Minha pegou eu e minha irmã gêmea no flagra, após isso me deu gostoso a bucetinha!
O dia seguinte começou com o sol entrando pela janela do quarto grande, mas a gente ainda tava grudado. Eu acordei com a pica dura pra porra, latejando contra a bunda macia da Lara, minha irmã gêmea. O cheiro de sexo da noite passada ainda impregnava o lençol: porra seca, buceta molhada, suor. Eu me mexi devagar, esfregando a cabeça da pica entre as nádegas dela. Ela acordou gemendo baixo, empinando o cu automaticamente. - Bom dia, mano... já tá duro de novo? - ela sussurrou rouca, virando o rosto e me dando um beijo molhado. Eu apertei os seios dela por trás, belisquei os mamilos rosados que já estavam duros. Minha mão desceu até a buceta, que tava quente e encharcada de novo. Deslizei dois dedos fácil, porque ela ainda tava aberta da foda da noite inteira. Eu bombeei devagar, sentindo as paredes apertarem meus dedos, o grelinho inchado roçando na palma da minha mão. - Quero comer teu cu hoje, mana... - eu falei no ouvido dela, mordendo o lóbulo. - Quero enfiar essa pica grossa no teu cuzinho virgem, rasgar tudo, te fazer gritar. Ela tremeu, mas balançou a cabeça rápido. - Não, mano... tô com medo de doer pra caralho. Teu pau é muito grosso... vai rasgar meu cu todinho. Deixa só na buceta hoje, vai? Por favor... Eu insisti, esfregando a cabeça da pica molhada de pré-gozo no cu dela, pressionando devagar, sentindo o anel apertado resistir. - Vai doer só um pouquinho no começo, mana... depois tu vai gostar pra porra. Imagina eu metendo fundo no teu cu enquanto tu rebola... Ela gemeu, mas ainda negou, apertando as nádegas pra me impedir. - Depois... hoje não. Mete na buceta, vai. Tô molhada pra caralho pensando em ontem. Eu não discuti mais. Posicionei a pica na entrada da buceta quente, esfreguei a cabeça nas dobras molhadas, lubrificando tudo. Empurrei devagar e entrei até o fundo num único movimento. A buceta dela ainda tava sensível, apertada, pulsando em volta do meu pau. Eu comecei a meter devagar, segurando a cintura fina dela, vendo meu pau sair brilhando de mel e entrar de novo. - Porra, que buceta gostosa... tão apertada ainda... - eu gemi. Então, ela ficou de quatro, toda empinadinha e ela começou a rebolar. Primeiro devagar, circular, sentindo cada veia da minha pica raspando nas paredes. Depois mais forte, alucinada, rebolando o cu pra trás e pra frente, fazendo o pau entrar e sair com força. O som molhado de “ploc ploc ploc” enchendo o quarto, as bolas batendo na buceta dela, o cheiro de sexo subindo forte. Eu metia mais rápido, segurando os quadris dela, puxando pra trás enquanto ela rebolava pra frente. - Isso, mana! Rebola nessa pica! Rebola o cu gostoso! - eu falei entre dentes, metendo forte. - Aaaaahhh! Porraaa, mano! Tua pica tá me rasgando a buceta todinha! Mete mais forte! Rebola não, fode! - ela gritava no travesseiro, rebolando desesperada, o cu empinando, as nádegas tremendo a cada estocada. Eu bati na bunda dela, deixando marca vermelha da mão. O pau desaparecia inteiro na buceta molhada, saindo coberto de creme branco. Ela gozou uma vez rápido, apertando meu pau, esguichando um pouco no lençol, mas continuou rebolando, querendo mais. - Goza de novo, mana! Rebola enquanto eu meto! Quero sentir essa buceta gozando na minha pica! Ela rebolava alucinadamente agora, o corpo inteiro tremendo, os seios balançando pra frente e pra trás, o cabelo grudado no rosto suado. Eu metia frenético, o pau latejando, as bolas pesadas batendo no grelinho dela. O quarto cheirava a buceta, a porra, a suor de irmão e irmã fudendo como animais. Foi nesse exato momento que a porta abriu de supetão. Nossa mãe entrou carregando uma pilha de roupas limpas, provavelmente pra guardar no guarda-roupa. Ela parou no meio do quarto, os olhos arregalados, a boca aberta num grito mudo por dois segundos. A gente tava pelado, eu de joelhos atrás da Lara, meu pau grosso enterrado até o fundo na buceta da minha irmã gêmea, as mãos marcando a bunda dela, o mel escorrendo pelas coxas. Lara ainda rebolava devagar, sem ter visto ainda. - QUE PORRA É ESSA?! - a mãe gritou desesperada, a voz estridente, jogando as roupas no chão. - Vocês são irmãos! Gêmeos! O que diabos vocês tão fazendo?! Isso é nojento! É pecado! É errado pra caralho! Ela avançou pra cima da gente, tentando bater. A mão dela acertou meu ombro primeiro, depois tentou pegar