Eu odiava o interior. Na verdade, eu ainda odeio. Sempre fui uma menina de cidade grande, correria, escola, amigos, internet, shopping, cinema, etc e tal. E eu não achava graça nenhuma quando meus pais resolviam visitar alguns familiares que moravam no interior e me arrastavam junto, eu e meu irmão. Por várias vezes meu pai falava em se mudar para o interior e ficar mais próximo desses parentes. Ele afirmava que aquele lugar o fazia recordar sua infância e que tinha perdido parte de sua felicidade ao ter que se mudar para a capital, aos 18 anos, em busca de trabalho. Eu morria de medo de isso acontecer. Felizmente, minha mãe, que também sempre gostou de morar na cidade, era contra essa idéia. No entanto, não havia como eu escapar dessas viagens. Eram umas quatro ou cinco vezes ao ano. Que tédio! Me dava vontade de morrer. Para minha sorte, havia algumas coisas nessas viagens que as tornavam menos chatas. E uma delas era o Fábio, um de meus primos. Ele era quatro anos mais velho que eu, alto, forte, cabelos loiros e pele branca, mas muito morena por causa do sol. Ao contráro de mim, o Fábio adorava o interior, e seu único objetivo na vida era trabalhar no pomar dos meus tios. Ele não era o tipo de rapaz com quem eu compartilharia o resto da minha vida, mas, nossa, ele era tão bonito e gostoso, mesmo tendo esse jeitão de roceiro. Quando eu era mais novinha, eu me contentava em ficar observando ele, às escondidas, principalmente quando ele estava trabalhando sob o sol ardente, sem camisa e exibindo seu peitoral todo suado. Por várias vezes eu o espionei tomando banho no rio, completamente pelado. Eu ficava só juntando as imagens na minha cabeça e depois tocava uma siririca bem gostosa pensando nele. Um ano, quando eu já tinha 15 anos e ele tinha 19, decidi passar à ação. Chegamos na fazenda dos meus tios e minha cabeça já começou a maquinar. Desde o primeiro dia da nossa estadia lá eu procurei me insinuar muito para o meu primo. Eu vestia minhas sainhas mais sexy e minhas blusinhas mais apertadas e decotadas. Então eu aproveitava os momentos que a gente ficava sozinhos pra ficar me oferecendo pra ele. Só que o meu primo estava acostumado com as meninas mais recatadas do interior, e minhas insinuações não estavam surtindo efeito. - Anem, Raianny... você fica aí me mostrando sua calcinha assim... a tia vai ver isso e achar que eu que estou querendo alguma coisa com você! - ele me falou um dia que vesti uma saia bem curtinha e abri as pernas na frente dele. Fiquei chateada com aquilo. Eu me oferecendo pro meu primo e ele fazendo pouco caso de mim. Mas eu percebi que ele já ficava me olhando de rabo de olho, e continuei provocando. A gente não podia ficar sozinhos que eu dava um jeitinho de deixá-lo com tesão, e eu estava conseguindo. Mas eu tinha que correr, pois os dias estavam passando e eu não queria voltar para a cidade sem dar minha buceta pra ele. Eu já tinha perdido a virgindade há uns seis meses com um amigo idiota do meu irmão, que me comeu mais umas quatro ou cinco vezes, antes de me trocar pela minha amiga. Assim, se meu primo não me comesse era porque ele não queria mesmo. Um dia antes de voltarmos para a cidade, meu pais, meus tios, meu irmão e meus outros primos organizaram um acampamento para o dia todo. Quando fiquei sabendo que o Fábio não ia acampar, e que ia ficar cuidando da casa e trabalhando, como ele sempre fazia, meu coração disparou. Não poderia haver uma oportunidade melhor de meter com ele. Pensei em um plano e fiquei só aguardando a hora de colocá-lo em prática. Bem cedinho todo mundo começou a se arrumar para sair, e eu também me aprontei. Vesti uma calça jeans, uma camisa manga comprida, para me proteger dos mosquitos, calcei tênis, e até coloquei o meu chápeu, que meu tio guardava lá com todo carinho. O acampamento era na beira do rio, pois meu pai e meu tio adoravam pescar. Assim, fomos todos caminhando pela