Pai tirando stress da filha!

A casa estava em silêncio total, só o zumbido distante da geladeira lá embaixo. Ela, a garota de 18 anos chamada Laura, tinha o cérebro fritando de tanto estudar. Provas finais na semana que vem, livros abertos na mesa do quarto dela até tarde, mas nada entrava. Era quase meia-noite quando ela se levantou, corpo tremendo de cansaço e de uma tensão que descia direto pro meio das pernas. Vestiu só um top fininho que mal cobria os peitos empinados e uma calcinha branca simples. Foi pro quarto do pai.
- Pai... eu tô um bagaço. Posso dormir aqui com você hoje? Não quero ficar sozinha com essa merda toda na cabeça.
O pai, um homem forte de 45 anos, barba por fazer, ergueu o olhar do celular e sorriu cansado.
- Claro, filha. Vem pra cá.
Laura se enfiou debaixo dos lençóis quentes. O cheiro dele, misturado com sabonete e suor leve do dia, invadiu o nariz dela. Encostou as costas no peito largo dele, sentindo o calor do corpo masculino contra a pele. Os braços dele a envolveram por trás, protetores. No começo foi só conforto. Mas minutos depois, ela sentiu algo duro crescendo devagar contra a bunda redonda. A pica do pai endurecendo, latejando ali, pressionando a fenda da calcinha.
Ela já estava molhada pra caralho. O estresse, a proximidade proibida, tudo se misturava numa umidade quente que encharcava o tecido. Começou a se esfregar devagar, rebolando sutil, sentindo a cabeça grossa da pica dele deslizar entre as nádegas por cima da calcinha.
Ele não a impediu. Em vez disso, a mão grande desceu pela barriga dela e apertou de leve.
- Laura... você tá me deixando louco, garota.
Ela se virou no escuro, olhos brilhando de desejo e culpa. Beijou a boca dele com fome, língua entrando fundo, chupando. O beijo era molhado, barulhento, saliva trocando.
- Preciso que você me faça sentir melhor, pai. Por favor... me fode. Minha buceta tá pingando de tanto estresse.
Ele gemeu baixo, mão descendo rápido. Puxou a calcinha dela pro lado e enfiou dois dedos grossos direto na bucetinha apertada. Ela estava encharcada, sucos escorrendo pelo pulso dele. Os dedos entravam e saíam com barulho molhado, friccionando o grelinho inchado.
- Ai, caralho... assim, pai. Mete o dedo mais fundo na minha bucetinha safada.
Laura gozou rápido, corpo convulsionando. Mordeu o ombro dele pra abafar o gemido desesperado.
- Haaaaah... tô gozando... porra, que delícia!
O orgasmo foi forte, buceta apertando os dedos dele como um punho quente e molhado. Quando passou, ele tirou os dedos brilhantes e subiu em cima dela. A pica grossa, veias saltadas, cabeça roxa latejando, roçou na entrada encharcada.
Ele segurou os pulsos dela acima da cabeça, prendendo no colchão. Empurrou devagar, centímetro por centímetro. A buceta virgem apertada se abrindo ao redor da pica enorme do pai.
- Que buceta gostosa da porra... tão apertada, filha. Tá me engolindo inteiro.
Laura enrolou as pernas na cintura dele, unhas cravando nas costas largas.
- Me fode fundo, pai. Quero sentir essa pica toda dentro de mim. Me rasga.
Ele começou a meter devagar mas com força, batendo fundo, bolas pesadas batendo na bundinha dela. O quarto encheu de sons molhados: ploc ploc ploc, carne contra carne. Cada estocada fazia os peitos dela balançarem no top. Ela gemia sem parar, voz rouca.
- Ai, meu Deus... tá batendo no fundo da minha buceta. Mais forte, pai! Me fode como uma puta.
Ele acelerou, suor pingando do peito dele no dela. O cheiro de sexo enchia o ar: buceta molhada, suor, tesão puro. Laura gozou de novo, corpo arqueando, buceta esguichando um pouco ao redor da pica que não parava.
- Tô gozando de novo... haaaahhh! Não para, caralho!
O rosto dela enterrado no pescoço dele, mordendo de leve enquanto as ondas de prazer a destruíam. Ele gemeu rouco, quadril tremendo.
- Vou gozar, filha... vou encher essa bucetinha de porra quente.
E gozou. Jatos grossos, quentes, pulsando fundo dentro dela. A buceta dela apertava, ordenhando cada gota. Ele ficou lá, pica ainda dura, pulsando enquanto o sêmen transbordava devagar pelas coxas dela. Dormiram assim, conectados, pica amolecendo dentro da buceta cheia.
De manhã, Laura acordou com a sensação pegajosa. O esperma seco dele colado nas coxas, escorrendo ainda um pouco da bucetinha inchada. Culpa bateu forte, mas junto veio um tesão do caralho. Ela se sentiu horrível, filha da puta, mas não conseguia parar de imaginar a próxima vez.
Passaram o dia normal, mas o ar entre eles estava carregado. Depois da sessão de estudo da tarde, ela foi atrás dele de novo. Encontrou o pai no quarto, só de cueca. O pau já semi-duro só de vê-la.
