Traçando minha irmã mais velha! Parte 2.

O sábado amanheceu preguiçoso, com o sol já alto filtrando pelas persianas da sala. Clara acordou primeiro, o corpo dolorido de um jeito bom e ruim ao mesmo tempo — a buceta ainda sensível da surra que Lucas tinha dado na véspera, o short jeans largo agora jogado no chão do quarto, manchado de sêmen seco. Ela tomou banho sozinha, demorou mais do que o normal esfregando a pele entre as pernas, tentando apagar o cheiro dele, o gosto dele na boca. Mas quanto mais esfregava, mais lembrava: o jeito que ele a segurou pelos cabelos, o pau grosso abrindo caminho, o jorro quente enchendo tudo. Culpa e tesão brigavam dentro dela como dois cachorros raivosos.
Quando desceu, vestia uma camisola curta de algodão cinza, sem sutiã, sem calcinha — achou que assim ficaria mais “decente”, menos provocante. Lucas já estava na cozinha, de cueca boxer preta e camiseta velha, mexendo no café. Ele virou o rosto assim que ouviu os passos dela na escada. Os olhos dele percorreram o corpo dela devagar, parando nas coxas nuas, no contorno dos mamilos marcando o tecido fino.
— Bom dia, maninha — disse ele, voz baixa, quase um ronronar.
Clara parou na entrada, braços cruzados sobre o peito como se quisesse se proteger.
— Lucas… a gente precisa conversar.
Ele desligou a cafeteira, aproximou-se devagar. Ela recuou um passo, mas a bancada da cozinha a impediu de ir mais longe.
— Conversar sobre o quê? — perguntou ele, parando a poucos centímetros. O cheiro dele invadiu o nariz dela: suor limpo, sabonete masculino, resquício de porra.
— Sobre ontem. Sobre tudo isso. Eu sou noiva, caralho. Rafael me pediu em casamento há três meses. E você… você é meu irmão. Meu irmão mais novo. Isso é doente, Lucas. A gente não pode. Não devia ter acontecido.
A voz dela tremia, mas os olhos não desviavam dos dele. Lucas inclinou a cabeça, um sorriso torto surgindo.
— Mas aconteceu. E você gozou gritando meu nome. Duas vezes. Três, se contar o banho.
— Para com isso — ela cortou, voz subindo um tom. — Eu tava fraca, tava com saudade de sentir algo de verdade. Rafael é… ele é bom, mas é morno. Ontem foi intenso demais. Errado demais. Eu me sinto uma vadia.
Lucas deu mais um passo. Agora o peito dele quase tocava os seios dela. Ele ergueu a mão devagar, passou os dedos pelo braço nu dela, subindo até o ombro.
— Vadia gostosa — murmurou ele. — Minha vadia gostosa.
Clara fechou os olhos, respirando fundo.
— Não fala assim. Por favor.
Mas ele não parou. Virou o corpo dela de costas com delicadeza firme, colou-se nas costas dela. O pau já estava duro dentro da cueca, pressionando exatamente na dobra da bunda nua sob a camisola curta. Ele começou a rebolar devagar, um movimento circular preguiçoso, sentindo a carne macia ceder.
— Lucas… não… — ela sussurrou, mas o quadril dela traiu, empinando de leve.
— Sente como eu tô duro só de te ver assim? — ele falou contra a orelha dela, mordiscando o lóbulo. — Ontem você pediu pra eu te encher. Hoje eu quero outra coisa. Quero esse cuzinho que você nunca deu pro teu noivo certinho.
Clara arfou, mãos apertando a borda da bancada.
— Eu… eu tenho muita vontade de dar o cuzinho. Gostaria muito mesmo. Mas com Rafael eu nunca consegui. Ele acha nojento, diz que é sujo. Eu fico louca de tesão só de pensar, mas ele não quer.
Lucas deslizou as mãos por baixo da camisola, subindo até agarrar os seios pesados. Apertou os mamilos entre os dedos, torcendo de leve.
— Então deixa teu irmão te dar o que você quer. Deixa eu abrir esse cu virgem pra mim.
Ela virou o rosto de lado, olhos marejados, mistura de vergonha e desejo cru.
— Isso é errado… a gente vai pro inferno por isso.
— A gente já tá no inferno — ele respondeu, voz rouca. — E eu quero te foder nele.
Clara gemeu baixo quando ele pressionou mais forte, o pau agora pulsando contra o rego da bunda. Ela empurrou para trás, só um pouquinho, mas foi o suficiente.
— Porra… — murmurou ela, derrotada. — Me leva pro sofá. Agora.
Eles atravessaram a sala quase correndo. Clara se jogou de bruços no mesmo sofá da véspera, joelhos abertos, camisola levantada até a cintura. A bunda nua se abriu um pouco, revelando o cuzinho rosado, franzido, intocado por outro homem. Lucas caiu de joelhos atrás dela, puxou a cueca para baixo. O pau saltou, grosso, veias saltadas, cabeça já babando.
— Abre mais, abre mais essa bundinha — ordenou ele.
Clara obedeceu, mãos puxando as nádegas para os lados. O cuzinho piscou, exposto.
— Vai devagar no começo… — pediu ela, voz pequena. — Faz tempo que ninguém toca aí.
Lucas cuspiu na palma da mão, espalhou na cabeça do pau, depois cuspiu direto no buraco dela. O líquido quente escorreu, fazendo-a tremer. Ele esfregou a glande na entrada, circulando, pressionando só a pontinha.
