Evangélica e carente: indo até a casa da missionária Lorrana a não acreditando no que viu!

Rayane girou a chave pela terceira vez, o motor tossiu como um bêbado acordando de ressaca, cuspiu fumaça preta pela traseira e finalmente pegou. Ela deixou a cabeça cair no encosto, rindo baixo, quase histérica. O corpo inteiro ainda tremia dos dois paus que a tinham recheado na estrada deserta — o grosso do alto batendo no fundo da buceta até ela ver estrelas, o comprido do magro arrombando o cu com estocadas que faziam as lágrimas escorrerem de puro tesão. A porra dos dois ainda escorria devagar pelas coxas, misturando-se ao suor e aos sucos dela, deixando o banco do carro fedendo a sexo cru e estrada poeirenta. Ela não limpou nada. Queria chegar em casa carregando aquela sujeira toda, sentir o sêmen secando na pele enquanto dirigia.
Mas não foi pra casa que ela foi.
Porém momentos atrás, a missionária Lorrana estava em uma visita pastoral no bairro periférico, ela passou pela mesma rua estreita onde Rayane havia encontrado o primeiro vira-lata. Dois cães de grande porte rondavam uma casa abandonada: o pastor alemão preto e castanho, magro mas musculoso, olhos alertas; o rottweiler, mais pesado, pelagem negra lustrosa, mandíbula larga. Eles farejavam o chão, rosnando baixo um para o outro, disputando o cheiro de uma cadela no cio que passara por ali horas antes. Lorrana parou o carro, o coração disparado. Não era premeditado. Era impulso. Ela desceu, abriu a porta traseira, chamou com voz baixa e doce: “Vem cá, bonitinhos… vem com a titia.”
Os dois ergueram as orelhas. O pastor alemão foi o primeiro a se aproximar, farejando o ar, o focinho frio roçando a saia longa dela. O rottweiler seguiu, mais desconfiado, mas atraído pelo mesmo odor: suor, perfume floral barato e excitação feminina que já começava a vazar da calcinha. Lorrana sentiu um arrepio subir pela espinha quando o pastor lambeu a panturrilha exposta. Ela abriu a porta do passageiro traseiro, jogou o casaco no banco e sussurrou: “Entra… vem comigo.”
Eles entraram. Sem coleira, sem resistência. Como se soubessem exatamente o que ela queria.
Enquanto Rayane tomava a decisão de ir pra casa dela, o pensamento surgiu como um raio: Lorrana. A missionária loira, de olhos azuis que pregavam castidade no púlpito e chorava gozando no pau de vira-lata na cama dela. Rayane precisava contar — precisava dividir aquela loucura nova, precisava ver se Lorrana ia julgar ou se ia abrir as pernas e pedir pra ser a próxima na fila dos cachorros. Pisou fundo no acelerador, o carro sacolejando na estrada de terra, a saia jeans embolada na cintura, a buceta roçando no couro quente do banco a cada buraco.
Chegou na casa de Lorrana já escurecendo. Uma casinha simples de tijolo aparente, luz acesa na sala, mas silêncio absoluto. Rayane bateu na porta com força, o punho cerrado ecoando na madeira velha.
“Lorrana! Abre aí, sou eu, Rayane!”
Nada.
Bateu de novo, mais forte, o som reverberando na rua vazia.
“Lorrana, porra, abre essa porta! Tô louca pra te contar uma coisa!”
Silêncio.
O coração dela acelerou — não de medo, mas de uma intuição suja. Empurrou a maçaneta. A porta estava destrancada. Entrou devagar, o cheiro da casa batendo nela como um tapa: incenso de igreja misturado com algo animal, almiscarado, pesado. O corredor estreito levava direto pro quarto. Luz amarelada vazando pela porta entreaberta. Gemidos baixos, roucos, entrecortados por gritos abafados.
Rayane parou na soleira, o ar preso na garganta.
Lá dentro, na cama de casal que Lorrana dividia com a solidão missionária, a cena era de outro mundo.
Dois cachorros de grande porte — um pastor alemão preto e castanho, outro rottweiler puro, músculos inchados, pelos brilhando de suor — possuíam Lorrana como se ela fosse uma cadela no cio. Ela estava de quatro no colchão, o corpo claro e sardento arqueado ao extremo, a bunda empinada, os seios médios balançando violentamente a cada estocada. O pastor alemão montado nas costas dela, as patas dianteiras cravadas nos ombros claros, o pau vermelho e grosso enterrado até o talo no cuzinho arrombado dela. O nó já inchado, travado dentro do ânus, pulsando visivelmente enquanto jorrava sêmen fino e quente em golfadas sem fim. O rottweiler por baixo, deitado de costas na cama, as patas traseiras abertas, o pau ainda maior — quase preto de tão vermelho, veias saltadas como cordas — metendo na buceta rosada dela com fúria animalesca, as bolas pesadas batendo contra o clitóris inchado a cada socada.
Lorrana gritava, xingava, delirava.
“Porra… seus cachorros filhos da puta… arrombem meu cu… encham minha buceta de porra quente… ahhh, caralho, tô gozando de novo… gozando no pau de cachorro… me fodem mais!”
