A tarde estava quente pra porra, daqueles dias de verão que o ar parece grudar na pele. Meus pais tinham viajado cedo, deixando eu e minha irmãzinha sozinhos naquela casa enorme e silenciosa. Ela, a safada de sempre, estava deitada na cama do quarto dela, dormindo de boca aberta, com aquele pijaminha curto de algodão fino e uma blusinha velha que mal cobria os peitinhos. Eu já sabia das putarias dela fazia tempo. Quantas vezes eu não tinha pegado ela no flagra, de noite, enfiando um pepino grosso na xoxota virgem e apertada enquanto gemia baixinho assistindo pornô no celular? A safada gozava tão forte que o colchão ficava molhado. Mas hoje... hoje eu não aguentava mais só olhar. Meu pau já estava meia-bomba só de pensar. Eu me aproximei devagar, rastejando pelo chão como um animal no cio. O coração batendo forte no peito. Parei ao lado da cama, olhei pra ela: pernas ligeiramente abertas, o pijama subido até a coxa. Com as mãos tremendo de tesão, segurei a barra do shortinho e puxei devagar, centímetro por centímetro. Primeiro apareceu a virilha lisinha, depois o montinho inchado da buceta dela, os lábios rosados e carnudos, sem um fio de cabelo, brilhando de um leve suor. Meu Deus, que visão. A xoxota virgem da minha irmãzinha ali, exposta, convidando. Eu respirei fundo, sentindo o cheiro dela subir direto pro meu nariz. Um misto de xoxota fresca com aquele toque leve de urina que ela não tinha lavado direito depois do banho da manhã. Celestial, porra. Estiquei o dedo indicador e toquei bem de leve os lábios externos. Macios, quentes, inchados. Ela respirou fundo no sono, o peito subindo e descendo, mas não acordou. Meu dedo deslizou devagar pela fenda, sentindo a umidade começar a vazar. Eu não aguentei. Abaixei a cabeça, abri a boca e dei a primeira lambida longa, da entrada do cu até o grelinho escondidinho. O gosto explodiu na minha língua: salgado, azedinho, com aquele fundo doce de buceta jovem. Lambi de novo, mais firme, enfiando a ponta da língua entre os lábios, abrindo ela devagar. O cheiro de urina misturado com o melzinho da xoxota dela era uma droga, me deixava louco. Eu chupava o grelinho devagar, rodando a língua em círculos, sentindo ele endurecer na minha boca. Um minuto inteiro lambendo, sugando, enfiando a língua mais fundo na entradinha apertada. Ela começou a ficar molhada pra caralho, o suco escorrendo pela minha barba. De repente, o corpo dela se mexeu. Os olhos dela abriram devagar, mas ela não disse nada. Ficou fingindo que ainda dormia, só que as coxas dela se abriram um pouquinho mais, entregando o jogo. Eu continuei, lambendo com mais fome agora. A língua batendo direto no grelinho inchado, chupando os lábios carnudos, engolindo cada gota que saía. Foi quando ela não aguentou mais. De repente, a mão dela veio e me empurrou a cabeça com força, o corpo se contorcendo. - Quero fazer xixi... agora, irmão. A voz dela saiu rouca, baixa, cheia de tesão misturado com vergonha. Eu levantei o rosto, a boca toda brilhando do mel dela, e sorri safado. - Faz no copo então. Eu vou beber tudo na frente de você, bem devagar. Quero sentir o gosto da sua urina quente descendo pela minha garganta. Ela arregalou os olhos, o rosto vermelho, mas eu vi o brilho de puta na pupila dela. Percebeu ali que o irmão não era só um safado qualquer... era tão doente quanto ela. - Você... você é louco pra caralho. Mas... tá bom. Pega o copo. Eu peguei rápido um copo de vidro grande na mesinha e voltei. Ela se sentou na beira da cama, abriu as pernas, puxou o pijama todo pro lado e mirou a buceta inchada pro copo. Eu segurei firme, ajoelhado na frente dela como um escravo. O jato saiu forte, dourado, quente, espirrando dentro do copo com aquele barulhinho molhado que me deixava com a pica pulsando. O cheiro subiu forte, ácido, quente. Quando o copo estava quase cheio, ela parou, tremendo. - Toma... bebe tudo, seu pervertido. Eu encostei o copo na boca e bebi devagar, olhando nos olhos dela. O gosto era forte, salgado, amargo no fundo, mas quente pra caralho. Desceu queimando pela garganta enquanto ela assistia, a buceta ainda pingando as últimas gotas. Eu lambi os lábios depois, mostrando a língua amarela. - Delícia, mana. Sua urina tem gosto de puta safada. Ela riu nervosa, mas o tesão já tinha tomado conta. Eu não perdi tempo. Coloquei o copo de lado e enfiei o dedo médio direto na xoxota dela. Estava suculenta, molhada pra porra, apertada como uma luva de virgem. Cada centímetro que eu enfiava, a parede interna apertava meu dedo, quente, escorregadia. O suco dela escorria pelo meu pulso, grosso, brilhante. - Ai, caralho... que dedo grosso, irmão. Enfia mais fundo na minha buceta apertada. Eu obedeci, girando o dedo, curvando pra acertar o ponto G dela. Mais suco jorrava, fazendo barulho molhado toda vez que eu entrava e saía. Dois dedos agora, esticando a xoxota virgem. Ela gemia alto, as pernas tremendo. - Tá tão quente e molhada... quero que minha pica sinta isso um dia, mas hoje vai ser assim mesmo. Ela não respondeu com palavras. Só empurrou minha cabeça pra trás, se levantou e sentou direto no meu rosto, a buceta aberta em cima da minha boca. O peso dela me esmagou delícia. Eu comecei a lamber tudo, limpando a bagunça que eu tinha feito. Língua fundo na entradinha, sugando o suco que não parava de sair. Depois desci um pouco e ataquei o cu dela. O cheiro era forte, terroso, suado, mas me deixava louco. Eu lambia o anelzinho apertado, enfiando a ponta da língua dentro, sentindo o gosto amargo misturado com xoxota. - Isso, lambe meu cu fedido, irmão safado! Chupa ele inteiro, enfia essa língua no meu rabinho. Eu obedeci, segurando as bundas dela abertas com as duas mãos, rosto enterrado entre as coxas. A língua entrava e saía do cu apertado, enquanto meu nariz ficava colado na buceta molhada. Ela rebolava no meu rosto, esfregando o grelinho na minha língua, gemendo sem parar. - Porra, que língua boa... me faz gozar assim, lambendo meu cu e minha buceta ao mesmo tempo. Eu sou tua puta, irmão... tua irmãzinha vadia. Eu acelerava, chupando o grelinho inchado, dois dedos enfiados fundo na xoxota enquanto a língua fodia o cu dela. O corpo dela começou a tremer forte, as coxas apertando minha cabeça. Ela gozou gritando, jorrando squirt na minha boca, misturado com o resto da urina que ainda vazava. Eu engoli tudo, lambendo até a última gota, o rosto encharcado. Depois ela desceu, ofegante, olhou pra minha pica dura marcando a calça e sorriu safada. - Agora é minha vez de brincar com essa pica grossa... mas isso fica pro próximo round, irmão. Porque hoje eu ainda quero mais dedo na buceta e língua no cu. A tarde ainda estava só começando, e a gente sabia que ia foder o dia inteiro com nossos fetiches mais sujos.
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