- Pai... eu sei que é zoado, mas eu preciso de novo. Minha buceta tá latejando o dia todo pensando na sua pica.
Ele a puxou pra cama sem dizer nada no começo. Beijou com força, mãos apertando a bunda.
- Você virou minha putinha, né? Tá bem, filha. Mas hoje eu quero mais.
Tirou a roupa dela devagar, lambendo os mamilos duros, chupando forte até ela gemer. Desceu a boca pela barriga, abriu as pernas e enterrou a língua na buceta ainda melada do sêmen seco da noite anterior. O gosto salgado dele misturado com o dela o deixou louco.
- Que bucetinha deliciosa... ainda tem meu leitinho aqui dentro.
Laura rebolava na cara dele, mãos no cabelo.
- Chupa meu grelinho, pai. Lambe tudo.
Ele chupou até ela gozar na boca dele, sucos escorrendo pelo queixo. Depois virou ela de quatro, pica dura de novo batendo na bundinha.
Metia na buceta primeiro, estocadas fortes, mãos segurando os quadris.
- Toma essa pica, filha. Sua buceta tá me apertando tanto.
Ela gemia alto agora, sem medo.
- Me fode, me destrói essa bucetinha! Mais fundo!
Ele gozou de novo, enchendo a buceta dela pela segunda vez. Porra grossa jorrando, escorrendo pelas coxas enquanto ele ainda metia devagar. Laura tremia, gozando junto, cara afundada no travesseiro.
Mas ele não tirou. Em vez disso, puxou a pica melada de porra e buceta e encostou na rosinha do cu dela.
- Agora eu quero esse cu virgem, filha. Vai doer, mas você vai amar.
Laura arregalou os olhos, mas o tesão era maior que o medo.
- Vai devagar, pai... meu cu é apertado pra caralho.
Ele cuspiu na cabeça da pica e começou a forçar. A rosinha resistia, queimando. Ela gritou quando a cabeça entrou.
- Aaaaiii! Tá doendo! Sua pica é grossa demais pro meu cu!
Mas ele segurou firme, empurrando centímetro por centímetro. A dor era lancinante, um ardor que fazia lágrimas escorrerem, mas misturado com um prazer sujo, profundo. O cu dela se esticava ao máximo ao redor da pica veiosa.
- Relaxa, putinha. Deixa o papai entrar todo.
Ele metia devagar no começo, saindo quase tudo e enfiando de novo. O cu dela fazia barulhos obscenos, molhados da porra que servia de lubrificante. A dor foi virando um prazer insano, cada estocada acertando pontos que ela nem sabia que existiam.
Laura começou a rebolar pra trás, encontrando as metidas.
- Tá gostoso agora... me fode no cu, pai! Rasga meu cuzinho!
Os gemidos dela viraram desesperados, voz falhando.
- Haaaaah... mais forte! Meu cu tá pegando fogo de tão bom!
Ele acelerou, bolas batendo na buceta encharcada. O quarto cheirava a sexo bruto: suor, porra, buceta e agora o cheiro terroso do cu sendo arrombado. Ele estapeava a bunda dela, deixando marcas vermelhas.
- Que cu guloso da porra... tá me apertando como se não quisesse soltar.
Laura gozava sem parar, ondas de prazer anal fazendo o corpo todo tremer. O grelinho latejava, buceta esguichando no lençol enquanto a pica destruía o cu.
- Tô gozando de novo pelo cu... aaaahhh! Não para, caralho!
Ela gritava, voz rouca de tanto gemer.
- Se você gozar dentro do meu cu, pai... eu vou me cagar toda! Tô falando sério... vai sair tudo misturado!
Ele não ligou. Metia mais fundo, pica inchando dentro do intestino apertado.
- Vou encher esse cu de porra, filha. Toma tudo.
E gozou. Jatos quentes, grossos, jorrando fundo no cu dela. Laura explodiu no orgasmo mais forte da vida, corpo convulsionando inteiro, cu apertando a pica como um torno.
- Tô gozando... haaaaaah! Meu cu tá piscando na sua pica! Porraaa!
Quando ele terminou, puxou a pica devagar. Laura rebolava, bundinha empinada, cu aberto, vermelho, piscando. Assim que a cabeça saiu, veio tudo: porra branca grossa misturada com um pouco de coco mole, escorrendo pela coxa dela. Ela não conseguia parar de rebolar, empinando, sentindo o cu se contrair e expelir mais.
- Olha o que você fez, pai... tô cagando sua porra toda... aaaah, que delícia suja.
O sêmen escorria em fios grossos, misturado com a sujeira, pingando no lençol. Ela tremia de prazer e vergonha, mas o tesão não acabava. Virou o rosto, olhos vidrados.
- Me limpa com a boca depois, pai? Ou quer foder de novo?
Eles ficaram ali, sujos, ofegantes, sabendo que isso tinha virado um vício que nenhum dos dois queria parar.

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Comentários


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ewaa Comentou em 07/06/2026

É um ótimo jeito de desestressar!!!!!




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Ficha do conto

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Nome do conto:
Pai tirando stress da filha!

Codigo do conto:
263919

Categoria:
Incesto

Data da Publicação:
07/06/2026

Quant.de Votos:
1

Quant.de Fotos:
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