Os gritos insanos de Maria ainda ecoavam pelas paredes finas da casa, misturados aos rugidos guturais de Zé e João, enquanto porra quente e grossa escorria dos buracos dela como rios viscosos, pingando no colchão mofado e fedendo o quarto inteiro com cheiro de sexo cru, suor azedo e sêmen fresco. O orgasmo coletivo os deixara moles, corpos colados em uma bagunça suada: Zé e João deitados de lado, paus moles latejando ainda, babando resquícios de porra, ofegantes como cachorros depois de uma caçada. Maria, de quatro no centro da cama, bunda empinada e vermelha de palmadas, cu e buceta piscando abertos, expostos, rebolava devagar como uma vadia no cio, lambendo os lábios cheios de sêmen, bebendo gotas quentes que escorriam dos paus deles. "Mmmmm... porra deliciosa de vocês dois... tô bebendo tudo, seus putos... ainda tô com fome de mais leite quente", murmurava ela rouca, língua lambendo o pau mole de João, chupando o resíduo viscoso como se fosse mel, enquanto rebolava a bunda marcada, mel escorrendo pelas coxas grossas, cheiro de buceta excitada preenchendo o ar abafado. De repente, a porta da frente explodiu com um baque violento – madeira rangendo e estalando enquanto cinco homens da favela invadiam, armados com paus de madeira e facões improvisados, rostos corados de preocupação e raiva. Eram vizinhos comuns: o Seu Manoel, pedreiro parrudo de 40 anos, pau já endurecendo sem querer ao ver a cena; o Carlinhos, magrelo de 25, olhos vidrados; o Negão, alto e musculoso de 30, tatuado; o Paulinho, gordinho de 35, ofegante; e o Júnior, novinho de 22, boca aberta. Pensavam que era João e Zé matando Maria – os berros de "ME RASGUEM POR DENTRO, CARALHOOOOO!" soavam como tortura pros ouvidos da favela. "Que porra é essa? Parados aí, seus filhos da puta! Soltem a Maria!", berrou Seu Manoel, facão na mão, mas parando seco ao ver a cena: Maria de quatro, nua e exposta, bunda empinada rebolando devagar, cu rosado e dilatado piscando sêmen branco, buceta inchada brilhando de mel e porra misturados, seios pesados balançando, língua lambendo porra do pau de João enquanto Zé ria baixo, exausto. Zé e João se assustaram, corpos se retesando, paus moles balançando, mas Maria – espírito de luxúria pura, puta insaciável que era – não se mexeu. Continuou de quatro, rebolando a bunda vermelha pros invasores, quadris circulando devagar, mel pingando no chão de cimento rachado. "Calma, rapazes... não é nada disso... a gente só tava se divertindo, caralho... tô toda arrombada de prazer, não de dor", disse ela rouca, voz tremendo de tesão residual, virando o rosto suado pros cinco, olhos vidrados implorando mais. "Vocês vieram salvar tia Maria? Que fofos... mas olha aqui, tô toda abertinha com a buceta e cu piscando pra vocês... não querem se divertir também? Vem, metam essas rolas grossas em mim... tô faminta por mais pau, seus safados!" Os homens piscaram chocados, facões caindo das mãos, paus endurecendo nas calças ao ver aquela vadia casada rebolando nua, bebendo porra como uma prostituta de rua. Zé e João sorriram satisfeitos, exaustos mas excitados de novo, paus semi-duros latejando ao ver a mulher deles virando puta comunitária. "Vai nessa, rapazes... ela ama rola... fodem ela forte, que a vadia merece", grunhiu João, mão preguiçosa masturbando o pau mole. Seu Manoel foi o primeiro: "Puta merda... você é louca, Maria... mas que buceta gostosa... vou te foder sim, caralho!" Ele arrancou a roupa, pau grosso e veiado saltando ereto, babando pré-gozo. Os outros seguiram: Carlinhos com pau magro mas comprido; Negão com uma rola preta enorme, grossa como punho; Paulinho com pau gordo e curto; Júnior com rola jovem e dura como pedra. Eles atacaram Maria como animais famintos. Seu Manoel deu tapas fortes na bunda vermelha dela, ploc-ploc ecoando alto: "Toma tapa nessa bunda de puta, Maria... rebola mais