Traçando minha mãe e terminando de comer seu cuzinho!



Renata ainda estava deitada na cama king size, pernas entreabertas, a porra do marido escorrendo devagar pela buceta inchada, misturada com o suor e o mel que o corpo dela produzia sem parar. O vinho tinto repousava na mesinha de cabeceira, meio copo bebido, o resto esquecido. Lucas voltou das compras com uma sacola plástica na mão — nada importante, só uma desculpa para sair e respirar. Quando entrou no quarto, trancou a porta com o cotovelo, jogou a sacola no chão e ficou parado olhando para ela.
Ela ergueu o tronco devagar, seios balançando pesados, mamilos ainda duros como pedrinhas. O sorriso era lento, safado, quase cruel.
— Voltou rápido, hein filho. Achou que eu ia aguentar ficar aqui sozinha, toda melada, esperando?
Lucas tirou a camisa com um movimento brusco, olhos fixos na buceta aberta dela.
— Não aguentei ficar longe, mamãe. Fiquei o caminho todo imaginando você aqui, de quatro, pedindo mais pau. Pedindo meu pau.
Renata riu baixo, voz rouca de tanto gemer.
— Então vem cá. Deixa eu ver se ainda tá duro depois de gozar embaixo da cama enquanto teu pai me comia.
Ele se aproximou, calça já aberta. O pau saltou, grosso, veias pulsando, cabeça brilhando de pré-gozo novo.
— Olha só… — ela murmurou, estendendo a mão para acariciar devagar, polegar circulando a glande. — Tão inchado… tão quente. Você gozou forte vendo ele me foder, né? Admita.
Lucas grunhiu, segurando o pulso dela.
— Gozei pra caralho. Ver você fingindo que era pra ele, mas sabendo que era pro meu pau que você tava pensando… me deixou louco. Quase saí de baixo da cama pra meter em você junto com ele.
Ela apertou a base do pau dele, olhos brilhando.
— Safado… queria me ver levando dois paus ao mesmo tempo? Um na buceta, outro na boca? Ou no cu?
— No cu — ele respondeu sem hesitar, voz grossa. — Queria ver você gemendo com meu pau no teu cu enquanto ele te enchia pela frente. Você ia gozar gritando os nomes dos dois.
Renata arfou, largou o pau e virou de bruços, empinando a bunda alta, mãos abrindo as nádegas.
— Então vem. Meu cu ainda tá aberto do que você fez antes. Molhado, ardendo… pronto pra você voltar e me rasgar de novo.
Lucas ajoelhou atrás, cuspiu direto no buraco vermelho e inchado, viu o líquido escorrer e sumir dentro dela.
— Caralho, mãe… olha como tá piscando… querendo mais pau. Quer que eu meta sem dó?
— Sem dó nenhuma — ela respondeu, voz tremendo de tesão. — Mete seco se quiser. Quero sentir a ardência, quero sentir que sou tua puta particular. Fode o cu da tua mãe até eu não conseguir sentar direito.
Ele posicionou a cabeça, empurrou devagar no começo. O anel cedeu fácil dessa vez, acostumado, mas ainda apertado o suficiente para fazer os dois gemerem alto.
— Isso… entra todo… porra, como você abre gostoso… — ele grunhiu, mãos cravando nas nádegas.
Renata empurrou para trás, rebolando forte.
— Mete fundo, filho… me enche… quero sentir teu saco batendo na minha buceta enquanto você maceta meu cu.
Ele acelerou, estocadas longas e brutas, saindo quase inteiro e voltando com força. O som era molhado, obsceno — a carne batendo, o cu dela sugando o pau a cada saída.
— Tá gostando, vadia? Tá gostando do pau do teu menino te arrombando o cu que teu marido nunca pegou?
— Tô gozando, filho… tô gozando só de sentir você assim… — ela confessou, voz entrecortada. — Nunca deixei ninguém meter no cu. É minha primeira vez e é com você, meu filho safado. Mete mais forte… me faz gozar gritando.
Lucas puxou os cabelos dela para trás, obrigando-a a arquear mais as costas.
— Grita então. Grita que quer o pau do filho te fodendo o cu. Grita que vai gozar na rola do teu menino.
— Quero… quero o pau do meu filho no meu cu… me fode, vai… me arromba gostoso… vou gozar… caralho, vou gozar forte…
Ela convulsionou, cu apertando em espasmos violentos, rebolando sentindo a cabeça da pica bater no ponto G anal, ordenhando o pau dele. Lucas sentiu o aperto e perdeu o controle.
— Porra, eu não estou aguentando mais… vou gozar dentro… toma tudo, mãe… toma o leite do teu filho no dentro do teu cu…
Jatos quentes encheram ela, transbordando, escorrendo pelas coxas enquanto ela rebolava vagarosamente sentindo-se completa. Ele continuou metendo devagar enquanto amolecia, vendo o sêmen branco vazar do buraco aberto.
Renata desabou de bruços, ofegante, rosto enterrado no travesseiro.
— Você me destruiu, filho… — murmurou, mas o tom era satisfeito, quase carinhoso.
Lucas deitou ao lado, mão acariciando as costas suadas dela.
— E você me deixa louco, mãe, sabia? Não consigo parar de querer mais, fiquei viciado.
Ela virou o rosto, procurou a boca dele. O beijo foi lento dessa vez, línguas preguiçosas, provando o gosto um do outro.
— Então não para — sussurrou contra os lábios dele. — Amanhã teu pai viaja de novo. Vamos ter a casa só nossa. Quero você me fodendo em todos os cômodos. Na cozinha, no sofá, no banheiro… quero gozar muito no teu pau até não aguentar mais andar.
Lucas sorriu, mordendo o lábio inferior dela.
— E se eu quiser te amarrar? Te deixar de quatro, vendada, e meter devagar até você implorar?
Renata arfou, apertando as coxas.
— Imploraria. Imploraria pra você me arrombar sem dó. Me chamar de puta, de vadia, de tudo. Só não me chama de mãe nessa hora… aí eu vou gozar só de ouvir.
Ele riu baixo, mão descendo até acariciar o cu sensível dela.
— Então tá combinado, mãe. Amanhã você acorda peladinha, de joelhos na minha porta, esperando. E eu vou te usar o dia inteiro.
Ela fechou os olhos, corpo relaxando contra o dele.
— Combinado, filho. Agora me abraça, vai. Quero dormir sentindo teu cheiro… e teu pau assim bem encostado em mim.
Eles se enroscaram, corpos nus, suados, melados. O silêncio da casa os envolveu como um segredo pesado e delicioso. Lá fora, o mundo seguia alheio. Dentro daquele quarto, o proibido tinha virado rotina — e nenhum dos dois queria que acabasse.

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Comentários


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rg8487 Comentou em 07/02/2026

Muito bom,delicia de tesao




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Traçando minha mãe e terminando de comer seu cuzinho!

Codigo do conto:
254144

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
07/02/2026

Quant.de Votos:
10

Quant.de Fotos:
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