Algumas semanas se passaram depois da folia. A vida tinha voltado ao normal, o ritmo estava mais calmo, eu e Ricardo estávamos quietos, curtindo o descanso depois de tanta bagunça. Mas como eu sempre digo: o corpo pede, e a vida sempre arruma um jeito de nos presentear.
Eu conhecia o Juninho há um tempinho. Ele trabalhava vendendo as coisas no sinal na esquina, daqueles meninos que ficam lá o dia todo, esperando o sinal fechar para limpar o parabrisa, vender aquelas pulseirinhas ou só pedir uma ajuda.
Ele era novo, muito novo. Aparentava ter uns 18, 19 anos no máximo. Corpo magro, mas definido, pele morena bronzeada de sol, cabelo black power curto, um sorriso largo e tímido. Sempre usava aqueles shorts de time, bem justos, e camiseta regata que deixava os braços dele à mostra.
Sempre que eu passava de carro, ele vinha até mim. — Bom dia, Dona! Tudo bem com a senhora hoje? — falava com aquela voz doce, mas que já tinha um timbre grave de homem.
— Tudo ótimo, Menino! — respondia, sempre sorrindo, como eu sou com todo mundo.
E ele não perdia a chance: — Nossa, a senhora tá cada dia mais linda... Que vestido bonito,... A senhora é a mulher mais chique e mais bonita que passa por aqui, com certeza.
Eu ria, agradecia, achava graça da lábia dele. Mas eu via o brilho no olho dele. Ele me olhava com uma admiração, mas também com uma vontade danada. Ele me contou que morava lá longe, numa comunidade, que acordava cedo todo dia pra vir trabalhar, que a vida era dura, mas ele não reclamava.
Nossas conversas eram sempre rápidas, só uns minutinhos enquanto o sinal abria, mas havia uma tensão no ar. Ele falava que eu era diferente, que eu era elegante, que tinha classe, mas que ao mesmo tempo passava uma energia... de quem sabe muito da vida.
Até que aconteceu o dia da chuva.
Era fim de tarde, eu saindo da loja pra voltar pra casa. De repente, o céu escureceu e caiu aquela chuva de verão típica de BH, forte, rápida, que molha todo mundo em dois segundos.
Eu estava dirigindo devagar, olhando a água cair, quando passei na esquina de sempre. E lá estava ele.
O Juninho. Encolhido embaixo de uma marquise pequena, todo ensopado, a camiseta colada no corpo, o cabelo todo molhado caindo na testa. Ele não tinha pra onde ir, o ponto de ônibus estava lotado.
Não pensei duas vezes. Não teve maldade de primeira, só pena mesmo, e uma simpatia que eu já tinha por ele. Buzinei, parei o carro, abaixei o vidro.
— Juninho! Entra logo, menino! Vai se acabar de ficar aí!
Ele arregalou os olhos, surpreso, e saiu correndo, pulando as poças d'água. Abriu a porta do carro e entrou rapidamente.
— Nossa, muito obrigado, tia! Valeu mesmo! — disse ele, todo molhado, pingando no estofado do meu carro.
— Imagina, não ia te deixar lá nessa chuva danada. Agora se ajeita aí que eu te levo até um lugar melhor pra pegar condução.
Ele se acomodou no banco do passageiro. Ele tirou o chinelo, encolheu um pouco as pernas por causa da água. E foi aí que aconteceu.
Ele usava um shortinho do Flamengo, branco e vermelho, bem fino, bem justinho, e tava todo molhado, colado na pele. Quando ele se ajeitou, eu olhei pra baixo, meio que automaticamente, pra ver se ele não estava molhando muito o banco...
E eu TRAVEI.
Meu Deus do céu.
Aquilo não era normal. O shortinho dele estava armado de um jeito absurdo. Mesmo molhado, dava pra ver contornos, tamanho, grossura. Era um volume grande. Parecia que ele tinha escondido um rolo de papel higiênico ali dentro. Era grande, comprido, apontando pra cima, fazendo um volume que não tinha como disfarçar.