mata. Quando estávamos mais ou menos na metade do caminho eu me sentei, fingindo estar passando mal. - Mãe... acho que não estou me sentindo bem... minha cabeça está rodando! - falei e ela veio, toda preocupada. - Joaquim, a Raianny está passando mal... vou voltar com ela! - minha mãe gritou para o meu pai. - Mãe, não precisa... eu volto sozinha... só preciso me deitar um pouco... pode ir com o pai! - falei, com receio do meu plano começar a furar. Meu pai veio e ficou me observando. Em seguida ele chamou meu irmão e pediu que ele voltasse comigo, me deixasse na fazenda e depois os alcançasse. Meu irmão, que é dois anos mais novo que eu, fez cara feia e não queria de jeito nenhum, mas meus pais insistiram e ele acabou concordando. Voltamos os dois para a fazenda, e eu sempre reclamando de dor de cabeça. Quando estávamos a uns 100 metros da casa eu dei o golpe final. - Já tá bom, maninho... pode ir com eles que agora eu chego sozinha... vou dormir um pouco! - falei e meu irmão voltou correndo para alcançar meus pais e os demais. Entrei na casa e já corri para o meu quarto. Bem, não era meu quarto, mas sim um dos quartos que meu tio sempre reservava para as visitas. Rapidamente eu tirei minha calça jeans e minha camisa manga comprida que eu tinha vestido para ir ao acampamento e vesti uma sainha bem curta e uma blusinha regata mostrando minha barriga. Por baixo da blusa vesti um sutiãzinho bem delicado e provocante. Em seguida fui atrás do Fábio. Procurei em várias partes da casa e da fazenda e não o encontrei. Finalmente fui até o estábulo e ele estava lá, colocando comida para os cavalos. Argh!! Que lugar mais fedido e impróprio para uma garota do meu estilo. Mas o Fábio estava ali, e era isso que me importava. Meu primo estava todo suado, com uma calça toda suja e uma camiseta sem mangas, também completamente suja. Mas isso, em vez de cortar o meu tesão, me deixou ainda mais excitada. Eu já sentia minha buceta piscar e começar a babar no fundinho da minha calcinha. - Oi, Fábio! - falei e ele se virou, surpreendido. - Raianny?!?... o que cê tá fazendo aqui?!? - meu primo falou, sem conseguir esconder sua surpresa ao me ver parada na porta do estábulo, com minha roupinha sexy e olhando para ele com um sorriso muito provocador. - Voltei pra te ver, primo! - falei, com a voz bem suave e dengosa. - Mas... mas... eu a-a-achei que você estava no acampamento... com o resto do pessoal! - ele disse, muito nervoso e olhando para os lados. - Comecei a passar mal, Fábio! - falei e tossi umas duas vezes, fingindo, é claro. Em seguida fui me aproximando dele, de forma bem insinuante mesmo. - Mas agora já me sinto bem melhor, sabia? O coitado parecia que ia ter um troço. - E o que você quer aqui? - Só quero te ver trabalhando, primo... só isso! - falei e fiquei na frente dele, começando a passar uma de minhas mãos em um de seus braços musculosos, suados e sujos. Ele recuou e voltou a colocar mais comida para os animais. Fui atrás dele. - Raianny... por favor... não vai rolar nada... se meus pais ou os seus pais pegarem a gente assim... vai dar problema pra mim... você sabe disso! - ele me olhou e falou com uma expressão de preocupado. - Pode ficar tranquilo, Fábio... eles vão ficar lá o dia todo... além disso, se eles chegarem antes a gente vai ouvir! - eu falei e parti pra cima dele novamente, tentando tirar sua camiseta. Novamente ele recuou e tentou escapar. - Não, Raianny... não quero... você é muito oferecida... não gosto de meninas assim! - Mas eu tenho que me oferecer mesmo, Fábio... puxa vida... eu fico fazendo de tudo e você nem nota!... eu não sou mais virgem não!! - É porque eu tenho medo da tia ver e brigar comigo... você fica me mostrando a calcinha toda hora, prima... se o seu pai ver isso ele vai achar que a culpa é minha!! - Mas meu pai não está aqui agora, Fábio... e nem os seus pais... vamos aproveitar... vem... a gente faz rapidinho... eu