Bebi demais e dei para um cachorro pela primeira vez!

Depois de ler as experiências de zoofilia contadas pelos usuários do site eu comecei a criar coragem para contar o que aconteceu comigo também. Foram várias semanas de indecisão, entre ficar quietinha aqui no meu canto ou escrever este relato. Adoro as estórias aqui, mas me dava muito medo de alguém ler o que escrevi e, ligando alguns pontos, descobrir quem eu sou na vida real.
De forma alguma eu gostaria que algúem da minha família ou meus amigos soubessem que fiz sexo com um animal, principalmente com um cachorro, pois isso é algo que não me arrependo mas também não quero que ninguém saiba. Acredito que isso é algo muito pessoal e sei que várias pessoas não o entenderiam. Assim, prefiro que tudo isso continue no mais absoluto segredo.
Meu nome é Brenda, tenho 28 anos, 1,68mt de altura, nem magra nem gorda, morena, cabelos compridos e bunda tamanho normal, mas muito redondinha e dura. Não vou falar mais detalhes de mim porque tenho medo de ser reconhecida pelas pessoas mais próximas.
Esta minha primeira experiência de sexo com cachorros não foi de forma alguma planejada, e aconteceu casualmente. É claro que depois disso eu passei vários meses com isso na cabeça, morta de vergonha por ter deixado acontecer. Eu não entendia que eu tinha sido capaz de transar com um cachorro, já que isso nunca tinha passado pela minha cabeça antes. Mas a vida é assim. Aconteceu e não teve mais volta.
Há uns três anos uma de minhas melhores amigas me ligou e disse que seus pais e seu irmão iam viajar e ficar todo o fim de semana fora. Como ela estava estudando para o vestibular, ela tinha decidido ficar sozinha em casa. Então ela me convidou para ir passar o sábado com ela, pois assim poderíamos ir a uma festinha, curtir um pouco e depois eu poderia dormir lá com ela.
A idéia de dormir na casa dela surgiu para que eu não tivesse que voltar sozinha de moto para a minha cidade, já que eu moro em uma cidadezinha há uns 20 km de distância da cidade onde ela mora. Depois de tudo combinado eu avisei meus pais, peguei minha moto e fui. Cheguei na casa da Daiane por volta das 5:00 da tarde. Essa minha amiga tem 25 anos. Não vou falar muito dela para não descobrirem também quem ela é.
Depois que eu cheguei a gente conversou um pouco e, após tomarmos banho, nos arrumamos e resolvemos sair para comer alguma coisa. Já na esquina os caras começaram a mexer com a gente. Afinal, não é sempre que se vê duas gatas vestidas de forma bem provocante em uma moto, né?
Conversamos bastante enquanto comíamos e, sem nos preocuparmos muito, já começamos a tomar certeza alí mesmo. Eu nunca fui de beber muito, mas a minha amiga estava muito animada e resolvi acompanhar o rítmo dela. Depois fomos a uma boate não muito longe e começamos a dançar com uns rapazes, que logo ficaram loucos para nos agarrar. Não demorou muito e eles nos arrastaram para a parte mais escura da pista.
A mão boba correu solta. Eu estava com um cara e minha amiga estava com outro. Eu não sei ela, mas eu levei dedadas sem dó na minha buceta e no meu cú. O carinha viu que eu estava com uma bermuda de tecido bem fino e florido e aproveitou bem mesmo. Acho que estávamos os quatro loucos de tesão, mas não rolou nada mais além de beijos e amassos. Não sou o tipo de menina que deixa o cara me comer logo na primeira noite, mesmo eu estando bêbada.
Por volta das 3:00hs da manhã nós voltamos para a casa da Daiane, não sem antes dar uns amassos caprichados nos meninos. Precisei ter muito cuidado para não cairmos de moto, já que estávamos as duas completamente bêbadas. Chegamos em casa, vestimos nossas roupas de dormir e caímos no sofá, dando risadas e relembrando como a gente tinha deixado os caras na boate. Com certeza eles estariam batendo uma punheta e imaginando o pau deles nas nossas bucetas assanhadas.
O problema foi que essa conversa e o efeito da bebida estavam nos deixando loucas de tesão. Eu comecei a transar aos 16 anos mas sempre fui muito reservada. Às vezes eu fico até seis meses sem dar a buceta. Mas nesse dia eu estava realmente excitada.
