Me chamo Lorena, tenho 32 anos e sou uma mulher normal, nem gorda nem magra, branca, loira, ou seja, nada que mereça muito destaque. Sou casada com o Paulo há 4 anos e temos um bebê de 2 aninhos. Meu sogro se chama Mário, tem 55 anos, viúvo e é um homem muito interessante, cheio de conversas envolventes e engraçadas. Ele é médico na capital e o vejo muito pouco, já que moramos em cidades diferentes. Há uns seis meses meu esposo precisou fazer uma viagem de negócios ao exterior. Ele ia ficar um mês fora e, quando fazia uma semana que eu estava sozinha em casa com o bebê, o Sr. Mário, meu sogro, apareceu para uma visita. Eu o acomodei no quarto de hóspedes e, durante três dias, almoçamos e jantamos juntos, e ficávamos conversando até tarde da noite, depois que o meu bebê já estava dormindo. O Sr. Mário é um homem muito culto, e eu viajava nas estórias que ele me contava. No quarto dia, logo após o jantar, levei o bebê para o seu quarto completamente adormecido. Eu estava muito feliz, pois ele não tinha dormido o dia todo e ia me dar uma boa noite de descanso. Ao colocá-lo no berço eu devo ter feito um movimento errado. Travei completamente e não conseguia mais fazer o meu corpo fcar reto, já que eu sentia uma dor terrível na coluna. Como gritei de dor na hora, meu sogro veio correndo e lhe contei o que estava acontecendo. Ele me levou até a minha cama e me ajudou a me deitar. Por sorte meu sogro é médico e sabia o que fazer para me livrar daquela dor. Fiquei na cama quieta, concentrada, sem poder me mexer. O Sr. Mário rapidamente foi até o seu carro, pegou sua maleta e me deu um comprimido para dor. - Vou te fazer uma massagem! - ele falou e me ajudou a ficar de bruços na cama. Deixei que ele tirasse minha blusa, já que eu mesma não conseguia fazê-lo. Logo ele começou a massagear meus ombros, minhas costas e minha cintura. Nossaaaa!! Eu já nem me lembrava mais da última vez que eu tinha recebido uma massagem tão boa. O Sr. Mário continuou a massagem e logo senti que ele abria o fecho do meu sutiã, liberando-o e abrindo caminho para que suas mãos deslizassem pelas minhas costas com total liberdade, até que a dor desapareceu como num passe de mágica. - Nossaaaa, Seu Mário!... Que alívio! Obrigada mesmo! - falei toda sorridente e fui virando o meu corpo para me deitar de costas e depois me levantar. Nessa hora meu sutiã caiu por completo e meus seios ficaram completamente à mostra. Não sei o que me deu na hora, pois não fiz nenhum gesto para me cobrir. Fiquei parada, como se o tempo tivesse congelado. Meu sogro estava sem reação, e não parava de olhar para os meus peitos. Nessa hora tomei uma decisão totalmente impensada. Enquanto o Sr. Mário me olhava, tirei meu shorts lentamente e fiquei só de calcinha na frente dele. Olhei para ele e nossos olhares se cruzaram. Percebi que ele também queria aquilo. Tirei minha calcinha e me deitei na cama, de costas, com as pernas levemente abertas. Nenhum dos dois falou nada, e nem precisávamos. Fechei os olhos e esperei para ver o que ia acontecer em seguida. O Sr. Mário veio, se sentou ao meu lado na cama e, com suas suaves mãos, começou a acariciar todo o meu corpo. Os bicos dos meus seios ficaram durinhos sob o contato de seus dedos, e uma sensação deliciosa sacudiu todo o meu ser quando senti que um de seus dedos entrava na minha buceta e começava a me massagear por dentro. Que loucura! Não aguentei e comecei a gemer baixinho. Meu sogro se deitou ao meu lado, enfiou os dedos nos meus cabelos, me segurando pela nuca e nos beijamos na boca, de língua. Meu fogo aumentou e eu o abracei, apertando o corpo dele contra o meu. Nessa hora minha buceta estava tão molhada que escorria para as minhas