na Lara. A gente se separou rápido, meu pau saiu da buceta com um “ploc” molhado, ainda duro, brilhando de mel e porra. Lara gritou, se cobrindo com o lençol, chorando já. - Mãe, perdoa! - eu falei desesperado, levantando as mãos, o pau ainda latejando no ar. - Foi sem querer! A gente se perdeu, mãe! Perdoa a gente! Lara tava chorando alto, nua, tentando se cobrir: - Mãe, não bate! Por favor! A gente não queria! Foi o tesão, mãe! Perdoa! A mãe tava vermelha de raiva, lágrimas nos olhos, tentando nos bater de novo, mas a gente se afastou. Ela pegou um chinelo no chão e jogou em mim, acertando minha perna. - Vocês são doentes! Irmãos fudendo! Gêmeos! Eu vou matar vocês dois! Saiam da minha frente! - ela gritava, a voz falhando de tanta fúria. - Lara, arruma tuas coisas agora! Vai pra casa da tia agora mesmo! E você - ela apontou pra mim - não sai desse quarto! Eu não quero ver sua cara! Ela saiu batendo a porta com força, o barulho ecoando pela casa. A gente ficou paralisado, pelados, o clima morto. Meu pau murchou rápido. Lara começou a chorar de verdade, tremendo. A gente se vestiu em silêncio total. Ela pegou uma mochila, enfiou algumas roupas, calcinhas, o carregador, sem olhar pra mim. - Eu vou ficar uns dias na tia, mano... - ela disse baixinho, a voz rouca de tanto chorar. - Não aguento ficar aqui agora. A mãe tá louca. A gente fodeu tudo. Eu tentei abraçar ela, mas ela se afastou. - Depois a gente conversa... quando a poeira baixar. Ela saiu sem beijo, sem olhar pra trás. Eu fiquei sozinho no quarto grande, o lençol ainda molhado de porra e buceta, o cheiro forte no ar. Fiquei triste pra caralho. Senti falta dela imediatamente. O corpo dela, a buceta apertada, os gemidos, o jeito que ela rebolava. A casa ficou silenciosa. A mãe e eu quase não nos falávamos. Ela me evitava, saía pro trabalho cedo, voltava tarde, comia na sala, eu no quarto. Quando a gente se cruzava no corredor, ela virava o rosto, eu baixava a cabeça. O ar tava pesado de culpa e tesão reprimido. Os dias passaram devagar. Eu ficava no quarto o dia inteiro, batendo punheta pensando na Lara. Recordava a buceta dela apertando meu pau, o gosto do mel dela na língua, o jeito que ela engolia minha porra. Gozava três, quatro vezes por dia, jatos grossos no lençol, gemendo baixo o nome dela. Mas não era o mesmo. Faltava o calor do corpo dela, o cheiro, o risco. Na quarta noite depois do flagra, eu tava deitado só de cueca, o pau meio duro de tanto pensar, quando a porta do quarto abriu devagar. Era a mãe. Ela entrou, fechou a porta atrás, ficou parada olhando pra mim. Tava de robe fino de seda, o cabelo solto, os olhos inchados de tanto chorar. Eu sentei na cama, nervoso. - A gente precisa conversar - ela disse baixo, a voz cansada. - O que aconteceu foi errado. Muito errado. Vocês são irmãos. Gêmeos. Isso não pode acontecer de novo. Eu briguei feio porque fiquei com raiva, com nojo... mas peço perdão por ter tentado bater em vocês. Não era pra chegar nesse ponto. Eu baixei a cabeça. - Desculpa, mãe... a gente se perdeu. Foi o tesão, a gente tava sozinho, perto demais... Ela sentou na beira da cama, longe de mim no começo. A conversa continuou por uns vinte minutos. Ela explicou que o divórcio deixou todo mundo confuso, que a gente buscou conforto um no outro do jeito errado, que Lara ia voltar amanhã à noite pra gente conversar os três. Que a gente tinha que prometer nunca mais. Eu concordava com tudo, mas meu pau tava traindo de novo, endurecendo devagar dentro da cueca fina por causa da proximidade dela, do cheiro do perfume dela, da visão do decote do robe mostrando o começo dos seios grandes e pesados. No fim da conversa, o silêncio caiu. Ela olhou pro meu colo, viu a protuberância na cueca. Engoliu em seco. - Tá... ele tá duro de novo? - ela perguntou baixinho, quase sem voz. Eu não respondi. Ela se aproximou mais na cama. - Mostra pra mim... mostra o pau que você usou na tua irmã. Meu coração disparou. Eu puxei a cueca pra baixo devagar. Meu pau saltou, duro, grosso, veias saltadas, cabeça roxa brilhando de pré-gozo. Ela olhou fixo, os olhos escurecendo. - Posso, eu..... - ela pediu. - Deixa eu tocar. Eu deixei. Ela estendeu a mão trêmula, segurou a base grossa, subiu devagar até a cabeça, apertou. Eu gemi baixo. Ela masturbou devagar no começo, depois mais firme, o polegar espalhando o pré-gozo na glande. Uma coisa levou a outra. Ela