- Nossaaaaaa!!!... Daiane de deus... arrependi porque não fiquei com aquele carinha... estou louca de vontade de dar... minha calcinha está toda melada! - falei e começamos a rir.
Minha amiga me olhou surpreendida.
- Eita, Brenda!... também estou louca de vontade... acho que vou tocar uma siririca bem gostosa antes de dormir! - ela falou e caiu na gargalhada. Pronto! Nós duas estávamos doidas pra foder e não havia nenhum menino por perto. Eu já estava desesperada para ir ao banheiro me tocar.
- Por que a gente não assiste filme pornô e nos tocamos? - a Daiane falou de repente.
- Hummmmmm?!?... como assim?
- Sim, a gente fica vendo o filme e tocando siririca... cada uma na sua xoxota, é claro! - ela completou e me deixou mais aliviada. De forma alguma eu estava pensando em encostar na buceta dela.
- Pode ser... então vamos! - respondi, já tirando minha calcinha e ficando apenas com a enorme camiseta que uso para dormir. Ela fez o mesmo e ficou também apenas com a parte de cima de sua roupa de dormir. Eu acho que se eu não estivesse tão bêbada eu não teria concordado com aquilo. Era a primeira vez, em anos, que eu ficava pelada perto de outra menina daquele jeito.
Rapidamente a Daiane pegou o notebook e o colocou em cima de uma mesinha em frente ao sofá. Nos sentamos e começamos a pesquisar páginas e mais páginas de fotos e vídeos pornôs. E, de repente, acabamos em um site de zoofilia. Já no primeiro vídeo minha amiga arregalou os olhos e ficou me olhando, esperando minha reação.
Era a primeira vez que eu via aquilo. Eu sabia que as pessoas faziam sexo com animais, inclusivo já tinha ouvido estórias a respeito. Mas eu nunca tinha tido a oportunidade de ver assim, em fotos e vídeos.
- Anem, Daiane... acho isso meio nojento, sabe?... coitado do cachorro... dá pra ver que estão forçando ele a fazer isso! - reclamei. - Coloca filme de homem e mulher... com o pauzão entrando na buceta ou no cú!
- Tá bom... vou tirar... eiiiii... esperaaaaa... deixa ver só esse...! - ela falou e clicou em um vídeo que mostrava um cachorro Pastor Alemão muito parecido com o que ela tinha em sua casa. Na hora que o vídeo iniciou já pudemos ver uma mulher chupando o pau do cachorrão, que parecia crescer mais e mais a cada lambida que ela dava. Nossaaaaa!! Na hora eu me arrepiei todinha.
Fiquei olhando a cena parecendo uma boba, sem nem piscar. A mulher chupava a picona do Pastor Alemão como se fosse o pirulito mais gostoso do mundo. Um calor invadiu o meu corpo e minha buceta ficou toda molhadinha. Enfiei uma mão por baixo da minha camiseta e esfreguei meu clitóris. Me senti como se estivesse no paraíso. Fiz uma deliciosa massagem no meu grelo e depois meu dedo deslizou suavemente pra dentro de mim.
Fiquei passando meus dedos no meu clitóris e depois enfiando bem fundo na minha xoxota, e olhando atentamente a mulher babando no pau enorme do cachorro. E, ele com a língua de fora, se acabando de tanto prazer.
- Você gosta, né, Brenda? - minha amiga falou de repente e me trouxe de volta à realidade.
- Eu gosto?!?... eu... g-g-g-gosto de que?!? - respondi um pouco perturbada.
- De ver a mulher chupando, ué... acha que não estou vendo você enfiar o dedo na buceta enquanto assistimos? - ela insistiu.
- Sim... nossaaaaa... fiquei com muita vontade mesmo, Daiane... parece ser tão gostoso... e esse cachorro parece muito com o seu... aliás, cadê ele?... não vi ele depois que chegamos!
- Ele está lá fora, no quintal... hummmm... por que a gente não faz com ele igual a mulher do vídeo está fazendo? - a Daiane me perguntou.
- Ficou louca?!?... deus do céu! - nunca que vou fazer isso com um cachorro.
- Deixa de ser boba, Brenda... o Barão é vacinado, limpinho... dou banho nele toda semana!