coxas. - Seu Mário... f-f-faz comigo... e-e-e-estou com tanta vontade! - falei com a voz trêmula. Meu sogro não falou nada, apenas se levantou e começou a tirar sua roupa. Quando ele terminou de tirar sua calça e cuecas, eu pude ver uma pica deliciosa, balançando entre suas pernas. Era de encher os olhos. Depois de tirar sua roupa meu sogro se deitou ao meu lado novamente e voltamos a nos beijar com paixão mesmo. Seus dedos percorriam meu corpo e eu levei minha mão até o seu pau. Pude sentir como ele era longo, grosso e quente. Apertei um pouquinho e o Sr. Mário gemeu de desejo. - Ohhhhhhhh... meu deusssssss...!! - deixei escapar um gritinho de prazer quando os dedos do meu sogro voltaram a invadir a minha xoxota. Meu prazer se tornou incontrolável quando senti um de seus dedos entrar lentamente no meu cuzinho virgem. Dois dedos na buceta e um no cú, deslizando pra dentro e pra fora, cada vez mais fundo. Meu calor foi aumentando e gemi mais alto. De repente a boca dele nos meus peitos, chupando os biquinhos. Foi demais. Soltei um grito e gozei como uma louca, puxando meu sogro pra cima de mim. Depois que gozei eu fiquei quietinha na cama, sem dizer uma palavra. O Sr. Mário ficou fazendo carinho nos meus cabelos, e logo começou a beijar meu pescoço, passou a boca pelos meus seios, barriga, umbigo, e foi descendo, até chegar à minha bucetinha, que faço questão de manter toda depiladinha. - Ohhhhhhhhhhhhhh...!! - gemi quando a boca dele tocou meu grelo. Fui ao paraíso, já que meu marido não fazia sexo oral em mim nem amarrado. Meu deussss!! Aquela chupada estava deliciosa. Meu sogro enfiava a língua na minha buceta e dava mordidinhas no meu clitóris. Gozei novamente, gemendo baixinho e me contorcendo toda. O Sr. Mário chupava minha xoxota e depois cuspia nela, para em seguida lamber de novo. Depois de dar uma chupada bem forte ele saiu do meio das minhas pernas e beijou minha boca, me fazendo sentir o gosto da minha própria buceta. Peguei no pau dele novamente e estava muito duro. Pedi ao meu sogro que se deitasse de costas e fui por cima dele. Encaixei a cabeça da pica na entradinha da minha pombinha e desci deslizando, até o talo. "Drogaaaaaa!! Esqueci a camisinha!", pensei. Fiz uma anotação mental pra não deixar meu sogro gozar dentro. Eu estava aproveitando a viagem do meu marido para trocar o meu anticoncepcional e não queria correr o risco de engravidar justamente do meu sogro. Coloquei a preocupação de lado e rebolei com vontade na rola do Sr. Mário, olhando bem nos olhos dele e fazendo carinha de safada. As transas com o meu marido eram sempre mornas, quase parando, e eu queria aproveitar aquela trepadinha inusitada com o meu sogro para me soltar um pouquinho mais. Busquei a boca dele e começamos a nos beijar novamente, enquanto eu subia e descia o meu quadril, deslizando minha buceta molhadinha por toda a extensão do seu pau. De vez em quando ele bombava de baixo pra cima e eu me desmanchava em gemidos de prazer. Não demorou muito e trocamos de posição. Fiquei de quatro na beirada da cama e meu sogro me pegou de jeito mesmo. - Ohhhhhhh... está tão gostoso, seu Máriooooooo... me come todinha... come... pode comer sua nora...!! - gemi e comecei a gozar novamente. Enquanto eu gozava eu apertei a pica dele com a minha buceta, relembrando alguns exercícios de sucção de pompoarismo que eu tinha aprendido em um curso. Nessa hora o coitado do meu sogro perdeu o controle. - Caralhoooooooo... que delíciaaaaaa... que buceta mais gostosaaaaaa...! - ele gemeu e me abraçou com todas as suas forças. - Nãooooooooooooo... nãoooo... não goza dentro não...!! - falei mas já era tarde. Meu sogro estava esporrando como um louco dentro da minha pombinha, enchendo