pra mim, vadia!" Ela uivou de prazer: "Aaaaaahhhh simmmm... bate mais forte, seu puto... minha bunda ama apanhar!" Negão mordeu as nádegas suadas, dentes cravando carne, deixando marcas roxas: "Mordo essa carne gostosa... cu piscando pra mim, hein? Vou te enrabar primeiro!" Paulinho chupou os seios pesados, sugando os bicos duros como se quisesse leite: "Mmmmm... seios de vaca... chupo até secar, sua safada!" Carlinhos deu chupões no pescoço, sugando pele até roxo: "Marco você como minha puta... geme pra mim!" Júnior lambia a buceta melada: "Buceta fedendo porra... mas tô lambendo tudo, tia... que delícia!" Maria delirava, corpo tremendo: "Siiiiimmmm caralhoooo... me ataquem, seus putos... tapas, mordidas, chupões... tô pingando pra vocês!" Negão foi o primeiro a penetrar: cravou a rola preta enorme no cu dilatado dela, estocada bruta e seca, esticando o anel ao limite. "Toma no cu, vadia... minha rola preta te arromba!" Maria berrou: "Aaaaaahhhh porraaaa! Tá me rasgando o cu com essa pica de cavalo... fode violento, Negão... me quebra!" Ele bombava insano, bolas pesadas batendo na buceta, ploc-ploc molhado, suor voando. Zé e João assistiam masturbando, paus endurecendo de novo: "Isso, fode a puta da minha mulher... faz ela gritar mais!" Negão gozou rápido, rugindo: "Toma porra no cu, caralhoooo... encho você de leite preto!" Sêmen grosso jorrando, transbordando viscoso pelas coxas dela. Maria gozava junto: "Gozando no teu pau, Negão... aaaahhhh simmmm!" Seu Manoel veio em seguida, metendo na buceta pingando: "Agora minha vez... buceta gulosa pra caralho... toma rola grossa!" Bombava forte, tapas na bunda ecoando: "Rebola, puta... rebola na minha pica!" Maria rebolava louca: "Rebolo siiiiimmmm... fode minha buceta casada, seu safado... aaaahhhh tô gozando de novo!" Ele gozou enchendo-a: "Toma leite quente, vadiaaaa!" Paulinho atacou o cu recém-gozado: "Cu fedendo porra... mas vou meter meu pau gordo aí... toma!" Estocadas curtas mas brutas, bolas batendo: "Geme alto, puta!" Maria uivava: "Aaaaaahhhh geme simmmm... teu pau gordo me estica... goza dentro, caralhoooo!" Ele jorrou: "Encho teu cu de mais porra, aaaahhhh!" Carlinhos penetrou a buceta transbordando: "Buceta cheia de leite... mas minha rola comprida vai fundo... toma!" Metia longo, acertando o útero: "Sente no fundo, vadia?" Maria delirava: "Sinto siiiiimmmm... me fura com essa rola fina... aaaahhhh gozando escandalosamente!" Ele gozou: "Toma jato no útero, porraaaa!" Júnior foi o último, metendo no cu arrombado: "Tia... teu cu tá largo... mas minha rola jovem vai te foder forte!" Bombava rápido, jovem e incansável: "Rebola pra mim, puta!" Maria rebolava insana: "Rebolo pra ti, Júnior... fode tia como uma vadia... aaaahhhh melhor pau jovem... goza dentro!" Ele rugiu: "Toma porra fresca, caralhoooo!" No total, cinco caras – Zé e João exaustos mas sorrindo, e os três invasores virando cúmplices – transformaram a casa num antro de sexo grupal insano. Maria, puta insaciável, gozava múltiplo, boceta e cu jorrando sêmen misturado, corpo marcado de tapas, mordidas e chupões, gritando sem pudor: "Mais paus... me encham mais, seus putos... tô viciada em gangbang!" A favela ouvia tudo, mas agora o escândalo virava lenda – a mulher de João virando a puta do morro. Zé e João riam: "Bem-vindos ao clube, rapazes... ela nunca sacia." Maria desabou ofegante, buracos latejando, sorriso culpado: "Melhor noite da vida... venham sempre, seus safados."
Faca o seu login para poder votar neste conto.
Faca o seu login para poder recomendar esse conto para seus amigos.
Faca o seu login para adicionar esse conto como seu favorito.
Denunciar esse conto
Utilize o formulario abaixo para DENUNCIAR ao administrador do contoseroticos.com se esse conto contem conteúdo ilegal.
Importante:Seus dados não serão fornecidos para o autor do conto denunciado.