- Ah... não sei... nosssaaaaaa... estou com tanta vontade de experimentar! - falei, ainda um pouco receosa. O alcool estava me deixando com dificuldades para pensar direito. E minha buceta não parava de piscar, de tão excitada que eu estava.
- Vamos... vou lá buscar ele!
- Tá... mas a gente só vai pegar no pau dele, Daiane... e você faz primeiro!
Minha amiga concordou e saiu quase correndo para o quintal. Em seguida ela chegou com o Barão e, colocando um tapete em cima do sofá, fez ele subir e logo começamos a fazer carícias nele. Eu não podia acreditar que estavámos a ponto de dar nossas bucetas para um cachorro às 3:00hs da manhã, completamente bêbadas e cheias de tesão.
Ficamos alguns minutos apenas fazendo carinho na barriga do Barão. E aquilo estava me deixando fascinada.
- Pega no pinto dele agora! - a Daiane me falou.
- Eu não... o cachorro é seu... você pega primeiro! - retruquei. Mas na verdade eu estava louca de vontade de pegar logo. Ela, com jeitinho, pegou no pau do enorme cachorro e começou a mover o prepúcio para cima e para baixo, como se estivesse batendo uma punheta em um homem.
A picona não demorou nem 5 segundos em aparecer. De dentro da pele que cobre seu pênis, começou a sair um pedaço de carne vermelha e brilhante, igualzinho ao que a mulher do vídeo estava chupando e se deliciando. Meu deussss!! E agora ela estava de quadro e o cachorro metia sem dó em sua buceta, por trás. E ela gemia como se aquilo fosse o verdadeiro paraíso.
Comecei a ficar muito nervosa e percebi que minha amiga também estava. Mesmo estando bêbadas e assanhadas, não sabíamos muito bem o que fazer. Era a primeira vez que algo daquele tipo estava acontecendo com a gente. Nossa excitação estava aumentando, e nosso medo também. Mesmo assim resolvemos seguir em frente.
- Faz você agora! - a Daiane me falou com um sorriso tímido.
Um pouco relutante eu peguei no pedação de carne vermelhinha do Barão. Nossaaaa!! O toque era bem diferente mesmo, áspero, e estava muito molhado. Eu subia e descia a pele do prepúcio dele e a sensação era deliciosa. Minha buceta piscava descontrolada e meu clióris exigia que eu o tocasse. Quando fiz isso, quase gozei, me tocando e punhetando o Barão ao mesmo tempo. Mas era só o início. A gente queria fazer mais coisas com ele.
Sabe quando você sabe que está fazendo algo errado e mesmo assim quer continuar, mesmo sabendo das consequencias? Pois é assim que estávamos, completamente hipnotizadas, como se estívessemos em outra dimensão.
- Chupa ele, chupa! - a Daiane me falou de repente.
- Hummm?!?... como assim?... chupar? - perguntei, muito nervosa e insegura.
- Sim, sua boba!... chupa igual a mulher fez!
- Meu deussssss... Daiane... por que eu e não você?
- Se você chupar eu chupo também! - ela retrucou.
- Ta bom!... deus do céuuuuu... isso é loucura demais...! - falei e fui aproximando a minha boca do pênis do Barão. Eu estava curiosa, queria sentir o sabor. Além disso, meu desejo estava lá nas alturas.
Segurei a piroca e dei uma lambidinha bem de leve na pontinha. O sabor era diferente, salgado, estranho, mas não era o pior que eu já tinha provado na minha vida.
- Vai... enfia na boca! - minha amiga falou e criei coragem. Abri os meus lábios e engoli o máximo que pude. O Barão deu uma remexida no corpo e senti seu pau quase dobrar de tamanho dentro da minha boca.
O pênis era rugoso, áspero, quente e muito molhado. Nunca imaginei que pau de cachorro fosse daquele jeito, bem diferente da pica de homens. Mesmo assim fui em frente e comecei a mamar bem gostoso. Eu beijava a pontinha da pica e depois ia deslizando os lábios até engolir tudo mesmo. Enquanto isso eu brincava com meus dedos na minha buceta, o que me dava um prazer maior ainda.