Eu fiquei olhando, sem querer, mas fui muito indiscreta. Meus olhos arregalaram, minha boca abriu um pouco, eu respirei fundo. Que porra era aquela? Um menino daquele tamanho carregando uma arma daquela?
Ele percebeu na hora. É claro que percebeu. Ele viu eu olhando, viu minha cara de choque.
Ele deu um sorriso safado, daqueles de menino levado, e coçou a nuca, sem graça, mas todo orgulhoso.
— Calma, tia... — disse ele, baixo, com a voz baixa. — Não morde não...
Passou um milhão de coisas na minha cabeça. "Tia"? Ele me chamou de tia? Mas olha pra essa porra! Eu estava atordoada, excitada, com o coração batendo a mil.
Eu olhei pra cara dele, depois olhei de novo pra baixo, e respondi, com a voz saindo meio falhada, mas cheia de atitude:
— E eu lá tenho medo dessas coisas, menino? Pelo contrário...
O ar no carro ficou pesado. A chuva batia no telhado, o mundo lá fora estava cinza e molhado, mas aqui dentro estava pegando fogo.
— Sério mesmo, tia? — ele perguntou, se aproximando um pouco no banco. — A senhora não se assusta não? É que é grande mesmo... cresceu mais do que devia sabe, ele falava se vangloriando.
— Eu vejo que é grande, Juninho... — eu disse, passando a mão na minha própria coxa, sentindo o calor subir. — Mas eu sou mulher feita, menino. Eu aguento tranco.
— Hmmm... então a senhora é brava mesmo, né? — ele sorriu, e dessa vez não foi tímido. — A senhora é toda chique, toda arrumada... mas por baixo deve ser uma fera.
Ele não esperou. Ele estendeu a mão, grande, morena, e colocou na minha coxa direita, subindo devagar, por cima da saia. A mão dele era quente, forte.
— Posso ver, tia? Posso ver se a senhora é tão gostosa quanto eu sempre imaginei?
— Pode... pode tudo, meu bem... — eu sussurrei, já entregue.
Ele abriu o zíper da minha saia com uma destreza incrível, puxou para o lado, e enfiou a mão dentro da minha calcinha.
— Nossa... já tá toda molhadinha... — ele sussurrou no meu ouvido. — A tia gostou de ver o pauzinho, foi? Gostou do tamanho?
— Gostei... gostei muito, filho... é grande demais...
— É sim. E hoje ele quer entrar.
Ele se mexeu rápido. Abriu o short dele, puxou pra baixo, e aquela coisa saltou pra fora.
MEU DEUS.
Eu olhei e quase chorei. Era vermelho, roxo na cabeça, grosso, muito grosso, veias saltadas, pulsando. Ele era duro que nem pedra, e tinha um comprimento absurdo. Ele segurou com a mão e ainda sobrou muito. Era o pau de um novinho, mas com tamanho de homem feito, de homem grande.
— Segura ele, tia. Sente como ele é quente...
Eu peguei. Minha mão pareceu pequena. Ele era pesado, quente, pulsando na minha palma.
— Eu quero dentro da senhora... — Juninho falou. — Quero ver se essa buceta de senhora elegante aguenta o novinho.
— Vem... me come, menino... me enche de porra...
Eu abri as pernas o máximo que dava no carro, virei o corpo pra ele, apoiando uma perna no painel. Ele se inclinou por cima de mim, no espaço apertado do banco, encaixou aquela rola imensa na minha entrada, que já estava aberta e pingando de vontade.
— Vai doer um pouquinho, tia... é que ele é muito grosso...
— Mete logo! Não me trata como frágil!
Ele empurrou.
GLUP! PLOC!
— AAAAAHHHHHH MEU DEUS DO CÉU!!! — eu berrei, agarrando o banco da cabeça.