vou embora amanhã e só volto daqui uns seis meses... vamos fazer... estou com tanta vontade!!! - Não sei, Raianny... a tio vai ficar sabendo disso...!! - meu primo continuava se esquivando e eu continuava insistindo. Percebi que ele estava muito nervoso, mas muito excitado também. O pau dele já estava atravessado na calça e fazia um volume enorme. Nossaaaa!! Eu ia me acabar naquela pica. Minha perereca já estava completamente molhada e ficava pulsando descontrolada. - Fábio... deixa de bobeira... vem cá... vamos fazer bem rapidinho... eu já dei outras vezes... eu já aguento!! Quando eu falei isso os olhos do meu primo revelaram o tesão enorme que ele estava sentindo. Sua vontade era de arrancar minha roupa e meter em mim igual um cavalo pegando uma égua, mas ele ainda estava com receio. Fui pra cima dele novamente e, na tentativa de se esquivar de mim, ele acabou sujando minha blusa. Foi só uma pequena manchinha na frente, mas que me deu uma ótima idéia. - Anem, Fábio! Olha o que você fez! - falei enquanto olhava para ele com um sorrisinho diabólico nos lábios. - Agora vou ter que tirar minha blusa! Os olhos do meu primo ficaram arregalados quando eu tirei minha blusa lentamente, olhando para ele de forma bem safadinha mesmo. Fiquei apenas com o meu sutiãzinho de rendinhas e muito lindo. O coitado começou a suar mais ainda, e agora não era só por causa do calor. - Está gostando de me ver só de sutiã, primo? - falei e fiz conchinha com minhas mãos nos meus peitinhos, por cima do meu sutiã. Ele, cada vez mais nervoso e excitado, negou com a cabeça. - Então vou tirar ele! - eu disse e fui tirando meu sutiã bem devagar, revelando minhas tetinhas, sempre olhando pra ele. Meu primo olhava meus peitinhos como se fossem os primeiros que ele estava vendo em toda a sua vida. E isso foi suficiente pra ele. - Ohhhhhhhhhhhh... Fábio... ahhhh...!! - gemi quando suas mãos fortes me agarraram pelos braços e me levaram até ele, que colou seu corpo ao meu e me beijou de forma apaixonada. Enfiei minha língua na boca dele e ficamos quase um minuto naquele beijo cheio de tesão e que quase me fez gozar. - Chupa meus peitinhos... c-c-c-chupa... ohhhhhh... chupa eles, Fábio!!! - falei e meu primo não perdeu tempo. Em segundos senti a boca dele sugando e mordendo os biquinhos dos meus seios pequenos mas bem redondinhos. Nossaaa!! Enquanto ele chupava um, sua mão apertava o outro, e eu só acariciando seus cabelos e me segurando para não gozar antes da hora. Era tesão demais para uma menina só. Tirei a camiseta dele e aquele cheiro de macho suado atingiu meu nariz, me deixando louca. Comecei a beijar e lamber seu peitoral, dando mordidinhas em seus mamilos. Enquanto isso minhas mãos percorriam o abdômen duro e sarado dele. - Uiiiiiii!!! - deixei escapar um gritinho quando ele me pegou de repente em seus braços e, como se fosse um filme erótico, me levou até uns sacos de ração que haviam no canto do estábulo. Lá ele forrou uma lona toda suja e empoeirada e, delicadamente, me deitou em cima dela. Aquela cama improvisada não estava nada agradadável, mas eu estava tão excitada que nem me importei. - Raianny... você ficou me provocando... agora você vai ter o que merece! - meu primo falou e ficou me olhando bem nos olhos, enquanto tirava sua calça e cueca e liberava sua picona. Eu já tinha visto o pau dele antes, nas vezes que eu o espiava tomando banho pelado no rio e também pelas frestas da janela do seu quarto. Mas, para deixá-lo com mais tesão ainda, eu fingi estar surpresa ao ver sua rola e, depois de soltar um "Ohhh", fiquei de boca aberta por alguns instantes. - Vem aqui, vem... vem dar uma chupadinha nela! - o Fábio falou e, com uma mão, deu uma balançada no seu pau, a poucos centímetros do meu rosto. Desci dos sacos de ração e fiquei ajoelhada entre suas pernas. Segurei com força sua piroca e a enfiei todinha na minha boca, sem deixar de olhar para o rosto