Fingi que dormia e acabei comendo minha tia!

Tô morando no apê da tia Ingrid faz uns meses já. Ela tem 36 anos, é divorciada e vive correndo atrás de reunião em reunião naquele marketing corporativo dela. Chega em casa quase sempre depois das dez, com cara de quem foi atropelada pelo dia, mas puta que pariu, continua uma gostosa de matar. Blusas sociais apertadas que parecem implorar pra explodir nos peitos fartos dela, aqueles dois melões pesados que balançam de leve quando ela anda. Saias justas abraçando os quadris largos, a bunda grossa, redonda, que parece feita pra sentar na cara de alguém. Ultimamente ela tá com um olhar diferente, quieto mas predatório pra caralho. Me pega de short folgado na sala e fica encarando o volume entre minhas pernas um segundo a mais do que devia. Solta uns comentários casuais tipo “Você tá ficando fortinho, hein, sobrinho?”, com aquela voz rouca de quem já bebeu um vinho a mais, e eu sinto o pau dar um pulinho involuntário toda vez.
Eu tenho 21 anos, acabei de me mudar pra essa cidade nova pra faculdade, zero amigos, zero experiência. Nunca nem beijei uma mina direito. Sou alto, magro, mas meio mole por causa do nervosismo que me come vivo. O único pedaço de mim que não tem vergonha nenhuma é o pau: grosso pra caralho, 20 centímetros quando tá duro de verdade, veias saltando como cordas, cabeça gorda e bolas pesadas que vivem doendo de tanto tesão acumulado. Toda noite, depois que ela apaga a luz do quarto, eu me mastrobo loucamente. Geralmente na sala mesmo, porque a TV é gigante e o sofá é macio pra porra. Achei que ela tava morta pro mundo às 11, como sempre.
Sexta passada ela me mandou mensagem dizendo que ia sair com o pessoal do trabalho até tarde, “não me espera acordado, bonitão”. Perfeito. Esperei até meia-noite e meia, tirei cada peça de roupa devagar, passei lubrificante generoso na minha fleshlight e liguei um pornô barulhento pra caralho – daqueles bem tabus, gemidos de “tio, me fode mais fundo” misturados com “tia, sua xoxota é tão apertada”. Enfiei o pau todo no brinquedo e meti com força, quadril batendo seco. Gozei duas vezes seguidas, jatos grossos, quentes, enchendo o negócio até transbordar. Um pouco do meu leite escorreu pela coxa quando tirei o pau de lá, latejando. Tava destruído. Deixei a fleshlight tombada na almofada do sofá, apaguei pelado de costas, pau mole encostado na perna esquerda, ponta ainda brilhando de lubrificante e gozo.
Acordei com o barulho suave da porta da frente fechando. Luzes apagadas, só o brilho azul da TV piscando. Ela tinha chegado cedo pra caralho. Senti o cheiro dela antes de qualquer coisa: perfume caro misturado com uísque bom. Continuei de olhos fechados, respiração lenta, fingindo sono pesado.
Ela ficou parada ali, em pé ao lado do sofá, me olhando de cima por um tempão. Eu sentia o olhar queimando na minha pele nua. Depois ela se ajoelhou devagar entre minhas pernas abertas, sem fazer barulho. Sem uma palavra. Só a mão quente dela, macia, envolvendo meu pau mole, levantando ele com cuidado, como se estivesse avaliando uma mercadoria. O toque foi suficiente. Ele começou a engrossar na palma dela, inchando rápido, ficando pesado e quente.
Ela fez um barulhinho baixo na garganta, faminto, quase um ronronar.
- Caralho… olha o tamanho dessa rola mole ainda, imagina quando tiver dura, latejando… já tá acordando pra tia, né, seu safado?
Ela pegou a fleshlight tombada, virou de cabeça pra baixo bem devagar. Meu gozo – ainda quente, cremoso – pingou devagar nos dedos dela, grosso, branco, escorrendo entre os dedos. Ela esfregou aquilo entre polegar e indicador, cheirou de leve, depois passou nos próprios peitos. Abri os olhos só uma frestinha pra ver o show. Ela puxou o vestido pra baixo num movimento rápido, empurrou os bojos do sutiã pra baixo dos peitos. Dois peitos enormes, pesados, mamilos marrons claros já duros como pedrinhas, gordos, apontando pra mim. Ela massageou meu gozo neles, espalhando devagar, beliscando os mamilos com força, torcendo até ficarem mais escuros, inchados.
- Hmm… leite do meu sobrinho gostoso… tão cremoso… olha como fica bom nos peitos da tia…
Meu pau já tava duro como pedra agora, em pé total, cabeça gorda inchada roxa, uma pérola grossa de pré-gozo brilhando na fenda. Ela percebeu e sorriu maliciosa. Se inclinou. A língua quente e molhada arrastou das minhas bolas pesadas até a parte de baixo do pau – devagar, lambendo cada veia, provando cada centímetro. Quando chegou na ponta, chupou a gota de pré-gozo com os lábios estalando alto.
- Que delícia… pré-gozo fresquinho do meu garoto… tão doce…
