Os fatos narrados neste conto se passaram há mais de 20 anos (2005), mas só agora decidi escrever. Morávamos em uma vila de funcionários pertencente a uma empresa multinacional. Nossa casa era praticamente do lado da casa do meu tio Eduardo que era viúvo e sua filha (minha prima) Vera. Eu e Vera tínhamos praticamente a mesma idade (diferença de meses), estudávamos no mesmo colégio, na mesma série e mesma sala… passamos a ser quase inseparáveis. Vera passou praticamente a ficar todos os dias na nossa casa; até dormir as vezes, indo ficar direto com o pai só nos finais de semana, e eu quase sempre ia ficar com ela na sua casa. Na idade de 16 anos, tínhamos nossos namoradinhos no colégio, mas como a cidade era pequena ficava difícil a gente ter alguma liberdade. Mas de vez em quando a gente dava um jeito de namorar atrás de igreja ou atrás do muro do colégio, sempre com medo de sermos flagradas fazendo besteirinhas. Na minha casa ou na dela, sempre íamos tomar banho juntas. Na casa dela, fomos tomar banho e ao terminarmos descobrimos que só tinha uma toalha que tivemos que usar a mesma pra nos enxugar. Quando fomos sair do banheiro, Vera se enrolou na toalha e eu achei melhor vestir as roupas usadas. Mas Vera me fez um desafio de sair correndo pelada até o seu quarto... Sabíamos que o tio Eduardo estava na sala assistindo TV e talvez ele nem fosse perceber. Só que, ao sair pelada, no meio do corredor dei de encontrão com o tio saindo da cozinha. Ele me segurou pelos ombros olhando todo meu corpo de frente. - Que isso Tânia? - Nada, nada tio! Estou indo pro quarto! Ele me deu um tapinha na bunda. - Então vai, kkkkkkk!!!! Vera estava logo atrás e viu tudo. No quarto. - Tá vendo o que aconteceu Vera? - Parece que o pai gostou de te ver pelada; ele até riu vendo o seu desespero! - Mas estou com muita vergonha! Evitei até de chegar perto do tio por um bom tempo, mas aos poucos tudo foi voltando ao normal mesmo com Vera sempre comentando sobre aquele dia. Acho que foi uns 2 meses depois, novamente estávamos no banho quando Vera me perguntou se eu topava sair as duas peladas até o quarto… Mas antes ela conferiu que o tio estava na sala vendo TV. Aquela proposta me fez lembrar do tapinha que o tio me deu na bunda, e acabei topando. Nesse dia passamos rápido pelo corredor notando que o tio deu uma olhada nos vendo rapidamente. Isso se repetiu pelo menos umas 3 vezes, com nós duas passando a andar normalmente mesmo sabendo que o tio olhava pra gente passando pelo corredor, peladas… estávamos gostando da brincadeira. Logo na semana seguinte resolvemos repetir a nossa façanha, e assim que demos o primeiro passo fora do quarto ouvimos o tio nos chamando. Vera se escondendo atrás da parede e colocando somente o rosto pra fora do corredor. - O que foi pai? - Quem chegar aqui perto de mim do jeito que está, vai ganhar um presente! Voltamos rapidamente pra dentro do banheiro com Vera olhando pra mim. - O que você acha? - Não sei… Você tem coragem? Eu e Vera ficamos pelos menos uns 3 minutos discutindo se a gente ia até o tio ou não. Até que falei. - Eu acho que vou, ele já me viu pelada de perto mesmo! Vera: - Se você for, eu também vou!… Fomos caminhando lentamente escondendo nossas xoxotas com as mãos deixando os peitinhos de fora, ficando de frente pro tio. Ele abriu um sorriso. - Tá vendo? Não tem problema nenhum de ver vocês peladas! Como Vera estava mais perto dele, usando suas mãos ele tirou as mãos dela que tapavam sua xoxota. - Pode ficar normal filha!… Eu vendo, também tirei minhas mãos deixando o tio ver minha pepeka. Aproveitei pra perguntar que presente a gente ia ganhar e ele disse que era pra gente se arrumar que ele ia nos levar até o shopping pra lanchar e tomar sorvete. Na cara de pau, virei minha bundinha pra ele. - Bate na minha bunda tio, bate!