Ainda trêmulos e com os joelhos ralados do carpete, nós nos levantamos. Natasha já estava instalada na hidromassagem como uma deusa fluvial. A água borbulhante e iluminada por leds azuis e roxos cobria o corpo dela até a cintura, mas os seios magníficos boiavam na superfície, desafiando a gravidade, e os braços longos estavam esticados nas bordas da banheira. Ela tragava o cigarro com os olhos fechados, a cabeça encostada no mármore. "Vocês vão ficar aí olhando ou vão vir me servir?" ela perguntou, sem abrir os olhos. Eu peguei uma nova camisinha na mesa de cabeceira. O pacote prateado brilhou na minha mão. Cutuquei o Ricardo e apontei para a água. Ele entendeu. A Boneca precisava se lavar, e a Patroa precisava montar. Entramos na água quente. O choque térmico foi delicioso, relaxando os músculos que ainda tremiam pelo esforço anterior. A água batia no meu peito. Eu nadei até ela. Natasha abriu os olhos e sorriu ao ver a camisinha na minha mão. "Prevenida. Gosto assim." Ela se levantou um pouco na água, expondo a tora. Mesmo depois de ter gozado horrores dentro do Ricardo, aquilo parecia incansável. Estava duro de novo, apontando para fora da água como o mastro de um navio naufragado. Eu rasguei o pacote. Com cuidado e reverência, desenrolei o látex naquele tronco negro. Minhas mãos pareciam pequenas segurando a base. Ricardo observava de perto, com a água batendo no queixo, os olhos fixos na ferramenta que o tinha destruído minutos antes. "Senta, Luana," Natasha ordenou. "De costas pra mim. Eu quero ver o seu marido trabalhar." Eu obedeci. Posicionei-me sobre ela, ficando de costas para o rosto dela e de frente para o Ricardo. Segurei nos joelhos dela para me equilibrar na água. Senti a cabeça da rola na minha entrada. E deixei meu corpo afundar. A água facilitou, mas a espessura era sempre um choque. GLUP. Eu desci devagar, sentindo ela me preencher, me alargar, ocupando cada espaço vago dentro de mim. Quando sentei no colo dela, a água subiu e cobriu nossos quadris conectados. "Agora você, Ricardo," Natasha disse, a voz soando logo atrás da minha orelha. "Os peitos. Eles tão pedindo boca." Ricardo não precisou de segunda ordem. Ele avançou na água como um animal sedento. Eu estava cavalgando devagar, subindo e descendo no colo da Natasha, sentindo aquela anaconda roçar nas minhas paredes internas. E, na minha frente, meu marido se dedicava aos seios dela. Os peitos da Natasha eram duros, artificiais e perfeitos. Mamilos negros, grandes e eretos. Ricardo abocanhou o seio direito com uma fome desesperada. Ele chupava, lambia, massageava com as mãos brancas a pele negra e brilhante dela. "Isso..." Natasha gemia, apertando a minha cintura e guiando minhas quicadas. "Chupa a mamãe, Ricardo... chupa gostoso enquanto eu como a tua mulher..." A cena era surreal. Eu sentia o corpo forte dela atrás de mim, o pau dela dentro de mim, e via meu marido mamando nela, o rosto afundado naqueles peitos imensos, fazendo barulhos de sucção que se misturavam com o borbulhar da hidro.. "Mais forte, Ricardo!" ela exigiu, segurando a nuca do dele e puxando o mamilo esquerdo para a boca dele. "Morde! Eu gosto de sentir dente!" Ricardo mordiscou. Natasha grunhiu de prazer e deu uma estocada de baixo para cima que me fez sair da água. "AI!" eu gemi, jogando a cabeça para trás, apoiando no ombro dela. Ficamos assim por alguns minutos. Eu sendo usada como capa de pinto, Ricardo sendo usado como bomba de sucção. Mas Natasha era insaciável. E ela era criativa. "Chega de preliminar molhada," ela disse, dando um tapa na minha coxa. "Levanta, Luana. Vamos fazer o trem andar." Ela me empurrou para cima. Eu saí de cima dela, sentindo o vazio imediato e a água quente invadindo minha buceta aberta. "Vai pra borda," ela apontou para a extremidade oposta da hidro, onde havia uma barra de metal cromada para apoio. "Fica de pé, apoia as mãos na borda e empina a bunda pra dentro da banheira." Eu fui. A água batia na minha cintura. Apoiei as mãos no mármore frio, estiquei as pernas e empinei o rabo, deixando-o na altura da superfície da água. "Ricardo," ela chamou. A voz dela era de comando militar. "Atrás da sua mulher. Agora." Ricardo nadou até mim. Ele se posicionou atrás da minha bunda. O pau dele, estimulado pela visão e pela boca na teta, estava duro de novo. Não era o gigante da Natasha, mas era o pau do meu marido. "Coloca nela," Natasha ordenou. "Mas não na buceta. A buceta é minha. Coloca no cu. Eu quero ver se você aprendeu a usar o buraco alheio." Ricardo tremeu. Ele segurou