Aí ela engoliu a cabeça toda, bochechas afundando, língua girando louca em volta da glande. Saliva quente misturada com minha fenda vazando sem parar. Ela gemeu em volta do pau, a vibração descendo direto pras minhas bolas.
Ela sabia que eu tava acordado. Sabia pra caralho. Tirou o pau da boca com um estalo molhado, fios grossos de saliva ligando os lábios inchados dela à cabeça brilhante.
- Acorda logo, seu putinho… tia quer brincar de verdade agora.
Ela se levantou, subiu o vestido até a cintura, sem calcinha nenhuma. A xoxota raspada brilhava, lábios grossos inchados e já molhados pra caralho, clitóris aparecendo gordo, vermelho, pedindo atenção. Ela me montou devagar, joelhos afundando nas almofadas de cada lado dos meus quadris. Pegou meu pau com uma mão firme, bateu a cabeça molhada duas vezes no clitóris dela – tapa, tapa – fazendo nós dois arfarmos alto.
- Olha como essa rola grossa lateja… vai abrir a xoxota da tia todinha…
Aí encaixou a cabeça na entrada quente e afundou numa descida lenta, gananciosa, centímetro por centímetro.
Caralho. Tão apertado. Quente pra porra. Veludo molhado agarrando cada veia, cada centímetro enquanto ela me engolia até o fundo. Os lábios da xoxota dela esticados finos em volta da minha grossura, grudando, brilhando. Ela gemeu alto – cru, animal, sem vergonha.
- Aaaah… que pauzão… tá me rasgando inteira, sobrinho… tão fundo… tão grosso…
Começou a cavalgar imediatamente. Sem preliminares, sem piedade. Estocadas fortes e molhadas pra baixo, subindo e descendo com força, os peitos pesados balançando soltos, batendo um no outro, mamilos duros como cerejas escuras apontando direto pra mim. O gozo seco de antes ainda brilhava neles, misturando com suor novo.
Não consegui mais fingir. Minhas mãos voaram pros quadris largos dela, dedos afundando na carne macia, ajudando ela a descer mais forte.
Ela se inclinou pra frente, peitos grandes arrastando no meu peito, mamilos raspando na minha pele arrepiada. A boca encontrou a minha – língua enfiando fundo, provando uísque, cigarro e o gosto do meu próprio pau. Ela me fodeu mais rápido, xoxota fazendo barulho obsceno toda vez que chegava no fundo, minhas bolas pesadas batendo molhadas na bunda dela.
- Olha esse pau gostoso e grosso abrindo sua tia, hein… um garoto tão grande e inocente… me enchendo tão fundo… tá sentindo como minha xoxota mama você todinho?
Eu tava perdido. Bolas encolhendo, pré-gozo vazando direto dentro dela agora. Ela apertou forte – me ordenhando com aqueles músculos internos.
- Goza pra mim, vai… enche a buceta da tia com esse leitão grosso… quero sentir cada jato quente batendo no fundo…
Tentei segurar, mas a xoxota dela tremia, clitóris esfregando louco no meu osso púbico, e eu perdi de vez.
Gozei com um gemido sufocado, quadris sacudindo pra cima. Jatos grossos explodindo fundo – pulso após pulso pesado – inundando ela. Ela continuou cavalgando por cima, espalhando nossa bagunça, até que o orgasmo dela chegou também. Corpo inteiro tremendo, xoxota espasmando forte, jorrando molhado pelo meu pau e bolas. Ela mordeu meu ombro pra abafar o grito rouco.
- Isso… isso… goza tudo dentro da tia… que delícia… tô gozando no seu pauzão também, caralho…
Ela ficou sentada um minuto inteiro, meu pau amolecendo ainda enterrado fundo, nosso gozo combinado vazando em volta dele, pingando quente no sofá. Aí ela se levantou devagar – longos fios brancos cremosos esticando entre a xoxota inchada dela e meu pau antes de quebrarem devagar.
Ela se inclinou, me deu um beijo na boca – suave dessa vez, quase doce.
- Bom garoto… um bom garoto pra tia.
Levantou, o vestido caiu de volta sobre as coxas escorrendo de porra, peitos ainda de fora, mamilos brilhantes de suor e gozo. Foi caminhando pro quarto descalça, bunda grossa balançando devagar, sem olhar pra trás.
Fiquei lá ofegante, pau tremendo no ar frio da sala, coberto pelo cheiro dela, pelo gosto dela, pela nossa bagunça quente.
A porta do quarto fechou devagar.

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Comentários


foto perfil usuario vigilanterodoviario

vigilanterodoviario Comentou em 11/03/2026

Adoro mulheres poderosas assim, só faltou a foto dela.

foto perfil usuario dotado35safado

dotado35safado Comentou em 11/03/2026

Que maravilha, o proibido sempre dá mais tesão. Parabéns




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Fingi que dormia e acabei comendo minha tia!

Codigo do conto:
256625

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
11/03/2026

Quant.de Votos:
3

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