ela de esperma. Me desesperei e me levantei, sentindo o sêmen dele escorrer pelas minhas pernas. - Seu Márioooooo... deus do céuuuuu... estou trocando o meu remédio... o senhor não podia ter gozado dentro! - falei, extremamente preocupada. - Preocupa não, filha... na minha idade eu não engravido ninguém não... já testei meu esperma... faço mais nada não! - ele falou com muita tranquilidade, e acabei ficando mais calma. Deixei ele deitado na minha cama e fui ao banheiro tomar um banho. Depois ele foi também. Depois do banho eu me vesti apenas com um sutiã e calcinha, e o meu sogro ficou de bermuda. Fomos para a cozinha, preparei um lanche e comemos, conversando e rindo bastante. O Sr. Mário é uma pessoa de outro mundo. Não sei de onde ele tira tanta coisa interessante. Fico igual uma criança ouvindo ele contar suas estórias. Depois que comemos eu fui até a pia lavar os pratos e o Sr. Mário ficou sentado na mesa, provavelmente olhando para o meu traseiro, pois não demorou muito e ele disparou: - Essa calcinha entrando na sua bunda te deixa ainda mais gostosa!! Nem olhei para ele, mas fiquei toda lisonjeada. - Por que o senhor não vem enfiar ela mais um pouquinho? - falei rindo e empinei bem a minha bunda. - Eu vou... mas é pra fazer outra coisa! - meu sogro respondeu e já veio me abraçando por trás. Enquanto ele me encoxava voltamos a nos beijar loucamente, até que senti suas mãos descendo a minha calcinha. Ele nem chegou a tirá-la completamente. Ali na minha cozinha, com a bunda empinada e a minha calcinha na altura dos joelhos, eu só fechei meus olhos e suspirei. Meu sogro estava me fodendo de novo. Nossaaa!! O Sr. Mário meteu com muita vontade mesmo. E eu só apoiada na pia, recebendo o pau dele cada vez mais fundo na minha buceta. Depois de alguns minutos minhas pernas começaram a doer e eu pedi para pararmos. Me abaixei na frente dele e chupei sua pica toda melada com o caldinho da minha perereca. - Ohhhhhhhhhhhh... isso, minha norinhaaaa... chupa bem gostosooooo... que boquinha mais quente...! - meu sogro gemeu e falou. Lambi, chupei, beijei, suguei e brinquei com a piroca dele. Logo percebi que o orgasmo dele era inevitável. Apertei levemente seus testículos e a porra veio aos montes. Não afastei a boca. O pau dele começou a cuspir esperma bem na minha garganta. Eu nunca tinha feito aquilo, nem com o meu marido nem com os outros homens que eu tinha namorado antes dele. Mas meu sogro merecia aquele presente. Pela primeira vez na minha vida eu estava engolindo o sêmen de um homem. Durante uma semana eu fui a fêmea do meu sogro e ele foi o meu macho. Provei coisas que eu nunca tinha feito antes, coisas que eu nem sabia que um homem e uma mulher podiam fazer a fim de ter prazer. Só não deixei ele comer o meu cú, mas o resto liberei com muito prazer mesmo. Quando meu marido chegou ele me pegou igual um selvagem, pois tinha ficado 30 dias sem meter em mim. Sofri muito na rola dele, e gozamos como uns dois desesperados. Nesse dia aproveitei que ele estava pegando fogo e pedi pra ele tirar a virgindade do meu cuzinho, coisa que ele fez sorrindo. Depois de duas semanas do retorno do meu esposo a minha menstruação atrasou. Comprei o teste de gravidez na farmácia e deu positivo. Estou grávida. A minha sorte é que dei para o meu sogro e não para o gerente do banco. Vai que meu marido começa a desconfiar que o filho não é dele. Quanto ao meu sogro, ele agora nos visita com mais frequencia, principalmente na ausência do meu marido. Como já não sou mais virgem atrás, deixo o Sr. Mário comer meu cú até ele ficar fraco, mesmo eu estando grávida. Vamos ver até onde isso vai continuar.
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