dele. - É assim que você gosta, é?... você gosta da minha boquinha, primo?... essas meninas daqui sabem chupar igual eu chupo?... - eu falava isso e mamava bem gostoso na rola dele. Ele, cada vez mais excitado, segurou minha cabeça com as mãos e começou a foder minha boca, tentando enfiar bem fundo na minha garganta. - Isso, Raianny... é assim mesmo que gosto... você chupa igual uma putinha da cidade... sua putinha oferecida... ohhhhhhhhh... que delícia...!! - ele gemeu deliciosamente e falou. Nessa hora eu tirei o pau dele da minha boca e o esfreguei nos meus peitinhos. Eu queria fazer uma espanhola, mas minhas tetinhas eram pequenas demais. Logo voltei a chupar igual uma bezerrinha com fome. Meu deussss!! O pau do meu primo estava enorme, e eu babei muito nele, pra deixar ele todo lambuzado para a minha pepeca. - Agora é minha vez...! - meu primo disse e voltou a me colocar em cima dos sacos de ração, deitada de barriga para cima e com pernas bem abertas. Gentilmente ele tirou a minha sainha e depois a minha calcinha, jogando-as de lado. Fechei meus olhos e esperei a penetração, mas ele queria outra coisa. Senti suas mãos fortes separando minhas coxas e logo sua boca tocou minha buceta. - Ohhhhhhhhh... Fábiooooo... ahhhhhhhh... que delíciaaaa... isso... bem aí... isso... chupa nesse lugarzinho aí... ohhhhhhhhh...!! - gemi como uma gatinha enquanto ele passava a pontinha da língua bem em cima do meu clitóris. Meu deussss!! Que chupava mais gostosa eu estava levando do meu primo. Ele ficou uns cinco minutos lambendo minha perereca e me fazendo gemer de prazer. De repente ele parou de chupar e se levantou. Meu primo ia finalmente me comer. Eu mesma segurei minhas pernas e as abri pra ele, ficando toda exposta, prontinha pra ele me foder. Sem qualquer pressa ele segurou o pau com uma mão e ficou dando batidinhas com ele na minha xoxota, toda depiladinha e lisinha. Depois veio o beijo na boca e a cabeça do pau se encaixando na entrada da minha grutinha novinha. A sensação que veio depois não pode ser transmitida em palavras. - Aiiiiiiiiiiiiii... que deliciaaaaaaaa... meu deusssss... que delíciaaaa... ahhhhhhhhhh!! - gemi e me agarrei fortemente a ele quando o pau deslizou pra dentro de mim, até encostar no saco, esticando minha xoxota e me deixando toda preenchida. - Gostosaaaaa... sua gostosaaaaaa... você gosta é de pica, não é, Raianny? - meu primo falou no meu ouvido e começou um vai-e-vem muito rápido e fundo, como se estivesse metendo numa das éguas do meu tio. Soltei gritinhos de prazer e procurei a boca dele com a minha. Naquela hora meu primo era o meu macho e eu era a mulherzinha dele, pra ele fazer o que ele quisesse. Nossaaaaaa!! Levei vara nessa posição por vários minutos, sempre beijando a boca, mordendo o pescoço do meu primo e falando besteiras em seu ouvido. Depois eu falei pra ele que eu queria ir por cima um pouquinho. Ele se deitou em cima dos sacos de ração e eu subi em cima dele. - Ahhhhhhhhhhhhh... delícia de picaaaaaa... - falei e soltei o peso do meu corpo, deixando o pau entrar todinho na minha buceta. Em seguida comecei a rebolar, subir e descer. Meu primo já não estava aguentando mais e passava suas mãos por todo o meu corpo. Toda boazinha, me abaixei um pouquinho pra ele chupar meus peitinhos de novo. Enquanto ele chupava meus seios e apertava minha bunda com aquelas mãos fortes e rudes, eu cavalgava no pau dele, gemendo e pedindo pra ele falar que eu era a mulherzinha dele. - Me come por trás agora... vem! - No cú? - ele perguntou todo animado. - Não... nunca fiz atrás... é na buceta mesmo... de cachorrinho! - falei e já fiquei de quatro, tentando me empinar ao máximo. Dar de quatro sempre me faz lembrar dos cachorros comendo as cachorrinhas, dos cavalos metendo nas éguas, e isso me deixa louca de tesão. - Issssoooooooooooooo... Fábiooooooooooooo...!! - gemi quando meu primo veio por trás, me segurou firme pela cintura