneceu no chão, nu, humilhado e feliz. "Eu vou nessa," Ian disse, me dando um beijo rápido na boca e um tapa na bunda. Ele olhou para o Ricardo no chão e fez um sinal de positivo com a cabeça. "Valeu pela... limpeza, Seu Ricardo." Ele saiu do quarto. Ouvimos a porta da frente bater. Ficamos eu e minha Boneca. No quarto cheirando a sexo. Ricardo subiu na cama e me abraçou, com gosto de porra do Ian na boca. "Foi perfeito, patroa," ele disse. E foi mesmo. A nossa casa nunca esteve tão limpa.
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Caralho que tesão de conto !
É a realidade na vida dos cornos, macho fodendo a buceta da esposa que tanto amamos na nossa cama, deixo sempre nossas fotografias é inspiração pra foda. Adorei