… Ele deu uns três tapinhas em cada banda da bunda, com Vera também se virando pedindo pro pai bater nela também. Depois fomos toda serelepe pro quarto nos vestir. Quando voltamos do shopping, antes de deitar pra dormir, nós duas fomos só de calcinha até a cozinha beber água e lógico, deixando o tio nos ver novamente. Quando era na minha casa, eu tinha vontade de fazer também pro meu pai nos ver, mas o problema é que tinha minha mãe. Demorei a voltar a ir dormir na casa da prima, e só sei que estava ansiosa pra ficar peladinha na frente do tio. Mas naquele dia, pra minha surpresa, quando fomos peladinhas pra sala Vera foi logo sentando no colo do pai, que acariciou seus peitinhos e depois ficou alisando suas coxas até dar uma chupadinha rápida no seu peitinho… De repente senti vontade de ser acariciada daquele jeito. No quarto, já desconfiada quis saber se rolava algo mais do que chupadinha no peitinho, e Vera sabendo que podia confiar em mim me contou que o pai andava deixando ela brincar com o seu pinto… me bateu uma curiosidade tremenda, e quando perguntei qual era o tamanho e ela usando as mãos indicando. - Não acredito! Você está exagerando! - E óh! É dessa grossura! - Puta que pariu! Será que ele deixa eu ver também? - Lógico que deixa, já que ele gosta de ver nós duas peladinhas! Então pedi pra ela voltar na sala e convencer o tio de me mostrar. Vera do jeito que estava; peladinha, voltou na sala e poucos minutos depois me chamou. Só de calcinha fui me aproximando do sofá e vendo que o tio estava com seu pinto pra fora com Vera sentada do seu lado direito segurando… realmente era grande e grosso. E foi o tio que me chamou pra sentar do seu lado esquerdo, pegando minha mão fazendo segurar… estava duro igual pedra. Em poucos minutos estávamos os três no seu quarto, onde ele tirou minha calcinha me deixando igual a Vera que parecia saber exatamente o que o tio ia fazer. Ele foi logo enfiando a cara entre as pernas da Vera começando a lamber sua xoxota fazendo-a se contorcer de prazer. Eu deitada do lado da Vera estava um pouco assustada, e fiquei tensa quando ele largou a Vera pra vir começar a chupar minha bucetinha. Tio Eduardo chupava um pouquinho a bucetinha de uma e depois da outra alternadamente… Eu gozei primeiro, pra depois ficar vendo a Vera também gozar gemendo e se debatendo na cama. E foi ela que ele segurando seu enorme pinto passou a esfregar sobre a bucetinha, depois esfregou também na minha até começar a gozar um pouco sobre minha barriga e depois um pouquinho também sobre a barrica da Vera. Nos limpamos e voltamos pro quarto da Vera onde começamos a questionar por que ele não enfiou na nossa xana. VERA- Ué, acho que ele não sabe que não somos mais virgens! EU – E se a gente contar? VERA – Tenho medo dele brigar comigo! EU – Vai nada sua boba; aposto que ele vai é gostar! Dias depois, estávamos os três pelados na cama do tio, e quando ele passou a piroca na minha xana, Vera. - Pode enfiar pai, ela já não é mais virgem!… Só sei que ele abriu um enorme sorriso e foi enfiando lentamente na minha bucetinha apertada me fazendo urrar de prazer. - Aaaaahhhh! Aaaaahhhh! Enfia tio; enfia!… Foi totalmente diferente de quando ficava atrás dos muros sem calcinha deixando o namoradinho enfiar de qualquer jeito na minha xana, dar meia dúzia de bombadas pra tirar e gozar fora, sem que eu mesma chegasse ao clímax… Tio ficou bombando por vários minutos que cheguei a ter dois orgasmos seguidos antes dele tirar e gozar esfregando e sujando toda minha virilha. Antes de correr pro banheiro. - Tio, a Vera também não é mais virgem! - É verdade filha? - Bem!… É que!… Só foi uma vez, pai!… Mentira dela, Vera era a que mais dava pro namorado. Caminhando pra fora do quarto ainda vi o tio fazendo carinho no rosto de Vera dizendo que estava tudo bem. Voltei vendo o tio chupando os peitinhos da Vera e descendo começou a chupar sua xana. Mas não demorou 5 minutos pra ele de pau duro novamente fazer Vera ficar de quatro pra começar a meter na sua buceta. Vera berrou muito mais do que eu; gozou escandalosamente da piroca do pai até receber sobre sua barriga bastante porra. Na casa do tio, era nós três fazendo de tudo sobre a cama, dando até a bundinha pro tio e também aprendendo a chupar sua piroca deixando-o gozar na nossa boca. Até quando fiquei noiva, gostava de botar chifre no meu namorado… Só parei por um bom tempo quando fiquei gravida.
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