João desabou de lado no colchão encharcado, corpo pesado e suado rolando para o canto da cama com um grunhido rouco de satisfação exausta. Seu pau, ainda latejando e brilhando de sêmen grosso e mel viscoso, escorregou devagar do cu dilatado de Maria, deixando um rastro quente e pegajoso que vazava em golfadas lentas, escorrendo pelas coxas trêmulas dela e pingando no lençol já fedendo a sexo bruto. O ar do quarto estava pesado, impregnado de musk masculino forte, suor azedo, porra fresca e o cheiro residual almiscarado do cachorro — uma mistura nauseante e inebriante que fazia a cabeça girar. João ofegava como um animal cansado, peito arfando, olhos semicerrados fixos no teto rachado, mas um sorriso sádico curvava seus lábios, como se a violência tivesse saciado só uma parte da raiva dele. Maria, porém, não parou. Ainda de quatro, bunda empinada e vermelha de palmadas, cu piscando aberto e rosado, latejando em ondas de dor deliciosa misturada ao vazio repentino, ela rebolou os quadris no ar vazio, procurando instintivamente mais preenchimento. O corpo dela tremia inteiro, pele morena reluzindo de suor frio, seios pesados balançando com o movimento, bicos escuros endurecidos roçando o lençol áspero e enviando faíscas direto para o clitóris inchado. "Não... não para, porra... eu ainda tô queimando por dentro!", gemeu ela rouca, voz quebrada e desesperada, quadris circulando devagar como uma cadela no cio, mel escorrendo abundante da boceta intocada, pingando em fios viscosos no colchão. Seus olhos, vidrados de luxúria insaciável, viraram para João, lágrimas secas nas bochechas, mas o tom era puro implorar: "Me fode mais, João... ou me dá outro pau, caralho... tô faminta, não gozei o suficiente... preciso de mais, me enche de novo!" Zé, parado na soleira da porta com Lucas ainda no colo — o bebê agora quieto, chupando a chupeta confuso, olhos inocentes piscando para a cena —, ficou atônito, boca entreaberta, respiração acelerada. Seu pau endurecera completamente na calça jeans apertada, latejando visivelmente contra o tecido, uma ereção traiçoeira que ele tentava disfarçar mudando o peso de uma perna para outra. O cheiro de tudo aquilo o atingia como um soco: porra quente vazando do cu de Maria, suor feminino doce e salgado, o fedor cru de sexo anal misturado à violência. Ele engoliu em seco, olhos fixos na bunda dela rebolando, no cu dilatado piscando convidativo, brilhando de sêmen, e um calor subiu pelo seu corpo parrudo, fazendo suor escorrer pela barba rala. "Puta que pariu...", murmurou baixinho, voz tremendo de choque e tesão, incapaz de desviar o olhar, o pau doendo de tão duro. João virou a cabeça devagar, captando o olhar de Zé, a ereção óbvia, o rebolado desesperado de Maria. Algo quebrou dentro dele — o ciúme flamejante misturado a um tesão doentio, sádico, de ver a mulher dele se humilhando mais, se sujando mais. Ele riu baixo, uma gargalhada rouca e maligna que ecoou no quarto abafado. "Tá vendo isso, Zé? Minha mulher virou uma cachorra de verdade... quer mais pau no cu, a vadia insaciável." Ele se apoiou no cotovelo, pau mole pingando resquícios de porra, olhos flamejantes fixos no amigo. "Então vai lá, porra. Enraba essa puta com toda a força que você tem. Fode o cu dela violento, rasga ela, faz ela gritar... eu quero ver essa safada gozar no seu pau como a cadela que ela é!" Zé piscou, chocado, o bebê se remexendo no colo dele, mas o tesão venceu a hesitação. Ele passou Lucas para o berço improvisado na sala com mãos trêmulas, voltando rápido, desabotoando a calça com urgência. Seu pau saltou grosso e veiado, cabeça vermelha babando pré-gozo claro, maior que o de João, latejando no ar quente. "Cê tá falando sério, João? Porra, eu... eu vou foder ela sim, caralho!", grunhiu ele, voz grossa de excitação, aproximando-se por trás de Maria, que rebolava mais forte ao ouvir, gemia alto: "Sim, vem, me enraba, seu filho da puta... fode meu cu seco, me rasga todo!" Zé não esperou. Agarrou os quadris largos dela com mãos calejadas, unhas cravando a carne suada, e cravou o pau de uma vez no cu ainda escorregadio de porra de João — estocada brutal, seca nas bordas, esticando o anel já sensível ao limite, fazendo Maria uivar de dor e prazer: "Aaaahhh, caralho, tá grosso pra porra... me fode violento, Zé, me quebra no meio!" Ele bombava selvagem, bolas peludas batendo ritmadas na boceta molhada, ploc-ploc molhado ecoando alto, cheiro de sexo fresco se intensificando. Cada entrada era um soco profundo, acertando o ponto G anal, fazendo o corpo dela convulsionar, seios balançando violentos, suor voando. "Toma, sua puta safada... cu apertado mesmo depois de cachorro e marido, hein? Vou te encher de leite, vadia!", rosnava Zé, voz animal, puxando cabelos dela para trás, forçando-a a arquear mais. Maria gozava já nas primeiras estocadas, boceta jorrando em jatos quentes no chão, cu contraindo em espasmos apertados ao redor do pau dele: "Mais, porra... fode mais forte, me usa como lixo... tô gozando de novo, aaaahhh!" João assistia de lado, pau endurecendo de novo ao ver, rindo sádico: "Isso, Zé, rasga o cu da minha mulher... faz ela implorar pro seu pau todo dia agora!" Zé acelerava, suor pingando nas costas dela, unhas arranhando, até gozar com um rugido: jatos grossos e quentes enchendo o cu transbordando, escorrendo viscoso pelas coxas, prolongando o orgasmo explosivo de Maria em ondas intermináveis. O quarto virava um caos de gemidos chulos, cheiros sacanas e corpos colidindo, o vício de Maria só crescendo, insaciável e destruído.
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