Voltei pra casa aquela noite, e a cabeça não parava de girar. Dois pensamentos martelavam minha mente: o carinho e a vontade de ajudar o Juninho a ter uma vida melhor, e o fogo, a insanidade, a vontade louca de viver o DOGGING.
— Amor? — chamei o Ricardo, que já estava com o notebook na mão. — Vamos procurar. Vamos ver onde rola essas coisas aqui em BH.
Nós passamos a noite pesquisando. Entramos em fóruns, sites, grupos. Descobrimos que é mais comum do que se imagina. Vimos até reportagens, matérias que falavam sobre os pontos ermos, os encontros secretos, a liberdade total.
A ansiedade era tanta que não deu pra esperar. Nós decidimos: HOJE À NOITE NÓS VAMOS!
Primeira vez. Não íamos chamar o Juninho ainda, apesar dele ter se oferecido pra organizar tudo. Queríamos ir sozinhos primeiro, sentir a vibe, ver como era, sentir o perigo. Se rolasse, rolaria. Se não, pelo menos teríamos vivido a experiência.
Eu me arrumei com todo cuidado. Queria estar linda, mas parecendo uma puta disponível. Vesti um vestido curto, justinho, que deixava minhas pernas à mostra, meia calça preta fina, lingerie preta de renda por baixo. Me perfumei muito, me maquiei. Estava desejável, pronta pro serviço.
— Vamos, boneca. Hoje a patroa vai mostrar serviço. — falei, dando um beijo nele.
Fomos. O Ricardo dirigiu até um local que ele achou, um ponto conhecido na Pampulha. Um lugar aberto, com bastante árvores, escuridão, mas com vários carros parados, de luzes apagadas ou com faróis baixos. O clima já era de tensão sexual no ar.
Ele parou o carro num canto mais afastado, mas visível. Desligou os faróis. Ficamos só nós dois, no escuro, o coração batendo a mil.
— E agora, amor? — ele sussurrou, todo excitado.
— Agora... é hora da verdade.
Eu abri o vidro do meu lado, o passageiro, todo pra baixo. O ar fresco da noite entrou, o barulho do vento. E eu fiquei ali, encostada, com o decote do vestido aberto, esperando.
Não demorou nada. Um carro passou devagar, buzinou baixinho: Bi-bi!
Eu sorri, balancei a cabeça positivamente, e me ajeitei.
O carro parou ao lado. Não olhei pra cara do motorista, não queria saber quem era. A mão dele apareceu pela janela, fazendo sinal. Eu entendi.
Me inclinei pra fora, metade do meu corpo pra fora do carro, e abri a boca.
Ele já estava com a porta aberta, o pau pra fora, duro, grande. Sem cerimônia, ele encaixou na minha boca.
GLUP!
— Hmmm... — ele gemeu baixo.
Eu chupei. Chupei com vontade, com a boca toda, sentindo o gosto, sentindo ele usar minha cara. O Ricardo estava ao meu lado, dirigindo? Não, ele estava parado, olhando tudo, com a mão dentro da calça, se batendo pra ver a mulher dele chupando desconhecido.
Eu chupei aquele primeiro, até ele gozar na minha boca, eu engoli tudo rápido, e ele foi embora.
Mal ele foi, outro já estava chegando. E outro. A minha boca estava sendo usada, era uma fila silenciosa na escuridão.
Mas o meu tesão era grande demais. Eu sentia a buceta latejando, pingando, precisando ser preenchida. Não dava mais pra ficar só na boca.
— Ricardo... abre a porta pra mim... eu não aguento mais... eu quero pau dentro de mim... — sussurrei, ofegante.
Ele abriu a porta do carro rapidinho.
Eu saí devagar, no escuro. Virei de costas, me apoiei na banco do carro, levantei o vestido todo, deixando a calcinha de lado, e fiquei ali.
DE QUATRO. Bunda pra cima, totalmente exposta, buracos abertos esperando, sem ver nada, sem saber quem vem, só sentindo.
— Toma, meu amor... mostra pra eles que é gostosa... — Ricardo sussurrava de dentro do carro, babando.
Mal eu fiquei na posição, senti uma mão grande apertar minha bunda.
O PRIMEIRO
Não vi roupa, não vi rosto. Só senti um pau grosso, quente, roçar na minha entrada. Ele não perguntou nada, não falou nada. Apertou minha cintura e enfiou fundo.
PLOC!
— AAAAAHHHH!!! — gritei baixinho, mordendo o braço pra não gritar muito.
Ele me comeu com força. Metia forte, rápido, socava fundo, me fazendo bater na a cabeça no Ricardo. Era um homem forte, bravo, me usando como objeto. Ele gozou muito na camisinha com um gemido agudo, preso mas alto pra não gritar, e saiu em silêncio.
O SEGUNDO
Mal ele saiu, outro já encaixou. Esse era mais fino, mas muito longo. Ele entrou devagar, mas foi até o fundo, me fazendo sentir ele todo. Ele segurou meu cabelo, puxou pra trás, e meteu com um ritmo gostoso, gemendo baixo no meu ouvido coisas que eu não entendi direito. Ele gozou também, me fazendo gemer.
O TERCEIRO
Esse veio com tudo. Parecia que estava esperando há tempos. Ele era enorme, parecido com o tamanho do Juninho. Ele entrou doendo um pouco, me esticando todinha.
— PUTA GOSTOSA... — ele falou, e começou a me espancar com o pau.
PLAM! PLAM! PLAM! O som da pele batendo ecoava no breu. Ele me bateu na bunda várias vezes, deixando marcas, me fazendo gritar de prazer. Eu gozei muito com esse, sentindo ele me invadir completamente.
O QUARTO
Veio outro, mais novo talvez, mais apressado. Ele me comeu rápido, com muita vontade, parecia que ia explodir a qualquer momento. Ele me virou um pouco de lado, pra meter de um jeito diferente, e gozou quente rapidinho, gemendo muito.
O QUINTO
E por último, o quinto homem. Ele chegou devagar, passou a mão no meu rosto, me acariciou como se tivesse pena, mas depois agarrou forte. Ele me comeu por trás, mas dessa vez, ele puxou meu corpo pra cima, me deixando de pé, apoiada no carro, e me encheu de beijos no pescoço enquanto metia gostoso, devagar, me fazendo tremer toda até gozar com ele também.
Foram CINCO. Cinco homens diferentes. Cinco paus de tamanhos e jeitos diferentes. Ninguém viu ninguém direito, ninguém trocou nome, ninguém perguntou nada. Só tesão. Só uso.
Eu fiquei ali, encostada no carro, toda mole, as pernas tremendo, sentindo a pau dos cinco homens e o meu suco escorrendo pela minha coxa, sentindo meu interior todo latejando, cheio, usado, destruído e extremamente feliz.
O Ricardo abriu a porta, me ajudou a entrar. Ele estava todo branco, todo excitado, os olhos brilhando.
— Meu Deus... meu amor... você foi incrível... cinco caras... você é uma putinha maravilhosa... — ele falava, me abraçando, me beijando, sentindo o cheiro de sexo e de homem estranho em mim.
Eu olhei pra ele, com a voz falhando: — Foi... foi a melhor coisa da minha vida, Ricardo... eu me senti tão... tão puta... tão usada... tão gostosa...
Voltamos pra casa naquele silêncio gostoso, eu no banco, toda aberta, toda melada, pensando em tudo o que tinha acontecido.
E uma certeza: Aquela era só a primeira vez. A gente ia voltar muitas e muitas vezes.
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