De repente o pênis do Barão pareceu atingir seu tamanho máximo e um líquido salgado começou a inundar minha boca. Achei que ele ia gozar e me afastei rapidamente. Aquilo foi muito estranho, e o gosto horrível. Falo sério!! Foi muito nojento e comecei a querer vomitar. A Daiane riu muito de mim, mas parece que isso provocou ainda mais tesão nela, pois ela não parava de enfiar os dedos em sua xoxota.
- Agora é você, sua espertinha... não vai escapar não...! - falei, ainda limpando o restinho de porra de cachorro que tinha lambuzado meu queixo. Ela não pensou duas vezes. Com meus olhos arregalados eu vi ela pegando no pau do Barão, que parecia ter mais de 18cm de tamanho, e enfiou tudo na boca. Aquela cena me deixou tão excitada que minhas pernas tremiam. Esfreguei meu clitóris com mais vontade ainda, mas me segurando para não gozar, pois eu queria aproveitar ainda mais aquela safadeza.
Enquanto minha amiga chupava seu cachorro bem devagar e gostoso, um forte dilema tomou conta da gente: fazer sexo completo com ele ou pararmos por alí e irmos dormir. E fui eu a primeira a falar.
- Daiane... você está pensando o mesmo que eu? - perguntei.
- Sobre... aquilo?
- Sim... você quer fazer com ele?... você tem coragem? - falei e ela parou de chupar por um momento, ficando pensativa.
Nesse momento o Barão veio para cima de mim, querendo me foder igual uma cachorrinha. Ele estava muito excitado, e a culpa era toda nossa. Agora a gente tinha que decidir rápido.
- Você vai primeiro de novo? - ela me perguntou.
- Sim... mas não deixa ele me morder não, tá? - falei e ela concordou. - Mas como fazemos?... ele por cima?... de ladinho?... a gente por cima?... nunca fiz!
- Igual a mulher do vídeo, sua besta... só ficar de quatro que ele sobe em você! - a Daiane falou e fiquei com mais medo ainda. E se alguém ficasse sabendo daquilo?
- Daiane... eu faço... mas tem que prometer que isso não vai sair daqui jamais... nem se a gente ficar inimigas... promete?
- Claro, né?... você acha que sou louca de contar isso pra alguém?
Depois que minha amiga falou isso eu me senti mais confiante. Fiquei de quatro em frente ao sofá e apoiei meu corpo nele, com a bunda bem empinada. Com jeitinho ela trouxe o Barão para cima de mim. Quando ele colocou as patas dianteiras ao redor da minha cintura e me apertou, eu fiquei desesperada. Mesmo caindo de bêbada eu não estava preparada para o que viria em seguida.
Senti o cachorro mover seu quadril repetidas vezes, bem rápido, procurando meus buraquinhos. Por várias vezes a ponta do pênis atingiu a entradinha do meu cú, o que fez eu trancar a bunda e levar meu corpo para a frente.
- Fica quieta, Brenda... se você ficar se mexendo ele não consegue! - minha amiga brigou comigo.
- Não vai entrar... estou muito nervosa, Daiane!
- Eu vou ajudar... fica quieta que vou ajudar ele a meter em você! - ela falou e acho que ela segurou a bunda do Barão e colocou o pau dele na direção certa da minha buceta.
- Aiiiiiiiiiiiiiiii...!! - gemi como louca quando o pênis pontiagudo encontrou a entrada da minha xaninha e foi entrando.
A cada estocada que o Barão dava dentro de mim, ele tirava a pica e voltava a enfiar de novo, só que desta vez, o pau dobrava de tamanho. Foram poucas metidas para eu sentir minha buceta completamente cheia. E isso me provocou tanto prazer que minhas pernas tremiam, e o Barão ali em cima de mim, me segurando forte pela cintura e babando nos meus cabelos. E ele era muito pesado.
- Daianeeeee... Daiane de deusssssss... vou gozarrrrr... meu deusssss... vou gozarrrrrrr...! - falei em completo desespero e comecei a gozar no pênis do cachorro dela, justamente no momento que eu sentia algo começar a inchar dentro de mim. Por sorte os gemidos que eu soltei assustaram o Barão e ele acabou saindo de dentro de mim.
- Gostou né, sua safada? - minha amiga me olhou e começou a rir. Minha xoxota estava toda dilatada e babada, e o cachorro veio imediatamente me lamber. Enquanto ele fazia isso eu olhei para o pauzão inchado e todo vermelho, com aquele monte de veias. Meu deusssss! Só de olhar aquela picona e sentir a língua do Barão me lambendo fez com que eu tivesse outro orgasmo instântaneo. Parecia que eu ia morrer de tanto gozar.