meus quadris molhados. "No... no cuzinho, patroa?" ele sussurrou no meu ouvido. "Mete, Ricardo! Faz o que a ela mandou!" Ele cuspiu na mão, passou no meu rabo (a água lavava rápido, mas ajudava) e encostou a cabeça do pau no meu anel. Ele empurrou. Entrou justo. O cu é apertado, quente. Eu gemi, apertando a barra de metal. "Isso..." eu disse. "Isso, boneca... me come..." Mas a arquitetura da obra ainda não estava pronta. Natasha se levantou da água. Ela parecia o Godzilla surgindo do oceano. A água escorria pelo corpo escultural dela. A rola, protegida pela camisinha, balançava, procurando um alvo. Ela foi para trás do Ricardo. Ela era muito mais alta que ele. Ela teve que abrir as pernas e se agachar um pouco na água para ficar na altura certa. "Abre espaço, boneca," ela rosnou no ouvido dele. "O trem vai entrar no túnel." Ricardo estava focado em meter no meu rabo. Ele estava se sentindo macho, me possuindo. Mas então... ele sentiu. A cabeça da tora da Natasha encostou no rabo dele. Não houve aviso. Não houve cuspe. Havia apenas a água da hidro e a vontade dela. Ela empurrou. "UOOOOOOOOOGHHHH!" Ricardo gritou. O grito dele bateu nas minhas costas. O impacto do corpo da Natasha empurrou o Ricardo para frente, e o Ricardo me empurrou contra a borda da banheira. Foi um efeito dominó de carne. Natasha enterrou a rola no rabo do Ricardo. Ricardo, empalado, enterrou a rola no meu rabo até as bolas. Estávamos conectados. Natasha comendo o Ricardo. Ricardo comendo a mim. E eu segurando a borda, sendo o para-choque dessa locomotiva de perversão. "VAI! ANDA!" Natasha gritou, começando a meter. Ela metia no Ricardo com uma força bruta. A água espirrava para todo lado. SPLASH! SPLASH! A cada estocada dela, Ricardo era jogado para frente. E a cada solavanco dele, o pau dele entrava mais fundo no meu cu. Ele não precisava nem fazer força; a força vinha dela. Ele era apenas o transmissor do impacto. "AI! AI! TÁ FUNDO! TÁ DEMAIS!" Ricardo berrava, a cabeça jogada para trás, apoiada no peito molhado da Natasha. "Cala a boca e mete na tua mulher!" ela respondia, dando tapas nas costas dele. "Passa a energia! Eu tô te enrabando pra você enrabar ela!" Era uma sensação insana. Eu sentia o pau do meu marido me arrombando, mas eu sabia que a força vinha da travesti atrás dele. Eu estava sendo fodida por tabela pela Natasha. "ISSO! ME RASGA! OS DOIS!" eu gritava, olhando para o teto solar, vendo as estrelas girarem. A água ao nosso redor virou um turbilhão. Natasha segurava a cintura do Ricardo com as mãos de alicate. Ricardo segurava a minha cintura com as unhas cravadas. "Eu tô sentindo a próstata dele!" Natasha riu, sádica. "Ele tá pulsando no meu pau! Ele tá gostando de ser a puta do meio!" "Eu tô! Eu tô!" Ricardo confessou, chorando e babando. "Eu sou a puta do meio! Eu sou o sanduíche!" "Vou gozar!" Ricardo avisou. O estímulo duplo — comendo meu cu e tendo o rabo destruído — era demais para ele. "Goza!" Natasha ordenou. "Goza no cu da Luana! Enche o rabo dela!" Ricardo tremeu. Ele deu três estocadas curtas e rápidas no meu ânus. E descarregou. Eu senti o calor dentro de mim, o jato dele preenchendo meu reto. "AAAARRRGHHH!" ele gritou. Mas Natasha não parou. O gozo do Ricardo não era o fim. Era só o combustível. "Minha vez! Segura, boneca! Segura o peso da nega!" Ela aumentou o ritmo. Ela batia com os ossos da bacia na bunda do Ricardo. PLAFT! PLAFT! NA ÁGUA! Ela rosnou. Um som gutural, vindo do fundo da garganta. Ela se contraiu inteira. Abraçou o Ricardo por trás, esmagando-o contra as minhas costas. E gozou. Ela bombeava dentro da camisinha, dentro do rabo do meu marido. Ela ficou ali, travada, tremendo, passando toda a vibração do orgasmo dela para o corpo do Ricardo, que passava para o meu. Ficamos assim. Três corpos colados, ofegantes, boiando na água quente e cheia de espuma. Natasha soltou o Ricardo devagar. Ricardo saiu de dentro de mim, escorregando. Desabamos na água. Natasha se encostou na borda, abrindo os braços, a rainha triunfante. Ricardo e eu boiávamos na frente dela, como destroços de um naufrágio delicioso. "Isso..." Natasha disse, acendendo outro cigarro que ela magicamente manteve seco na borda. "Isso é que é um banho de família." Ricardo olhou para mim. Os olhos dele estavam vermelhos, inchados, mas brilhavam com a luz da submissão absoluta. "Obrigado, patroa," ele sussurrou para mim. "Obrigado por achar ela." Eu sorri, dolorida e plena. A Pedro II tinha nos dado o melhor presente de todos.
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