Ele entrou. Entrou tudo. De uma vez só. A sensação foi de ruptura. Ele era tão grosso que abriu minhas paredes como se fosse a primeira vez. Eu senti ele tocar o fundo, bater no colo do útero, me enchendo completamente. O pau dele era quente, pulsava muito forte dentro de mim.
— CARALHO!!! — gritou ele também, fechando os olhos, mordendo o lábio. — QUE BUCETA BOA! QUE PORRA DE BUCETA APERTADA!
Ele começou a meter. E ele era novinho, tinha energia de sobra.
PLAM! PLAM! PLAM! O som da carne batendo era alto, abafado pelo barulho da chuva, mas dentro do carro era ensurdecedor. Ele socava fundo, forte, rápido. Ele segurava minha cintura com força, me prensava contra o banco, e enfiava aquela tora toda dentro de mim, saindo quase tudo e entrando de novo com violência.
— ISSO! ISSO! COME A TIA! COME A MULHER CASADA! — eu gritava, fora de mim, sentindo meu útero sendo martelado. — ME ARROMBA, GAROTÃO!
— GOSTOSA! PUTA QUE PARIU! — ele rugia, suando frio, o cabelo molhado caindo na cara dele. — ESSE PAU É SEU, TIA! É TODO SEU!
Ele mudou a posição, me puxou pra ficar de quatro no banco, de costas pra ele, e continuou metendo. A visão era perfeita: minha bunda branca recebendo aquele pau negro, grosso, entrando e saindo todo liso de tanto que eu estava lubrificada.
— OLHA COMO ENTRA! OLHA COMO ELA ENGOLI O MEU PAU! — ele gritava, espancando minha bunda com as estocadas.
Eu estava perdida. Ele era novinho, tinha uma tesão que não acabava mais, e o pau dele era perfeito, do tamanho que me fazia gritar de dor e prazer misturados.
— EU VOU GOZAR! TIA! EU VOU GOZAR MUITO DENTRO! — ele avisou, o ritmo ficando desesperado.
— GOZA DENTRO! ENCHE MINHA BUCETA DE PORRA DE NOVINHO! JOGA TUDO!
PUFT! PUFT! PUFT!
Ele agarrou minha cintura com força, enterrou o pau até o talo, e disparou. Senti jatos quentes, espessos, enchendo meu útero, uma quantidade absurda de leite quente. Ele gemia alto, rosnava, tremia todo em cima de mim, vazando porra pra todo lado.
— TOMA! TOMA TODA MINHA PORRA, SUA PUTA GOSTOSA! — ele gritou, e gozou mais um pouco, latejando forte.
Quando ele saiu, a porra começou a escorrer em quantidade, escorrendo pelas minhas coxas, molhando o banco do carro. Eu fiquei ali, ofegante, toda mole, sentindo meu interior latejar, aberta, destruída e feliz.
Ele se arrumou rápido, sorrindo, todo safado, enchendo o peito.
— E aí, tia? — disse ele, me dando um tapa gostoso na bunda. — Agora a senhora sabe por que eu sempre olho pra senhora. Agora a senhora sabe o que o menino tem.
Eu olhei pra ele, limpando a minha bunda com um lenço, ainda tonta.
— Você é um monstro, Juninho... — eu sussurrei. — Um monstro gostoso que eu não vou mais conseguir esquecer.
— A senhora sabe onde me encontrar, tia. Todo dia na esquina. Esperando a senhora passar... e esperando levar essa buceta gostosa de novo.
A chuva tinha diminuído. Eu o deixei no ponto que ele pediu. Ele saiu do carro, todo arrumadinho, parecendo um anjo, mas eu sabia a fera que estava escondida dentro daquele shortinho.
Voltei pra casa dirigindo devagar, sentindo o gosto dele dentro de mim, sentindo a porra escorrer, sorrindo sozinha.
Mais uma vez... a vida tinha me dado de presente exatamente o que eu precisava.
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