e enfiou o pau de uma só vez. Parecia que a rolona dele estava me rasgando. - Raianny... você é gostosinha demais... que delícia de buceta!! - ele falou e meteu com força, me jogando pra frente e me puxando de volta. - Fábiooooo... Fábioooooo... meu deussssss... vou gozarrrrrr... ohhhhhhhhh... aiiiiiiii... vou gozarrrrr... vou... não páraaaaa... vou goz...!! - comecei a me tremer todinha e tive um dos meus melhores orgasmos até hoje. Na mesma hora senti o pau dele dar a primeira cuspida dentro da minha buceta. Me apavorei. - Ficou doido?!?... dentro não!!! - dei um salto pra frente e tentei escapar dele. Mas, como meu corpo ainda estava dando as últimas tremidinhas, eu estava completamente sem forças e caí de bruços, com meu primo em cima das minhas costas, terminando de gozar dentro da minha xoxota. Parecia que meu primo não metia há mais de mês, pois foi tanta porra que saiu daquela pica que eu fiquei toda alagada. Quando ele finalmente tirou o pau e se deitou ao meu lado, seu esperma começou a sair da minha grutinha e descer pelas minhas coxas. Eu estava um pouco chateada, pois acho nojento esse negócio de deixar gozar dentro. Mas já estava feito. Ficamos vários minutos deitados lado a lado, de barriga pra cima, os dois, olhando para o teto do estábulo. Depois eu me virei e dei um selinho nele. - Raianny... foi uma das minhas melhores transas, prima! - o Fábio falou. - É uma pena que você tem que ir amanhã... que dera você ficasse aqui para sempre... só pra gente repetir isso todos os dias! Achei tão lindo ver meu primo falar aquilo. Sorri e ele começou a falar da beleza do interior, de como a vida ali era calma e feliz, blá, blá, blá. Pronto! Meu primo tinha acabado de estragar aquele momento tão maravilhoso entre nós dois, e o desconforto daqueles sacos de ração e o fedor do estábulo começaram a me incomodar. Eu precisava fugir dali, afinal, eu já tinha conseguido o que eu queria. Com um sorrisinho falso nos lábios eu me levantei e dei um último beijo na boca dele. - Fábio, preciso ir agora... tenho que tomar banho e lavar minha roupa pra mamãe não desconfiar... e eles vão chegar logo... se meu pai me pega aqui ele mata a gente! Antes que meu primo pudesse falar alguma coisa, eu peguei minha roupa do chão e me vesti toda apressada. A única coisa que não vesti foi a minha calcinha, pois eu não a encontrei em nenhum lugar. Fui quase correndo para a saída do estábulo. - Raianny... espera! Me virei e vi meu primo balançando minha calcinha entre os dedos. Provavelmente ela estava caída no meio dos sacos. - Você esqueceu isso! - Pode ficar com ela, primo... é um presentinho meu! - falei e sorrí maliciosamente, antes de voltar correndo para a casa principal da fazenda. Passei o resto do dia trancada em meu quarto, até que meus pais, meu irmão, meus tios e meus primos retornaram. Só voltei a ver o Fábio durante o jantar. Nenhum dos dois comentou o que tinha acontecido, mas, quando ninguém estava nos observando, a gente trocava alguns olhares discretos e sorrisos dissimulados. Não demorou muito e fomos dormir, já que no dia seguinte eu e minha família voltaríamos bem cedo para a minha amada cidade. No entanto, eu não conseguia dormir de forma alguma, pensando na rola do Fábio, pensando nele metendo em mim em cima daqueles sacos de ração. Não consegui me conter. Depois de pensar e repensar, me levantei da minha cama e saí do meu quarto nas pontas do pés, sem fazer qualquer barulho. Em segundos eu estava no quarto do Fábio, deitada com ele, de costas pra ele, de conchinha, com seu pau todinho na minha buceta e ele cheirando e beijando minha nuca. Voltei para a minha cama quando o dia já estava amanhecendo. Na viagem de volta eu dormi o tempo todo, e nem meu pai nem minha mãe entenderam o motivo de tanto sono. Só eu sabia. Foi uma despedida e tanto, e uma calcinha a menos na minha mochila.
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