- Quero também... agora é minha vez... vem... me ajuda! - a Daiane falou e já foi ficando de quatro na beirada do sofá também. Mesmo fraca eu fiquei observando o Barão se aproximar e começar a lamber ela por trás. Minha amiga fazia uma cara que demonstrava o enorme prazer que ela estava sentindo. Não demorou muito e o cachorro subiu em cima dela, prendendo ela bem forte com suas patas dianteiras.
- Isso... Barão... isso... mete gostoso... mete... fode gostoso... isso... deliciaaaaa... fode... me fode todinhaaaaa...!! - ela gemia e rebolava a bunda, tentando encaixar sua buceta na pica do cachorro. E não demorou muito para isso acontecer.
- Ahhhhhhhhhhhhh... meu deusssssss... entrouuuuu... entrouuuuu.... Brendaaaaa... que gostosooooooo... ohhhhhhhhhh...!! - ela gemeu como louca quando o Barão engatou bem fundo nela.
Ao ver aquela cena, do cachorro da minha amiga metendo bem gostoso nela, e ela gemendo e falando um monte de besteiras, eu não me aguentei e comecei a enfiar meus dedos na minha buceta de novo. Nunca imaginei que zoofilia fosse algo tão devastador, tão sujo, indecente, agradável. Parece que nosso tesão aumenta em 1.000 por cento quando estavamos fazendo uma coisa errada e proibida.
Eu olhava para a Daiane e só via a cara de prazer dela, gozando como louca, e o Barão em cima, babando na nuca dela e metendo gostoso. Até que ele parou um pouco e vi que os dois estavam atrelados. Nessa hora ela me olhou deseperada, sem saber o que fazer.
- É assim, mesmo, boba... esqueceu que cachorros ficam engatados? - falei e comecei a rir.
Depois eu falei pra ela que não tinha acontecido comigo porque não sou tão apertadinha quanto ela, e isso evitou que o Barão me prendesse em sua bola. Ela ficou mais calma e aguentou firme, até que, uns 20 minutos depois a bola diminuiu e o cachorro saiu de dentro dela, não sem antes despejar quase um litro de porra em sua buceta. Ela estava acabada, e eu também.
Colocamos o Barão para fora, tomamos um banho caprichado e fomos dormir. É claro que antes ficamos conversando um pouco e reforçando a promessa de que ninguém jamais saberia do que aconteceu com a gente naquela noite. Ainda assustadas e eufóricas, colocamos um colchão pra mim, no chão, ao lado da cama dela, nos deitamos e dormimos como pedras.
No dia seguinte, com uma forte ressaca e com nossas cabeças mais lúcidas, conversamos novamente sobre o assunto e acabamos até dando umas boas risadas. Novamente fizemos promessas de manter aquilo no mais absoluto segredo. Quando eu já estava com minhas coisas e pronta para montar na minha moto e voltar para minha casa, a Daiane disse que ia pegar algo no quarto dela e voltaria rápido.
Fiquei lá fora esperando e vendo o movimento na rua. Depois de uns 20 minutos eu resolvi entrar e ver o que estava acontecendo, pois ela estava demorando demais.
- Daiane?!?... não acredito!!! - falei assustada ao ver a cena. Minha amiga estava de quatro na beirada de sua cama, com a saia levantada e o Barão engatado nela de novo. A calcinha dela de ladinho deixou claro que ele pegou ela de surpresa e ela não resistiu. Meu deusssss!! Era demais para a minha cabeça.
Não pensei duas vezes. Em segundos eu já estava peladinha ao lado dos dois, pronta pra levar a vara daquele cachorrão lindo e pauzudo na minha buceta de novo. E isso foi só o começo. Passamos um tempão dando para o Barão, e quando eu não podia ir até lá eu me satisfazia com um cachorrinho Poodle da minha prima. Hoje eu e a Daiane somos muito experientes em zoofilia com cachorros. Você gosta também? Nos convide para uma festinha.

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Ficha do conto

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Nome do conto:
Bebi demais e dei para um cachorro pela primeira vez!

Codigo do conto:
254871

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
17/02/2026

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