desceu a cabeça, lambeu a ponta, chupou só a cabeça primeiro, depois engoliu metade do pau. A boca quente da minha mãe em volta da pica que tinha fodido a buceta da minha irmã. Eu gemi alto: - Porra, mãe... que boca gostosa... Ela chupou com fome, baba escorrendo, engasgando quando eu empurrei um pouco. Chupou as bolas também, lambeu o cu de leve, me deixando louco. Eu segurei a cabeça dela, fodi a boca devagar no começo, depois mais forte. Quando gozei - jatos grossos, longos - ela engoliu tudo, lambeu até a última gota, olhando pra mim com olhos vidrados. - Delícia de porra é essa, meu filho... - ela sussurrou. Eu não esperei. Puxei o robe dela, abri, os seios grandes e pesados saltaram, mamilos marrons grandes e duros. Eu chupei um, depois o outro, mordi de leve. Desci, abri as pernas dela, enterrei a cara na buceta. Ela tava molhada pra caralho, o cheiro forte de mulher madura, mel escorrendo. Eu lambi o grelinho inchado, chupei os lábios grossos, enfiei a língua no buraco, dedei fundo enquanto chupava o grelinho. Ela agarrou minha cabeça, gemeu alto: - Aaaaahhh! Filho... chupa a buceta da mamãe! Porraaa, que delícia! Não para! Ela gozou rápido, esguichando na minha cara, o corpo tremendo inteiro, as coxas apertando minha cabeça. O squirt molhou meu queixo, meu peito. Eu lambi tudo, viciado no gosto. Ela puxou meu rosto pro dela, beijou com língua, desesperada. - Mete... mete na buceta da tua mãe agora. Eu preciso sentir essa pica grossa dentro de mim. Mete forte, filho. Mete como você metia na tua irmã. Eu posicionei entre as pernas dela, esfreguei a cabeça molhada na buceta encharcada, empurrei. Entrou fácil, quente, molhada, diferente da Lara - mais larga, mais experiente, mas ainda apertada pra porra. Eu comecei a meter forte logo de cara, frenético, rápido, o pau saindo quase todo e entrando até o fundo com força. O “ploc ploc ploc” alto, as bolas batendo na bunda dela, o lençol encharcando debaixo da gente. - Isso, filho! Mete forte! Fode a buceta da mamãe! - ela gritava, as unhas cravando nas minhas costas. - Mais rápido! Mais forte! Porraaa! Eu fodi como um animal. Estocadas curtas e rápidas, depois longas e profundas, girando o quadril, batendo no fundo do útero. Os seios grandes dela balançavam pra todos os lados, eu chupava um enquanto metia, mordia o mamilo. Ela rebolava pra cima, apertando meu pau com a buceta, gozando uma vez, duas, três vezes seguidas, o corpo inteiro convulsionando, esguichando, gritando meu nome. - Aaaaaiiiii! Porraaa! Tô gozando horrores! Nunca gozei assim, filho! Tua pica tá me matando de prazer! Mete mais! Não para! Rasga essa buceta! Eu metia frenético, suor escorrendo, o pau latejando dentro dela, as paredes pulsando, ordenhando. Ela gozava sem parar, delirando, os olhos revirando, a boca aberta num grito mudo, o corpo sacudindo como se tivesse levado choque. Eu gozei fundo, enchendo ela de porra quente, mas não parei. Continuei metendo, a porra escorrendo pra fora, formando espuma branca na base do pau. Ela gozou de novo, mais forte ainda, apertando meu pau como se quisesse arrancar, esguichando tanto que molhou minha barriga, minhas coxas. - Delira, mãe... goza pra caralho na pica do teu filho! - eu gemia, metendo sem piedade. A gente fodeu por mais de uma hora. Eu gozei três vezes dentro dela, ela gozou umas sete, oito vezes, cada vez mais desesperada, mais molhada, mais delirante. No final ela tava mole, tremendo, suada, o cabelo grudado no rosto, a buceta vermelha e inchada, transbordando porra. Eu tirei o pau devagar, a porra escorrendo grossa pela bunda dela. A gente ficou abraçado, ofegante, o cheiro de sexo forte no quarto. Ela beijou meu peito e sussurrou rouca: - Amanhã a Lara volta... a gente conversa. Mas isso... isso não pode parar. Eu preciso dessa pica todo dia agora. Eu sorri no escuro, o pau já endurecendo de novo contra a coxa dela molhada. - Combinado, mãe. Se você quiser, amanhã a gente fode os três juntos. Eu meto na buceta da Lara enquanto ela chupa tua buceta. E depois eu como teu cu também. Ela gemeu baixo, apertando meu pau com a mão. - Promete, filho... prometo que vou deixar você comer meu cu amanhã. Mas hoje... mete de novo. Mete forte. E a gente fodeu até o amanhecer de novo, gemendo, suando, gozando, o quarto cheirando a incesto, a porra, a buceta de mãe e pica do filho.
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