— Relaxa, maninha. Deixa eu entrar.
Ela respirou fundo, soltou o ar devagar. Ele empurrou. A resistência foi forte no início — o anel apertado lutando contra a invasão. Clara gemeu alto, dor misturada com prazer.
— Caralho… tá grande demais, tá doendo pra caralho, mas continua, continua assim devagar, por favor, isso Luquinhas, issooo…
Ele parou, só a cabeça dentro, deixando ela se acostumar. Depois avançou mais um centímetro, sentindo o calor sufocante envolver o pau.
— Isso… assim… abre pra mim…abre seu rabinho feito putinha pra mim— ele grunhiu, mãos apertando as nádegas com força.
Clara enterrou o rosto no encosto do sofá, mordendo o tecido.
— Tá me rasgando, tá me violando… mas não para… mete mais, mete forte vai, bomba gostoso e bomba violento, seu filho da puta…
Ele obedeceu. Estocada lenta, profunda, até enterrar tudo. Os dois gemeram juntos — ela de dor e prazer insuportável, ele de tesão puro ao sentir o cu dela apertando como um punho quente.
— Porra, Clara… que cuzinho lindo e perfeito… tão apertado… tão quente…
Ele começou a mexer, saídas curtas no começo, só para ela se abrir. Depois metidas mais longas, saindo quase inteiro e voltando com força. O som era obsceno: a carne batendo, o pau deslizando no buraco lubrificado só pela saliva e pelo pré-gozo.
Clara levantou o rosto, olhos vidrados, boca aberta.
— Mete, mete caralho, mete forte agora… arromba gostoso o cuzinho da sua irmã, vaaai… quero sentir você inteiro…
Lucas acelerou. Estocadas brutas, profundas, o saco batendo na buceta molhada dela a cada investida. Ele segurou os cabelos dela, puxou para trás, obrigando-a a arquear mais as costas.
— Tá gostando, vadia? Tá gostando do pau do teu irmão te fodendo o cu que ninguém nunca pegou?
Lucas metia forte, macetava, bombava, violava e de bônus enchia a bunda dela de tapas fortes e ritmados.
— Aiiiiii aiiii porra. Tô… tô gozandoooo… caralho, tô gozando pelo cuuuuu… — ela gritou, corpo convulsionando, dando inúmeros esparmos, tremendo, rebolando e piscando ao redor do pau de Lucas.
O orgasmo veio violento. O cuzinho dela apertou em espasmos ritmados, ordenhando o pau dele. Lucas sentiu o aperto e perdeu o controle. Deu mais cinco metidas fundas, brutais, e gozou com um urro rouco. Jatos grossos e quentes enchendo o interior dela, escorrendo pelas coxas quando ele saiu um pouco para ver o estrago: o cuzinho aberto, vermelho, latejando, sêmen branco vazando devagar.
Clara desabou no sofá, ofegante, lágrimas escorrendo pelo rosto — não de tristeza, mas de intensidade demais. Lucas deitou sobre ela, ainda dentro, amolecendo aos poucos. Beijou a nuca suada dela.
— Você gozou forte… — murmurou ele.
Ela riu fraco, voz rouca.
— Nunca gozei assim. Nem com ele. Nem sozinha.
Ele saiu devagar, vendo o buraco piscar, vazio agora, escorrendo mais porra. Virou o corpo dela com cuidado, deitou ao lado, puxou-a para o peito.
— Eu te amo, Clara. De um jeito errado, mas amo.
Ela encostou o rosto no pescoço dele, respirando fundo.
— Eu também. E isso me assusta pra caralho. Mas… não consigo parar.
Eles ficaram em silêncio um tempo, corpos colados, o cheiro de sexo impregnando a sala. Lá fora, o mundo seguia normal. Dentro daquela casa, o proibido tinha virado necessidade.
Clara levantou o rosto, olhou nos olhos dele.
— Amanhã os pais voltam. Depois de amanhã eu vou embora com as malas. Mas hoje… hoje ainda é nosso.
Lucas sorriu, mão descendo até acariciar o cuzinho sensível dela.
— Então vem. Vamos pro chuveiro. Quero te limpar… e sujar de novo.
Ela se levantou devagar, pernas trêmulas, e estendeu a mão.
— Vem, pestinha. Me fode mais uma vez antes que tudo acabe.
Eles subiram as escadas nus, o sêmen ainda escorrendo pela coxa dela, pingando no degrau. A porta do banheiro fechou. O vapor começou a subir.
Dois dias. Só restavam dois dias.

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Comentários


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lozo Comentou em 06/02/2026

Nossa, que intenso e cada vez melhor, mais vibrante, muito mais excitante e proibido, gostoso, delicioso. Irmãos, como não se amarem? como não se desejarem? como se pode impedir de se excitarem um com o outro? A natureza nos deu esse presente, só temos que abri-lo e aproveita-lo da melhor e mais gostosa forma possível e vocês estão fazendo isso com todas as letras, em cada gesto, em cada palavra. Meus parabéns, belíssimo conto. Votado e aprovado




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Traçando minha irmã mais velha! Parte 2.

Codigo do conto:
254042

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
06/02/2026

Quant.de Votos:
5

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