Depois daquela punheta explosiva no banheiro, eu me joguei na cama do quarto, o corpo ainda tremendo de adrenalina, o coração martelando como se eu tivesse corrido uma maratona. O cheiro dela ainda impregnava minhas narinas – um misto de pasta de dente, suor fresco e algo mais primal, como o aroma de uma buceta que implorava por ser devorada. Eu ri sozinho, alto, quase histérico, porque o que tinha rolado ali não era só tesão; era uma cumplicidade perigosa, como se a gente tivesse assinado um pacto silencioso para mergulhar no abismo juntos. Gabi não era mais só minha irmã; ela era a porra da minha obsessão, e eu sentia que ela me via do mesmo jeito, como um brinquedo que ela manipulava com maestria. Os dias seguintes foram um inferno disfarçado de rotina. Eu evitava a cozinha nas horas em que ela costumava aparecer, mas o destino – ou talvez ela mesma – conspirava contra mim. Uma noite, nossos pais saíram para um jantar com amigos, deixando a casa vazia pela primeira vez desde o incidente no banheiro. Eu estava no sofá, fingindo assistir a um jogo de futebol, mas minha mente replayava cada detalhe: a forma como ela tinha cuspido na pia, a espuma escorrendo pela minha rola, o jeito que ela empinou o rabo enquanto gargarejava, convidando minha mão a afundar naquela carne macia. Meu pau latejava de novo só de pensar, e eu ajustei a bermuda, tentando ignorar o volume crescente. Ela apareceu na sala como um fantasma sedutor, vestindo um daqueles pijamas finos que mal cobriam o essencial – uma camisola solta, sem calcinha por baixo, os mamilos endurecidos marcando o tecido como se gritassem por atenção. Seus cabelos soltos caíam sobre os ombros, e ela carregava uma tigela de pipoca, os olhos brilhando com uma inocência fingida que eu já conhecia bem. "Ei, Dê, posso me juntar? Tô entediada pra caralho", murmurou ela, sentando-se ao meu lado sem esperar resposta, as coxas roçando nas minhas de propósito. O toque foi elétrico, e eu senti um arrepio subir pela espinha, mas respondi com um grunhido casual: "Vai fundo, mas não reclama se o jogo for chato." A cumplicidade começou ali, sutil no início. Ela se aninhou mais perto, jogando as pernas sobre as minhas, a pipoca esquecida no colo. "Lembra do banheiro? Aquilo foi... louco", sussurrou ela de repente, a voz baixa e rouca, como se estivesse confessando um pecado delicioso. Eu congelei, mas meu pau traidor reagiu instantaneamente, endurecendo contra a perna dela. "Louco é pouco, Gabi. Você me deixou louco pra te foder ali mesmo", admiti, minha voz saindo mais grave do que pretendia, revelando a frustração acumulada. Ela riu, um som gutural que vibrou no meu peito, e virou o rosto para mim, os olhos semicerrados cheios de desafio. "Então por que não fez? Eu tava molhada pra cacete, esperando você tomar a iniciativa." Aquela confissão quebrou algo dentro de mim. Sem pensar, eu a puxei para o meu colo, as mãos firmes na cintura dela, sentindo a umidade quente da buceta dela através do tecido fino roçando no meu pau endurecido. "Porque eu queria te torturar um pouco mais, sua safada. Queria ver até onde você ia me provocar", respondi, mordendo o lóbio da orelha dela com força suficiente para fazê-la gemer. Ela arqueou as costas, empurrando os peitos contra o meu peito, os mamilos rígidos como pedras. "Tortura é o que você faz comigo todo dia, irmãozinho. Andando pela casa com esse pau grosso balançando, me deixando louca pra chupar até o talo." As palavras dela eram como combustível, e eu a beijei então, um beijo faminto, tongues se entrelaçando em uma dança suja, cheia de saliva e urgência. Nossas mãos exploravam sem pudor, construindo uma intimidade que ia além do físico – era como se estivéssemos nos confessando anos de desejos reprimidos. Eu subi a camisola dela, expondo aqueles peitos médios, levemente caídos, perfeitos para encher a boca. Chupei um mamilo com voracidade, alternando entre lambidas lentas e mordidas leves, enquanto ela cravava as unhas nas minhas costas, arranhando a pele até doer. "Porra, Dê, isso... me faz querer gozar só com isso", gemeu ela, a voz entrecortada, revelando uma vulnerabilidade que me excitava ainda mais. Eu desci a mão pela barriga dela, sentindo a pele arrepiada, até alcançar a buceta raspada, os lábios inchados e encharcados. "Você é uma vadia gulosa, né? Molhada assim pra mim", provoquei, enfiando dois dedos devagar, sentindo as paredes quentes se contraírem ao meu redor. Ela rebateu com uma risada maliciosa, virando o jogo ao deslizar para o chão