O corpo dela convulsionava sem parar. Esguichos saíam em arcos altos da buceta, molhando o pelo do rottweiler, pingando no colchão, no chão. Lágrimas escorriam pelo rosto sardento, misturando-se ao suor, ao baba que pingava da boca aberta. Os olhos azuis revirados, a boca escancarada em gritos roucos e incoerentes:
“Mais fundo… no cu… no cu, seu vira-lata nojento… me estica toda… quero sentir o nó me rasgando… ahhhh, gozando… gozando horrores… porra de cachorro me enchendo… tô virando cadela… tô virando puta de cachorro!”
Rayane ficou parada na porta, hipnotizada. A mão direita já dentro da saia, dedos enfiados na buceta, bombando rápido enquanto via a amiga ser possuída pelos dois animais. O pastor alemão rosnava baixo, as estocadas curtas e brutas agora que o nó travara, o sêmen transbordando pelo cuzinho esticado, escorrendo em fios grossos pelas coxas claras de Lorrana. O rottweiler socava por baixo, o pau comprido batendo no colo do útero a cada movimento, as bolas peludas slapando contra a buceta encharcada.
Lorrana ergueu o rosto, viu Rayane na porta e, em vez de vergonha, sorriu — um sorriso louco, suado, perdido.
“Rayane… olha… olha como eles me fodem… dois paus de cachorro… um no cu, outro na buceta… tô gozando sem parar… vem cá… vem gozar comigo…”
Rayane não resistiu. Entrou no quarto, tirou a saia e a blusa num movimento só, ficou nua, os seios pesados balançando, a buceta pingando. Ajoelhou-se na cama ao lado de Lorrana, abriu as pernas e começou a se masturbar com quatro dedos, enfiando fundo enquanto assistia de perto o nó do pastor alemão pulsar dentro do cuzinho da amiga, o sêmen branco escorrendo em golfadas que pingavam no pau do rottweiler.
“Caralho, Lorrana… você tá linda assim… toda arrombada… gozando nos paus deles… olha como o cu tá aberto… o nó tá te esticando toda… tô gozando só de ver…”
Lorrana estendeu a mão, agarrou o pulso de Rayane e puxou os dedos dela pra dentro da própria boca, chupando os sucos misturados à porra enquanto gemia:
“Chupa comigo… prova o gosto da minha buceta cheia de porra de cachorro… ahhh… tô gozando de novo… o rottweiler tá batendo no fundo… o nó do pastor tá me matando de prazer… tô virando uma cadela de verdade…”
Rayane se inclinou, lambeu o clitóris inchado de Lorrana enquanto o rottweiler metia, a língua roçando no pau animal a cada estocada. Lorrana gritou mais alto, o corpo convulsionando em outro orgasmo brutal, esguichando forte na cara de Rayane, o líquido quente escorrendo pelo queixo, pelo pescoço, pingando nos seios.
“Bebe minha porra… bebe o esguicho da missionária puta… ahhh… tô gozando no pau de cachorro… chorando de tesão… me fode mais, seus vira-latas filhos da puta!”
Os cachorros, instintivos, continuaram metendo até os nós diminuírem o suficiente pra se soltarem. Primeiro o rottweiler, saindo da buceta com um pop molhado, seguido por um rio grosso de sêmen fino escorrendo da entrada vermelha e aberta. Depois o pastor alemão, o nó saindo do cuzinho com dificuldade, deixando o ânus arrombado piscando, porra branca vazando em golfadas que pingavam no colchão.
Lorrana desabou de bruços, ofegante, o corpo tremendo em espasmos residuais, lágrimas escorrendo pelo rosto enquanto ria e chorava ao mesmo tempo.
“Eu… eu gozei tanto… chorei nos paus deles… Rayane… eu sou uma puta… uma puta de cachorro…”
Rayane deitou ao lado dela, puxou-a pro colo, beijou a boca salgada de lágrimas e sêmen, os dedos ainda mexendo devagar na buceta aberta da amiga.
“Você é minha puta também. E a gente vai continuar assim… mais cachorros, mais porra, mais gozo. Até não aguentar mais.”
Lorrana assentiu, os olhos azuis brilhando com uma loucura nova.
“Sim… traz mais… quero sentir dois nós me travando ao mesmo tempo… quero chorar gozando até desmaiar…”
Rayane sorriu, apertando o seio da amiga com força.
“Então descansa um pouco. Porque quando esses dois descansarem… a gente vai chamar mais. E eu vou assistir você virar a cadela mais safada da Bahia.”
As duas riram baixo, os corpos colados, suados, fedendo a sexo animal e luxúria humana. Os cachorros deitaram no chão, lambendo os próprios paus, enquanto as duas mulheres já planejavam a próxima depravação — sem culpa, sem freio, sem volta.

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Comentários


foto perfil usuario cabralopen

cabralopen Comentou em 04/02/2026

Tesão demais... Vou começar procurar uma evangélica!




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Nome do conto:
Evangélica e carente: indo até a casa da missionária Lorrana a não acreditando no que viu!

Codigo do conto:
253865

Categoria:
Zoofilia

Data da Publicação:
04/02/2026

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