entre as minhas pernas. "Gulosa? Deixa eu te mostrar o quanto." Puxou minha bermuda para baixo, libertando meu pau que saltou como uma mola, a cabeça vermelha e inchada, pré-gozo escorrendo. Gabi o admirou por um segundo, os olhos famintos, antes de lamber da base até a ponta, devagar, saboreando cada veia pulsando. "Caralho, que pau grosso... vai me rasgar inteira", murmurou ela, engolindo metade de uma vez, a boca quente e úmida envolvendo-me como um vise. Eu segurei o cabelo dela, guiando o ritmo, empurrando mais fundo até sentir a garganta dela se contrair. "Chupa direito, sua puta. Engole tudo, como se fosse o último pau da tua vida", ordenei, a voz rouca de tesão, sentindo-a engasgar levemente mas não recuar – pelo contrário, ela acelerou, babando pelo pau abaixo, os olhos lacrimejando de esforço e prazer. A interação virou uma loucura compartilhada, como se estivéssemos competindo para ver quem enlouquecia o outro primeiro. Eu a levantei do chão, virando-a de costas no sofá, empinando aquele rabo monumental que me obcecava. "Agora é minha vez de te devorar", rosnei, ajoelhando-me atrás dela e abrindo as bandas com as mãos, expondo o cuzinho rosado e a buceta pingando. Lambi do clitóris até o ânus, alternando entre sugadas fortes e penetrações com a língua, sentindo o gosto salgado e doce dela invadir minha boca. Gabi tremia inteira, as coxas quentes contra minhas bochechas, gemendo alto: "Fode com a língua, Dê... me faz gozar no teu rosto, por favor." Eu obedeci, enfiando a língua no cu dela enquanto dedava a buceta, sentindo-a apertar em espasmos pré-orgásmicos. Quando ela gozou, foi uma explosão – o corpo convulsionando, jatos de squirt molhando meu queixo, os gritos ecoando pela sala vazia. "Porra, irmão... você me quebra assim", ofegou ela, virando-se para me beijar, provando o próprio gosto na minha boca. Aquilo nos uniu ainda mais, uma cumplicidade suja e profunda, como se admitíssemos que éramos feitos um para o outro nesse caos. "Quero te sentir dentro de mim agora. Me fode como se eu fosse tua propriedade", implorou ela, os olhos suplicantes, revelando uma submissão que contrastava com sua provocação habitual. Eu a posicionei de quatro no sofá, alinhando o pau na entrada da buceta dela, sentindo o calor irradiar. Empurrei devagar no início, centímetro por centímetro, o pau grosso esticando as paredes apertadas, fazendo-a arquejar de dor e prazer misturados. "Tá doendo, mas é bom... continua, me arromba", incentivou ela, empurrando o quadril para trás, engolindo mais. Quando entrei todo, comecei a meter com força, as bolas batendo contra o clitóris, o som molhado ecoando como uma sinfonia obscena. Segurei o cabelo dela como rédeas, puxando para trás, expondo o pescoço que eu mordia enquanto socava. "Você é minha agora, Gabi. Essa buceta gulosa é só pra mim", declarei, sentindo-a rebolar no ritmo, os gemidos virando uivos. A insanidade escalou quando mudei para o cu dela – lubrifiquei com saliva e o gozo dela, enfiando devagar, sentindo a resistência inicial ceder para uma aperto insano. "No cu, Dê? Vai me destruir...", protestou ela, mas com um tom de excitação, as mãos apertando as almofadas. Eu forcei, entrando aos poucos, o pau pulsando no canal apertado, cada estocada mais profunda revelando camadas novas de prazer para nós dois. "Destrói mesmo, sua rabuda. Esse cu foi feito pra levar pica grossa", respondi, alternando entre metidas lentas e rápidas, sentindo-a gozar de novo, o corpo inteiro se contraindo ao meu redor. Horas se passaram em uma maratona de posições – eu a comendo contra a parede, ela cavalgando no meu pau com os peitos balançando, nós dois no chão em um 69 voraz, lambendo e chupando como animais. Cada orgasmo aprofundava nossa conexão, misturando tesão com uma emoção crua, quase amorosa, que nos fazia rir entre gemidos. "Eu te amo assim, Dê... sujo, intenso", confessou ela em um momento de calmaria, antes de me puxar para mais uma rodada. Gozei dentro dela múltiplas vezes, o sêmen escorrendo pelas coxas, marcando-a como minha. Quando finalmente desabamos, exaustos e suados, abraçados no sofá, o silêncio era confortável, cheio de promessas implícitas. "Isso não para aqui, né?", perguntou ela, traçando círculos no meu peito com o dedo, os olhos cheios de uma cumplicidade que nos tornava inseparáveis. "Nunca, Gabi. Somos nós contra o mundo agora", respondi, beijando sua testa, sabendo que o abismo nos havia engolido – e nós adorávamos cada segundo.
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